Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios. (Rui Lança)

quarta-feira, 31 de março de 2010

Zapping de nada

Fui confrontado ontem com uma inércia do meu comando televisivo. Para onde me virava, ou melhor, para onde o comando se virasse, apenas dava de caras com agentes desportivos (ou não?, fico com esta dúvida por causa da utilidade que aquelas pessoas têm comparativamente aos stewards durante o jogo).

Acho mesmo que se compararmos à cor que os stewards dão relativamente ao jogo com aqueles coletes bem engraçados, diria que em alguns estádios e jogos, os jogadores não contribuem com 10 % para o passar de tempo como os stewards ali sentados a olhar para os espectadores (quando os há).

Mas voltamos ao que interessa (certo?). Ainda bem que possuo 200 canais dos quais vejo uns 15, se tantos. Mas tinha sempre um bom Bayern - United ou a dupla francesa Lyon - Bordéus. Ou então...as novelas da Tvi ou as Foxs todas.

Tentando dar uma ar mais sério ao post, pergunto se haveria mesmo necessidade de trazer os dois presidentes dos clubes repetirem-se em horário nobre? Será que o índice de desistência da escola, a falta de civismo, a desresponsabilização do país já não atingiu valores elevados para termos de cimentar mais a nossa posição tendo que colocar aquelas duas pessoas a falarem sobre nada?

Será que o que se passou nos túneis da Luz ou Braga (porque na altura do guarda Abel não havia televisão acho eu) já não foi triste o suficiente? Tentar explicar que um jogador que é agredido leva 2 jogos e outro agride leva 3 é exequível para as criancinhas? Bem, se o é, nunca através daqueles dois que representam aquelas duas instituições.

Ainda bem que foi apenas uma episódio triste (mais um) da nossa tv e que os meus impostos servem para que a RTP anda por aí...perdida.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Aprender a ser Liderado

Fala-se muito de liderança e de líderes. Abordam-se e distinguem-se os estilos de liderança, quais os melhores contextos e características de cada estilo. O que proporciona um bom ambiente, o que é considerado um obstáculo, as questões da liderança ser natural ou podermos a treinar.

Do que se fala e escreve pouco é sobre a capacidade de sermos liderados e aprendermos a ser liderados. De aceitarmos que alguém nos lidere e nos deixe 'guiar' por poucos ou muitos momentos durante desafios profissionais e não só. Da confiança e sintonia que precisamos de sentir por alguém a quem chamamos chefe, líder, etc.

A criação da identidade num grupo, equipa ou organização tem diversas etapas, entre elas a da contra-dependência em que 'lutamos' pela conquista de um espaço com maior ou menor notoriedade ou visibilidade, mas que vá ao encontro do que consideramos ser o 'nosso' espaço. Também estas competências de definir o seu espaço e perceber que tipo de 'jogador' seremos na nossa equipa devia ser alvo de formação.

Não basta apostar na formação para todos sermos líderes. É preciso que os 'não líderes' nas equipas ou organizações - em larga maioria - assumam, aprendam e consintam o ser liderado. Não interessam os investimentos em liderança se não se investir também nos valores de uma equipa ou organização em aceitar saber ser liderado.

Também aqui é necessário que uma visão e missão global se superiorizem aos desejos e objectivos individuais, numa soma total que perfaz um grupo, equipa ou organização.

Em grupos onde todos querem ser líderes ou sejam constituídos por elementos que não aceitem ser liderados por outros, dificilmente a fase do 'forming' é ultrapassada com sucesso. Sabermos como se lidera não é o mesmo que descobrir o que interessa a um liderado. Existe uma decalage que pode atingir proporções elevadas e destruir qualquer visão ou missão que não atinja o compromisso do total ou a grande maioria dos elementos e partes constituintes da organização. Seja ela de que dimensão for.

domingo, 28 de março de 2010

“Escuta, da curva, o desejo de uma Nação. Nós só queremos Benfica campeão”

Ontem foi mais que um jogo. No Estádio existiam 64 000 opiniões sobre isto e aquilo. Dois 'panos' enormes com mensagens de desejo e anseio!

Dois treinadores tão diferentes como astutos em perceber o que era preciso para anular, mas com mais dificuldade de perceber o que era preciso para construir. Foi um jogo de nervos, dentro e fora.

Faltam 6 jornadas, 18 pontos, 2 derbies entre os 6 jogos, 3 jogos fora e 3 jogos em casa! Entre isto uma jornada europeia contra um outro diabo vermelho, o Liverpool! Próximo jogo para a Liga que interessa, o Naval. Incómodo, calmo e bem orientado. Antes disso, um derbie minhoto, prova de ferro para o Sp. Braga, sem Mossoró e a não saber se olha para a frente ou para trás. A quem agradar?

A política agradece...o povo anda focado nisto e não quer saber quem PECa ou não PECa. Vamos aguardar...

sexta-feira, 26 de março de 2010

ABC...da motivação (equipas e liderança)

No outro dia estive em Ansião a convite da Câmara Municipal local para falar de motivação, equipas e liderança: "A motivação na equipa de trabalho para consecução dos objectivos: o papel do líder.". Enfim!

Definir Equipas, Motivação ou Liderança não é fácil. São palavras 'enormes', que constam em princípios simples, mas desvirtuados e complicados por organizações com 'fome' de entropia.

Como se motiva alguém? Não existem muitas receitas, talvez mais ferramentas, mas é certo que é preciso colocarmo-nos na pele de quem queremos motivar. Saber o que essa pessoa quer, onde quer estar, o que quer fazer, quais os seus objectivos pessoais vs profissionais, etc. O que motiva as pessoas varia desde do €, boa chefia, contexto das suas tarefas e organização, equipa, etc.

O que são equipas? Podemos dar exemplos e diagnosticar alguns tópicos fulcrais:

. reconhecimento e justiça;
. envolvimento e alinhamento;
. comunicação eficiente/escuta activa;
. respeito e responsabilidade;
. dedicação e esforço;
. objectivos exequíveis mas aliciantes e assumidos por todos;
. competências e empenho;
. etc.

Certo que as boas equipas, quer sejam temporais ou prolongadas, possuem estas características e outras mais. Liderança...bem, dizem os estudos que há 6 estilos! Que não há líderes certos, nem estilos melhores. Há contextos que apregoam mais um estilo e um tipo de líder que outros. Concordo. Acho que se deve falar não só em aprender a liderar mas a ser liderado! Pode ser que faça carreira por aqui.

O que sei e gosto, é deste simples ABC da motivação:
. Antecedents, Behaviour and Consequences.

Sem consequências os comportamentos não se alteram. Quer sejam consequências individuais ou grupais, quer seja o reconhecimento ou a distinção. Não se motivam pessoas para alterar atitudes e comportamentos para ficarmos na mesma. Sem objectivos que incluam as pessoas, estas não...adoptam as missões.

Espero que não seja o único a pensar assim.

terça-feira, 23 de março de 2010

Extra-mile

As expressões “extra-mile” ou “I always go the extra mile” são geralmente utilizadas para caracterizar os colaboradores que ‘vestem a camisola’ da organização onde estão inseridos, seja profissionalmente seja de uma forma voluntária.

A falta de visão e missão nas organizações ou na ‘umbrella’ – nome atribuída à entidade em alguns países que supervisionam todas as restantes – leva claramente à indefinição na tomada de decisão indo de encontro a um qualquer objectivo estratégico ou operacional previamente definido.

Não existem muitas formas de analisar ou avaliar o 'amor à camisola' das pessoas perante as organizações ou projectos. Alguns tópicos são transversais nessa mesma averiguação:

. identificarem-se com a visão e missão da organização ou projecto;
. proactividade;
. identificarem-se com os valores e objectivos;
. a liderança e que estilo mais apregoa à existência dessa cultura de provocar e estimular mais 'extra-miles';
. e o mais importante para vestir a camisola na minha empresa, se é quem lidera (personalidade, carácter), a tarefa que desempenho (objectivos a alcançar), a equipa (processos de grupo) ou o contexto (realidade em que se insere).

A falta de uma definição, um goal totalmente definido e assumido por todos como de...todos, faz com que toda uma missão se vá 'definhando' no caminho até atingir o seu goal. O compromisso de todos não implica que concordem...mas o aceitem como seu. Para além dos tópicos que referi, a falta de bom senso de quem (supostamente) lidera afecta em muito o 'amor à camisola' das pessoas ou colaboradores.

Todos os dias somos confrontados com a falta de bom senso, quer em termos de gestão quer em termos de consequências das acções. Constantemente estas decisões apelam à nossa capacidade de suportar o ego em função das prioridades das organizações e de causas sociais, desportivas, organizacionais, laborais, etc.

"No more extra-miles" é o que se vai vendo por aí. Reacções que as pessoas tomam face ao apelo das organizações e dos seus gestores/líderes a mais esforços e sacrifícios dos seus colaboradores recebendo em troca decisões que têm de tudo menos a sagacidade de quem deve liderar: foco nas pessoas que lidera e não o seu ego. Aos nossos líderes ou gestores ou outro nome que lhes queiram atribuir, para o bem da nossa causa, a nossa organização, o nosso País...pensem mais no core business e nas pessoas.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Quem fez o favor a quem?

Julgo que apesar da tristeza da eliminação do Sporting hoje perante um debilitado At. Madrid, estes acabam por fazer um grande favor ao JEB: dar-lhe alguma razão para ele poder não renovar com Carlos Carvalhal. Se o Sporting ganhasse ao Atlético, seria mais uma dor de cabeça a juntar às boas vitórias recentemente. E o que fazer com os que já estavam ou estão na calha?

Não sei ou sabemos as razões do processo ao Izmailov. Diz-se que seria algo com Costinha e uma possível lesão. Poucos meses e uma quantidade de casos com os Directores para o Futebol Leonino? Refiro e repito, não sabemos o que o russo fez, se foi 'aquilo'. Mas sabemos que fez muita falta hoje à noite. Qual seria o objectivo de começar a disciplinar o balneário logo hoje ou tomar decisões em que o treinador é que deveria assumir a sua responsabilidade?

As cenas de 3.º mundo que se passaram hoje em Lisboa, à volta do Estádio de Alvalade. Ainda não passaram muitos meses depois das pedradas em Alcochete. As pedras não têm cor...isso eu sei.

segunda-feira, 15 de março de 2010

domingo, 14 de março de 2010

Um bom pensamento não transmitido vale zero...


Por isso ainda bem que o escrevi aqui! Mais 90' a demonstrar a importância de quem carrega...quando tudo parece estar a cair.

Coaching para Liderar

Sem saber anteriormente quais eram sequer os estilos de liderança (seis...diz Goleman), após a análise dos estilos...verifico que antes, durante e no futuro, será este o estilo com quem mais me identifico.

Aqui segue uma acção de formação sobre o Coaching e a Liderança e a ligação entre ambos.

10 de Abril, Coaching: Liderança

Local: Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal

Objectivo Geral Dotar os formandos com maiores competências e habilidades na arte de Liderança, assim como potenciar a capacidade de condução e incentivo individual e colectivo em função dos objectivos a atingir.

Objectivos EspecíficosNo final da formação, os formandos deverão ser capazes de:
- Conhecer os diferentes estilos de comunicação, o estilo predominante e formas eficazes de comunicar;
- Criar programas mentais que apoiem nas tarefas e momentos de maior exigência;
- Identificar os recursos mais fortes e os recursos a melhorar;
- Visualizar altos desempenhos.

Programa - Estilos de Liderança;
- Níveis de "Ouvir";
- Comunicação: Impacto e Desenvolvimento;
- Construção de Programas Mentais;
- Recursos Individuais vitais para o sucesso;
- Visualização com Linha de Tempo.

Local Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal
Avenida Coronel Eduardo Galhardo, 24 D
1199-007 Lisboa

Destinatários Dirigentes, Directores e Técnicos de Federações, Autarquias, Associações e Clubes
Directores e Técnicos de Academias e Ginásios
Treinadores
Estudantes de Educação Física
Outros Agentes ligados ao Desporto

Horário: 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (6 Horas)

Data Limite de Inscrição 28 de Março de 2010

Nº Mínimo de Formandos
por Módulo / Acção 15


Nº Máximo de Formandos
por Módulo / Acção 25

O mais difícil?

O próximo! Frase feita, mas é a verdade. O caminho da sustentabilidade do processo foca a conquista de pequenos passos. Dizem que o mês de Março vai ser complicado. Se for ultrapassado tornará o Abril também ele difícil. Porque o próximo baliza as acções. Daqui a 20 horas veremos o que nos espera.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Quem é o carregador de piano da tua equipa?

Dizem que numa equipa constituída por diversos elementos há diferentes tipos de papéis que cada um 'apresenta':

. Plant, Muito creativo, a pessoa das ideias
. Resource Investigator, Extrovertido, bom a estabelecer contactos externos e a desenvolver ideias
. Monitor Evaluator, Perspicaz, prudente e analítico
. Shaper, Dinâmico e gosta de desafios
. Coordinator, Respeitado, maduro e bom a garantir que os talentos são bem utilizados
. Implementer, Prático, leal e orientado para as tarefas
. Complete Finisher, Meticuloso e atento ao trabalho com muita energia
. Team Worker, Preocupado com os outros, muito orientado para as pessoas

Existem outras versões dos papéis de cada um nas equipas. Gosto do termo 'carregador de piano'. Gosto do termo e gosto de os ter nas equipas. Contrariamente ao que se pensa, têm vontade própria, não são submissos ou 'yes man', são proactivos, transversais, complementares, com espiríto de sacrifício e contribuem para o bom moral das equipas. Quer nas equipas organizacionais quer nas equipas desportivas. Uns são tão bons carregadores de piano que quase se assumem como especialistas em diversas acções e posições.

Todos os grupos que querem ser uma equipa que pretende ter perfomances elevadas têm de ter um. Eu bem sei ali no grupo onde trabalho quem é o 'carregador de piano'. Nas equipas desportivas...é fácil observar. Se tivesse de escolher alguém no Benfica, era o Ruben Amorim. O melhor especialista que vi em ser carregador de piano, que o era melhor que alguns especialistas nas suas posições, foi Luís Enrique no Barcelona!

terça-feira, 9 de março de 2010

Quando não se aprende com os erros..

Jesualdo tinha o exemplo 'dentro' de casa! António Oliveira foi inventar para Manchester e saiu de lá com um 4-0...penso que em 1996/97. Na altura nem me lembro quem foi a invenção a trinco.

Hoje, o mesmo clube não aprendeu...e inventou com mais um trinco 'queimado' e sai de Inglaterra com mais uma goleada. Coitado no Nuno Coelho.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Liderança e Formação

Quase todos nós já passámos pela experiência de participar numa formação sobre comportamentos, processos ou atitudes relacionadas com o nosso local ou equipas de trabalho, gostar, superar as expectativas, alterar alguns pensamentos pré-concebidos, voltar para a nossa organização, e mais dia, menos dia, tudo voltar ao que era.

As formações podem ser um motivo de preocupação mesmo quando correm bem. Parece contraditório, mas não o é! A expectativa que se cria nos colaboradores pode catapultar para níveis superiores de exigência e a posterior constatação que a incapacidade de mudança por parte da organização para outros patamares dificilmente se concretizará.

Das primeiras vezes que tive oportunidade de participar enquanto formando em acções relacionadas com a mudança, coaching de equipas, liderança visionária e reconhecida, facilitação de processos, etc., ouvia com alguma frequência no efeito ‘foguete’. A formação corria bem, o formando apercebia-se das vantagens de alterar as suas atitudes e comportamentos, determinava-se em mudar, chegava à sua organização e dava de ‘caras’ com chefias que não estavam receptivos a tais comportamentos ou alterações na forma de trabalho. O efeito passa rapidamente e apenas brilha por momentos.

De uma forma transversal, e não querendo colocar qualquer culpa ‘apenas’ nas directorias ou chefias de algo, reconhecidamente, existe por vezes um tampão de boas intenções na mudança de processos, proactividade, empreendorismo por parte dos seus colaboradores. Se por um lado proporcionará mais ideias, mais-valia, possivelmente mais produtividade, o outro lado ‘obrigará’ a um acompanhamento por parte de quem chefia em termos de capacidade de inovação, liderança, descentralização e o lidar com a falta de confiança quando se observa que alguém pode acrescentar mais valor numa determinada área técnica.

O mercado e o sistema das organizações desportivas não são excepção e se retirarmos uma percentagem muito mínima, são muitos os exemplos de organizações (federações, clubes, associações, autarquias, institutos, etc.) em que quem lidera não possui pelo menos a capacidade de reconhecer quem pode melhorar, escolher experts nas áreas sem que isso signifique que o seu papel deixou de ter a importância que ele necessita, rodear-se de espírito crítico e inovador e não apenas de ‘yes man’. Algo assim facilitava e muito o aparecimento de mais e melhores projectos para alterar a actual situação que o sistema desportivo apresenta.

Falta uma visão, faltam valores, falta liderança, exige-se sem se criar condições para tal, formam-se técnicos (mal?) mas não se dão oportunidades para actuarem. Dia após dia (e apenas naquilo que vai aparecendo na imprensa desportiva) consegue-se coleccionar casos atrás de casos. Nas federações, associações, autarquias ou institutos vemos um agarrar ao lugar independentemente da estratégia que apresentam (?) ou dos seus objectivos relacionados com a organização. Como se costuma dizer ‘apenas somos uma mais-valia quando nos desprendemos do nosso ego’. Ficamos a aguardar.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Introdução ao Coaching - Acção de Formação

Dia 13 de Março lá estarei a dar formação! Na CDP...

Designação da Acção: Introdução ao Coaching

Objectivo Geral - Dotar os formandos dos conhecimentos básicos acerca da metodologia e processo de Coaching no âmbito desportivo, podendo utilizar as referidas técnicas no processo e contexto de treino individual e colectivo.

Objectivos Específicos: No final da formação, os formandos deverão ser capazes de:
- Aplicar eficazmente os princípios do Coaching;
- Identificar pontos de alavanca;
- Descobrir e conhecer o "interior" e as bases que constituem a personalidade;
- Criar mais rápida e facilmente empatia e capacidade de persuasão.

Programa - Definição de Coaching e os seus diferentes modelos;
- Aplicabilidade do Coaching no Desporto;
- Competências do Coach;
- "Roda do Desportista";
- Quadro de Referência Individual;
- Criação de Rapport / Confiança.

Local Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal
Avenida Coronel Eduardo Galhardo, 24 D
1199-007 Lisboa

Destinatários:


Dirigentes, Directores, Técnicos de Federações, Autarquias, Associações e Clubes Directores e Técnicos de Academias e Ginásios
Treinadores
Estudantes de Educação Física
Outros Agentes ligados ao Desporto

Data e Horário

13 de Março de 2010 das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30

Nº Mínimo de Formandos
por Módulo / Acção 15

Nº Máximo de Formandos
por Módulo / Acção 25


quinta-feira, 4 de março de 2010

Má comunicação

Quanto aos objectivos para o que resta da temporada, com o Gil Vicente a 11 pontos da zona de subida da Liga Vitalis, o Presidente Fiúza afirma que, "enquanto for matematicamente possível, vamos acreditar". Caso contrário, explica ainda o líder da equipa de Barcelos garante que a ideia passará por "procurar fazer uma equipa forte para a próxima época".

Para a próxima época? Bem...se a ideia é motivar os jogadores que estão lá na presente época, má estratégica comunicacional. Continua a verdadeira gap comunicacional dos dirigentes desportivos. Ainda não perceberam certamente o impacto e poder que uma palavra consegue ter.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Carlos Queiroz, o metodólogo

Sai hoje no jornal 'Público' um artigo extenso sobre o seleccionador nacional de futebol e as novas metodologias que pretende implementar. Vale a pena ler, é transversal às várias áreas da FPF: gestão, organizacional, treino, comportamental, etc.

Cada vez mais com a ideia que seria um excelenet Presidente da FPF, sem qualquer dúvida!

A ler...

segunda-feira, 1 de março de 2010

Manuel Machado inscrito em formação específica em "coaching" desportivo



Manuel Machado inscrito em formação específica em "coaching" desportivoO treinador do Nacional, Manuel Machado, é um dos 30 inscritos no curso de formação específica de elite em "coaching" desportivo, que decorre pela primeira vez na ilha da Madeira, de 08 a 16 de Março. Depois do curso ministrado pela QUEST em Lisboa, é agora a vez de a Madeira acolher a formação. Pedro Vieira é o formador do curso, a 08, 09, 15 e 16 de Março, no estádio da Madeira. O árbitro Elmano Santos, o presidente da Associação de Futebol da Madeira, Rui Marote e o ex-futebolista do Marítimo Carlos Jorge são outros dos formandos inscritos.