Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios. (Rui Lança)

quinta-feira, 31 de Julho de 2014

Onde entram as individualidades?

Um conjunto de grandes individualidades não faz uma grande equipa, mas estas são formadas por individualidades que se complementam. E quanto maior for o valor individual de cada elemento e este proporcionar que os colegas melhorem ainda mais o seu desempenho, maravilhas para esta equipa. Mas mesmo as melhores equipas socorrem-se do valor individual quando o desempenho e esforço colectivo não é suficiente para ‘resolver’ os desafios e problemas.

Sendo assim, a necessidade de por um lado trabalhar-se a equipa e por outro lado aperfeiçoar e procurar o talento individual, resume-se a três itens por esta ordem:

1. Num trabalho colectivo, ganha-se pelo valor e desempenho colectivo e vencem as que possuírem os melhores e mais eficientes processos de grupo, sejam eles quais forem;

2. Mesmo num trabalho colectivo, as equipas que vencem mais vezes e durante mais tempo, têm no seu interior geralmente a melhor ou uma das melhores individualidades dessa área;

3. Por último, às vezes, as individualidades ganham projectos ou jogos mas não campeonatos. Só chegará para vencerem provas ou projectos de longa duração, se tiverem sustentadas por equipas muito eficientes e existir uma sintonia quase perfeita.

terça-feira, 22 de Julho de 2014

Terceiro hábito: Ser flexível

Terceiro Hábito: Ser flexível

A ideia que ser intransigente é alguém seguro e que sabe o que quer e que uma pessoa flexível é alguém que vacila é bastante errada! A flexibilidade é uma característica sempre presente nos melhores líderes e nas melhores equipas quer desportivas quer profissionais. Ser flexível é ter a capacidade de percebermos o ambiente em redor e o contexto em que estamos e gerir esta informação com o intuito de alcançar os objectivos.

Entender qual a melhor forma de encarar a situação e escolher a solução mais eficiente. Dá-nos vantagem relativamente a outras pessoas, porque nos permite ver problemas ou situações diferentes com diferentes perspectivas. Na gestão de pessoas a flexibilidade deve estar sempre presente porque nunca sabemos se as nossas previsões são semelhantes aos impactos das nossas acções.

quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Conversa hoje com...Ana Leonor, da revista Human

Hoje com Ana Leonor da revista Human! E da Do It! Cheia de energia...sempre!

- Motivação, o que tens a dizer? Necessária nas várias vertentes da vida; para que o fazemos seja encarado não como uma obrigação, mas como uma fonte de realização. E para que possamos ser cada vez melhores

- O que te faz querer aprender mais? A certeza de que há sempre algo por aprender; porque só assim se evolui.

- Equipas boas, o que são? As que funcionam para o objectivo pretendido

- Um líder! Quem e porquê? Nelson Mandela, porque colocou bem-estar dos outros acima do seu próprio. Independente das crenças religiosas (ou ausência delas), o Papa Francisco, por liderar pelo exemplo.

- Errar ou não errar? Porquê? Não ter medo de errar, porque não arriscar nunca é não viver a 100%. Errar será inevitável, por isso o melhor é tentar aprender com isso.

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

quarta-feira, 9 de Julho de 2014

Workshop em Coaching de Equipas, dia 12 de Julho

Vai decorrer já este Sábado um novo workshop sobre Coaching de Equipas. Vai ter lugar na Academia INATEL das 10h às 13h. Apareçam!

Conteúdos:
Coaching de Equipas e a atitude coach!
Liderança Coach de equipas
Ferramentas e técnicas de liderança
Estilo de liderança dos formandos vs contextos

Objectivos:
Distinguir o Coaching de outros processos de liderança de pessoas e equipas
O Coaching como ferramenta de desenvolver as pessoas
Distinguir como se lidera e onde cada estilo se adequa
Adquirir técnicas e ferramentas para liderar pessoas, processos e equipas

Os formandos deverão adquirir:
Desenvolver competências comportamentais e técnicas de liderança de pessoas, processos e equipas Conhecimento sobre o que é a liderança e como se aplica
Técnicas e ferramentas de liderança de pessoas, processos e equipas
Distinguir o ciclo de liderança e o seu estilo

Formador:

Rui Lança Coach e Formador nas áreas do Coaching, Liderança de Equipas e Impacto Comunicacional Docente universitário nas áreas comportamentais Facilitador e Trainer no Conselho Europeu de 2002 a 2008 Autor de diversos livros, entre eles ‘Como formar equipas de elevado desempenho’ e ‘Coach to Coach’ Cronista na imprensa nas áreas do coaching, liderança de equipas e educação / treino Preços:

Associados INATEL €20 Não associados €30

segunda-feira, 7 de Julho de 2014

Hábitos a treinar: 2) Objectivos… aprende a estar motivado!

A motivação está intimamente ligada à definição de objectivos. Objectivos ambiciosos mas exequíveis geram motivação. Objectivos constantemente fáceis geram desleixo. O auto-conhecimento é muito importante para saber como lidamos em diversas situações e não nos deixarmos iludir com o que outros possam fazer ou como reagem a determinados estímulos.

Existem pessoas com uma grande capacidade de serem persistentes, resilientes e focadas. Conseguem manter o foco motivacional durante mais tempo. Outras pessoas nem tanto. Não existe um equilíbrio perfeito entre a motivação intrínseca ou extrínseca. O ideal é depender de nós para estarmos motivados e não de causas externas, pois essas raramente podemos manipulá-las favoravelmente. Mas nem isso nos garante resultados.

O melhor objectivo para nos motivar deve preencher o principal requisito: ser o nosso objectivo.

quinta-feira, 3 de Julho de 2014

Hábitos a treinar: 1) Orienta-te por objectivos

Há uma certa ideia que a vontade é meio caminho andado para se alcançar resultados ou realizar as tarefas. Face à falta de vontade que muitas vezes é notória numa grande parte da população ou realizar simples planos nos seus trabalhos ou na vida, poderíamos estar tentados a concordar. Mas não!

A vontade é um pilar. Nada mais. O líder não pode apenas ter vontade. Tem de pegar nessa vontade e orientá-la para objectivos e caminhos a percorrer. Saber gerir a vontade em função das várias metas e do tempo. Um objectivo exequível mas aliciante e ambicioso, que seja capaz de ser medido por nós, tem à partida mais probabilidade de se manter ‘acesso’ a longo prazo.

Aprender a balizar objectivos de uma forma planeada e organizada. Na nossa vida profissional, esta orientação por objectivos e direcções trazem-nos imensas vantagens e evita-nos gastar energia desnecessariamente! Saber onde quer estar daqui a um x tempo.

quinta-feira, 26 de Junho de 2014

Com crianças...aposta no 'como' e não no 'conteúdo'

Alguém que trabalhe com crianças e jovens deve compreender que o ‘como faz’ é por vezes mais importante do ‘que faz’.

Porque as crianças e jovens muitas das vezes não conseguem compreender o que fazemos com elas e o porquê. Podem não gostar, mas nada as marca tanto quando trabalhamos com elas do que o modo como fazemos e interagimos com elas. Os valores, os exemplos, a coerência, a responsabilidade e reconhecimento.

Ela quer lá saber se eu sei milhares de histórias, se decorei isto e aquilo, se sei ler o jogo como ninguém. Ela observa-me e retira poucas, mas claras mensagens: fazemos as coisas de forma apaixonada, dou o exemplo, sou justo e coerente, falo de forma dirigida para cada um, etc.

Com o tempo eles compreendem o que fazemos. Porque entendem não apenas o resultado, mas o porquê de o realizarmos. Mas até a esse ponto, nada como…apostar que o que fazemos é correcto, mas o modo torna-o mais convincente.

terça-feira, 24 de Junho de 2014

A história da (in)formação: possuir e utilizar, duas coisas diferentes

A minha experiência numa formação no estrangeiro foi em Aarhus. Foi em Novembro de 2002. Era sobre a formação / training em algumas áreas mais sociais e eu, como formando, tirava anotações e apontamentos sobre o que era dado e a forma como era dinamizada. Eu já era formador em Portugal e interessava-me estas práticas.

Tirei diversos apontamentos. No final dos primeiros dias disponibilizaram-me um CD e um dossier com vários documentos. Para minha grande surpresa eram todos os slides e os possíveis apontamentos sobre os conteúdos que eu teria provavelmente retirado. Perguntei a um dos organizadores se com aquilo não tinham algum receio que nós utilizássemos todos aqueles slides e informações para nos aproveitarmos e darmos também formações quase a papel químico.

Ao qual ele me respondeu: “Faz parte criar novas raízes e esta é uma das formas. E não é a informação que diferencia, mas a utilização que damos à mesma.”

Marcou-me.

quinta-feira, 19 de Junho de 2014

Todos temos direito a uma opinião sobre a nossa selecção

A minha crónica no SAPO Desporto sobre este (enorme e demasiado) burburinho sobre a nossa selecção. Neste hábito de levarmos tudo a 8 ou a 80. E no hábito de culpar os outros sobre os nossos desempenhos.

http://desporto.sapo.pt/opiniao/rui_lanca/artigo/2014/06/18/ainda-poss-vel-claro-que-sim-mas

Se realizássemos dez jogos contra a Alemanha actualmente, quantos ganharíamos? Um? Nenhum? Esta afirmação impede que eu desejasse muito que a selecção vencesse o jogo? Claro que não. Desempenho, não ter competências, olhar para os atletas de forma complementar traz-nos algumas conclusões: actualmente a selecção de Portugal está alguns furos abaixo de selecções como a alemã.

Resume-se tudo à qualidade individual? Não. E à colectiva? Também não. Então vamos por partes. Observamos o jogo e conseguimos dividi-lo – pelo menos – em quatro pilares: táctico, técnico, físico e comportamental. E eles estão todos interligados. E nestes quatro pilares estivemos piores ou menos eficientes que os alemães. Menos soluções para todos os lugares e piores soluções no geral. Não chegámos bem fisicamente e percebe-se agora que a preparação e a adaptação ao clima foram curtas. Agregando a isto, naturalmente a parte mental e emocional foi-se desvanecendo. Mais uns do que outros, o foco e a preparação para este grau de dificuldade não foram devidamente preparados.

O que fazer com isto? Tirar as devidas ilações por que ainda é possível. Antes do Mundial começar, o nosso foco deveria ser de forma exequível os oitavos-de-final. E ainda estão ao nosso alcance. Sempre o tiveram. Não podemos comportar-nos como o fizemos contra a Alemanha. É verdade, mas houve claramente muitas reacções que apenas aconteceram porque nos foram ‘manipuladas’ pela estrutura e sistema alemão. Há que reconhecer o mérito deles. E é esta penúltima frase que é importante os atletas portugueses demonstrarem que está correcta.

Dar a volta. Como? O alinhamento tem de ser mais colectivo e mais exequível. Escrevi aqui que a existência de um Ronaldo é claramente favorável a Portugal. Todas as selecções quereriam ter um Ronaldo. Mas a sua dependência é claramente negativa. E não há um trabalho para que a tomada de decisão seja autónoma e não dependente sempre de passar a bola ao colega Ronaldo.

E as lesões, o que fazer com elas? Este tipo de contrariedades traz duas consequências: mais união e coesão; e mais dificuldades do ponto de vista estrutural. Mas se for bem gerida, o grupo tenderá a ficar mais forte enquanto a figura grupal. E nesta altura, é essencial este primeiro ponto, mais do que a predisposição para jogar. Rui Patrício é uma figura importante na selecção pela longevidade que já demonstra e pelo espaço que ganhou. Em termos técnicos, mais do que emocionais, Beto ou Eduardo podem substitui-lo. Pepe é um excelente jogador, mas mau atleta. É rápido, possante, evoluído posicionalmente…mas perde muito naquilo que o faria ser um excelente atleta. Coentrão o mais difícil de substituir. Hugo Almeida menos difícil. O que interessa é a predisposição, atitude e comportamento. E aí, o que entrar tem de ir com esse compromisso. Mais do que tudo.

quarta-feira, 18 de Junho de 2014

O ruído na nossa comunicação

Ruído

O ruído que existe na nossa comunicação interpessoal não significa apenas ruído auditivo, mas também ruído comportamental, cultural, técnico e de predisposição dos vários elementos para o diminuir ou contornar.

quinta-feira, 12 de Junho de 2014

Foco: como mantê-lo e como aumentar a zona de foco?


A primeira reacção foi de: "Imagem interessante. Gira!"

Depois, olhei de novo e pensei: que retirar desta imagem? Não sei se é diminuir o balão da esquerda, aumentar o cruzamento das mesmas ou gerir o que se quer e que se tem.

Mas a conclusão em redor do focus é interessante. Não desperdiçar e saber mantê-lo o mais tempo possível.

segunda-feira, 9 de Junho de 2014

Pensar como treinador é…

Focar-se muito em como arranjar soluções para os objectivos pretendidos e problemáticas existentes.

É olhar para as pessoas com quem trabalhamos, pensarmos quais os objectivos que elas estão capacitadas para atingir, até onde estão dispostas a ir, até onde conseguimos que elas vão, como potenciar o que elas têm, trabalhar o que não têm (ainda!) e dominar um conjunto de processos para as ir motivando, alinhando, reconhecendo, descobrindo a solução para as diversas etapas do percurso e estar lá. Presencial ou de forma espiritual, estar lá.

E como fazer isto para nós? Duas questões que penso que são fundamentais e com quem ainda este Sábado discutia isso: diagnosticar muito bem o que acontece e pensar em como fazer para atingir a situação que se quer.

sexta-feira, 6 de Junho de 2014

Dar aulas por vezes é um jogo

Dar aulas por vezes é um jogo! Que nem sempre se vence. Falo das aulas em que o intuito é transferir conhecimento, criar reflexões, conflitos por discordâncias ou melhorias. Do outro lado do jogo estão pessoas pensantes, mas que nem todos fazem uso dessa competência magnifica que é pensar.

Cabe-nos a nós estimular, desafiar, comprometer. Nem sempre se consegue. Umas porque não conseguimos mesmo, outras porque eles não querem mesmo jogar. Há uma espécie de parede que eles se recusam a transpor. Esta última faz-me confusão.

O que leva alguém a ir se a ideia é não estar presente? O que os leva a atribuir a factores externos e que não dependem de si toda a responsabilidade das facilidades e dificuldades que o mercado tem?

segunda-feira, 26 de Maio de 2014

Pode um Governo ser uma equipa de elevado desempenho?

Sim, se…

As equipas de elevado desempenho (EED) destacam-se de outras equipas acima de tudo pela regularidade com que concretizam os seus objectivos e atingem excelentes resultados. Claro que estes resultados devem-se a conjunto de outros fenómenos colectivos e comportamentais que não encontramos noutros grupos de pessoas.

Pode ser interessante analisar as EED e o processo de como se constitui um Governo, perceber quais os comportamentos mais recorrentes e interpessoais entre os Ministros e todas as pessoas que os rodeiam dentro dos seus grupos de trabalho e por fim, avaliar os denominadores mais comuns das interacções entre as várias pessoas de um Governo.

A visão e a missão de uma equipa governamental tem uma vantagem comparativamente a outras organizações e equipas. Está definida! O mais difícil é não entende-la. O mais fácil é não respeitá-la e provável e juntamente com a escolha das pessoas, começará neste ponto a primeira grande incoerência que as EED não cometem.

Na formação de um Governo cabem um conjunto de peritos em algumas áreas mais técnicas (principalmente as das Finanças e Economia), outros elementos encaixam-se em pastas igualmente complexas mas com outro tipo de foco e problemáticas (Educação, Saúde ou Segurança) e aí procura-se um perfil mais político / dirigista e finalmente, pastas menos problemáticas com políticos mais relacionais do que propriamente carismáticos ou focados nos resultados quantitativos.

Este ponto parece-nos bem. Pessoas multidisciplinares, multifacetadas e diferentes em termos formativos, educacionais e culturalmente. Perfeito! Caber-nos-ia analisar se as peças estão nos sítios correctos, à altura das exigências da tarefa e da relação interpessoal que é fundamental para que o trabalho colectivo seja muito superior à soma dos desempenhos individuais. E saber se todos estão dispostos a sacrificar os seus objectivos individuais (que até podem estar englobados em alguns dos objectivos colectivos, seria o ideal!) em prol da tal visão, missão e objectivos colectivos que é afinal de conta, o rumo do País.

Existem mais três pontos essenciais:

- um sentimento de melhoria contínua ao nível dos resultados que produzem e que pretendem sempre superar;
- predisposição interpessoal, ponto fundamental para que os elementos do Governo comuniquem obrigatoriamente uns com os outros e estejam predispostos para se ajudarem; 
- e por último, flexibilidade comportamental, capacidade que permite às pessoas entenderem pontos de vista de outras pessoas, ou não fosse essa uma das principais qualidades que um Governo deva ter.

É usual defender que as EED possuem acima de tudo peritos nas relações interpessoais. Que sabem fazer o que é necessário do ponto de vista técnico, mas a predisposição para o trabalho colectivo esteja acima de tudo.

Outros governos europeus podem ter até mais recursos financeiros. Mas onde eles são de facto diferentes é no sentido de cidadania. Que inclui muito, mas mesmo muito, um sentimento de predisposição colectivo enorme. Quer para o cidadão (cliente externo) quer para o colega (cliente interno)!

quarta-feira, 14 de Maio de 2014

Coaching e Varinha Mágica

Qualquer semelhança é pura...coincidência.

quarta-feira, 7 de Maio de 2014

Conversa hoje com...Isabel Pinto da Costa, da revista SportLife

Hoje a conversa é com a directora da revista SportLife. Uma revista de sucesso num contexto marcado pelas dificuldades em quase toda a Comunicação Social, especialmente no 'papel'! Uma revista e uma pessoa de top!

Aqui vão as questões e um Muito Obrigado Isabel!

- Motivação, o que tens a dizer? O que nos faz escolher uma coisa em vez de outra porque temos um Objetivo, um móbil, que nos puxa para determinada acção.

- O que te faz querer aprender mais? É um entretém da mente que nos torna o cérebro ativo e nos faz pensar, a actividade mais maravilhosa de todas.

- Equipas boas, o que são? Funcionam em torno do mesmo Objetivo, colocam as metas de grupo acima das suas próprias metas.

- Um líder! Quem e porquê? Jesus porque conseguiu milhões de seguidores em todo o mundo espalhando uma mensagem de paz.

- Errar ou não errar? Porquê? Errar sempre porque quem não erra é porque não tem consciência dos teus erros o que dificulta a aprendizagem.

quarta-feira, 23 de Abril de 2014

Conversa com... 5 perguntas, António Fidalgo

E continuamos o filme. Esta semana com o António Fidalgo. Ex-Jogador de Futebol, dos melhores! Hoje é formador nas áreas de Coaching e PNL! Comentador na Rádio Renascença em alguns jogos!

- Motivação, o que tens a dizer? Catalisador com capacidade para estimular e/ou dinamizar algo! Até que ponto estaremos - consciente ou inconscientemente - sempre motivados? Ter motivos bem definidos para agir fornece a energia necessária para descobrir o que realmente se quer, onde se quer chegar e como o fazer, para… ir até lá.

- O que te faz querer aprender mais? A vontade de descobrir algo novo. O que é isto? A vontade de fazer algo de novo. Para que serve isto? A vontade de melhorar em algo. Como posso ser melhor com isto? A vontade de fazer a diferença. Como posso ajudar os outros com isto? Ah…também aprendi isto! 

- Equipas boas, o que são? Um conjunto de pessoas que se interligam e interagem, com uma finalidade (objectivo) comum. Uma adição em que o resultado é superior à soma das partes

- Um líder! Quem e porquê? Sem especificar ninguém em particular, alguém que com a sua capacidade de liderança estimule e potencie essa mesma capacidade nos outros.

- Errar ou não errar? Porquê? Se não desafiar…não erra! Se errou, muito provavelmente...é porque arriscou! O erro potencia novas aprendizagens. Se não arriscar, se não se desafiar, a probabilidade de errar é tão pequena, como a possibilidade de aprender algo novo - como fazer diferente! O receio de errar é demasiado castrador.

Bora?