Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios. (Rui Lança)

segunda-feira, 26 de março de 2012

Palestra em Torres Novas



Dia 23 em Torres Novas com a ajuda de um profissional e amigo José Lopes! Bom ambiente e elementos, fica sempre a sensação que se poderia ficar ali mais tempo a discutir e interagir sobre temáticas muito importantes para os dias de hoje.

terça-feira, 20 de março de 2012

Obrigado para Coimbra



Sexta-feira passou, mas não posso deixar de agradecer a amabilidade dos Professores e alunos do MBA da Faculdade de Economia da UC. Obrigado pela participação, desafio e partilha de ideias.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Porque há organizações e equipas que funcionam melhor que outras?

Em 2011 abordámos neste espaço algumas das características que estão associadas às equipas e organizações de elevado desempenho e que as diferenciam de ‘outras’. Poderíamos recuperar novamente algumas das nuances que apresentam, mas será isso por si só suficiente para explicar o sucesso das mesmas? Será apenas um processo tão estandardizado que nos permita criar receitas para o sucesso?

A resposta é claramente NÃO!

Então deparamo-nos com outra questão: Que tipo de processos de formação e dinâmicas de grupo podemos aplicar e dinamizar para facilitar e fomentar esse resultado nas equipas e organizações?

Não existem as tais receitas para que estas equipas se criem, se mantenham no tempo e consigam enfrentar e superar com maior eficiência os obstáculos e desafios que outras equipas. Há um conjunto de processos e dinâmicas que podem ser aplicados na equipa considerando o contexto, a liderança, as identidades das pessoas, os objectivos, os procedimentos adjacentes ao dia-a-dia da organização onde essa equipa se situa.

Sempre conscientes que tal como os processos operacionais, técnicos, tácticos, físicos que para se manterem eficientes ou melhorarem, precisam de criar rotinas e hábitos de exigência, avaliação, de continuidade, também os processos para motivar, potenciar e criar patamares de elevados desempenhos nas equipas devem ser aplicados diariamente. Não podemos pensar que umas horas de treino num ginásio por mês ou ano nos faça estar aptos para fazer uma meia ou maratona. Mesmo sabendo como se corre ou o que se deveria fazer para correr essa distância.

Como melhorar as competências no trabalho em equipa? Para lá dos processos relacionados com a comunicação, o espírito de equipa, dar e receber feedback, reconhecimento, responsabilidade, existem alguns processos que podem distinguir a rotina e a formação relacionada com as equipas de elevado desempenho:

- Criação de submetas e a equipa saber jogar com a sua motivação: a equipa deve criar metas específicas, desafiadoras e que crie compromissos entre todos. A utilidade da criação de submetas, pequenos momentos que servem para aumentar a confiança da equipa à medida que pequenos objectivos inseridos no objectivo macro vão sendo superados.

- Orientar as equipas em situações de solução de problemas: Fomentar a equipa a trabalhar a necessidade de chegar a resoluções de problemas comuns, criando contextos onde é fundamental definir prioridades no processo de situações para serem geradas soluções de problemas e não enfoque nos problemas.

- Treinar as competências necessárias: Não é mais do que criar mecanismos de repetição e evolução das nossas acções, situações individuais e colectivas, formação em diferentes áreas. A palavra treino, que não é exclusiva do desporto, significa para lá do hábito ou da repetição, tem como indispensável a evolução, apurar a eficiência dos actos e reflectir sobre os mesmos.

- Promova um ambiente positivo: Crie não apenas normas processuais relativamente a resultados e comportamentos de respeito, reconhecimento, etc., mas também de tolerância e excelência de espírito de equipa. Técnicas como dar feedback positivo cada vez que um colega execute algo pode ser um bom método, desde que não se desvalorize a importância.

- Facilite a gestão de emoções e conflitos: Termine com a ideia que conflitos e pessoas emocionais são prejudiciais, criando momentos onde esses mesmos conflitos e emoções geram excelentes ideias e momentos de melhoria do espírito de equipa.

- Promova a inclusão, participação e fundamentação: Dê hipótese que todos de forma voluntária possam apresentar a sua perspectiva sobre a situação, não por norma, mas por acto reflectido de criação de valor. Não dê apenas o momento, ensine a melhorar a participação de todos.

Estes são alguns processos e as dinâmicas individuais e colectivos que fazem coabitar um conjunto de elementos num determinado contexto, com objectivos estabelecidos e uma estratégia para os alcançar valorizando e potenciando todos os recursos existentes e que consigam contribuir para aquilo que denomino de Inteligência Colectiva:

É conjunto das competências dos elementos que compõem o TODO e dos processos/dinâmicas criados para potenciar as mais-valias de TODOS os recursos humanos na concretização dos objectivos propostos e alinhados.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Carris, uma empresa diferente!

No passado dia 29 de Fevereiro fui à Carris dar uma palestra sobre algumas das temáticas que estão incluídas no meu livro para aproximadamente 80 colaboradores. Já tinha a ideia de ser uma empresa bastante diferente da carga menos positiva que temos de outras empresas da mesma natureza. É uma empresa a preparar-se cada vez melhor para os desafios futuros! Dia 29 foi o constatar da simplicidade de alguns processos que marcam a diferença.

Muito Obrigado por me terem disponibilizado esta oportunidade!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Apresentação em Coimbra

Dia 16 de Março em Coimbra, na Livraria Lápis de Memórias às 21h00. Antes, na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra!

Apareçam!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Cinco aspectos fundamentais na comunicação em equipa

Quando se fala em aspectos essenciais nas relações e no trabalho em equipa, há algo que aparece sempre, mas sempre, nas minhas primeiras escolhas: comunicação colectiva!

Ao ler e trabalhar com e para equipas, vou ficando ainda mais convencido da sua importância e da minha escolha.

Num artigo interessante que li, um autor tentava focar estas temáticas e obstáculos na dificuldade em comunicar colectivamente em cinco pontos fundamentais. Adaptadas ao meu padrão de análises, com umas pitadas da minha visão, aqui vão:

. Ser claro: Aprendi este princípio quando colaborei com uma ONG e estávamos na Finlândia: ser claro, concreto e conciso.


. Ser presente: Quando se comunica com alguém, é preciso que esses dois comunicadores estejam presentes, atentos, comprometidos com a conversa e o resultado da mensagem chegar ao destinatário.

. Ser empático (minha proposta): Por tudo o que a própria palavra ‘emprega’, a capacidade de nos colocarmos nos sapatos do outro provoca uma sinergia e uma aliança forte e com capacidade de compromisso mais eficiente.

. Ser flexível: A capacidade para argumentar, fundamentar as nossas ideias, aceitar e ser flexível e tolerante às ideias dos outros, mesmo que não se concorde com as mesmas. Talvez o grande fruto de trabalhar com outras populações, aprender a ser flexível e tolerante.

. Ser assertivo (minha proposta): Também pelo seu significado, capacidade de dizermos aquilo que pensamos sem faltar ao respeito ao outro. O que se vê durante o nosso dia-a-dia é…a inexistência disto!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Alinha os teus objetivos com o teu colega

Artigo que pode ser lido aqui.

Ao envolveres alguém no teu treino deves assegurar-te que contemplas:

. Os objetivos dele, inserirem-se num intervalo próximo dos teus objetivos que permita que não te desleixes muito ou que não estejas sempre em perda.
. As motivações dele serem, pelo menos, alinhadas com as tuas.
. Se o objetivo for bastante competitivo, porque sozinho é mais difícil, definir com o maior grau de antecedência e alinhamento, quem faz o quê em cada momento durante o processo de treino.
. Conheceres bem os pontos fortes, as fraquezas e onde se pode melhorar e, assim, a partilha de boas práticas pode tornar-se num hábito bastante positivo.
. Haver sintonia e empatia antes, durante e após o treino, dado que te possibilita uma maior proximidade ao teu ideal de treino, porque é o teu e não apenas o dos outros.

Estas ações ajudam-te! Partilhas boas práticas, ajudas e ajudam-te a definir objetivos mais exequíveis e/ou mais ambiciosos, tens companhia, mais frontalidade para comunicar com os outros e informar os pontos a melhorar.

O não contemplar estes fatores pode fazer com que rapidamente te deixes ir novamente, e começares a treinar sozinho. Que até ao não treinar, pode ser um passo… bem pequeno.

E não esquecer que sabermos bem como somos e o que queremos permite-nos quantificar melhor o que estamos dispostos a dar de nós próprios para alcançar os objetivos, a ceder, quantas sessões de treino conseguimos suportar, o que conseguimos…