Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios. (Rui Lança)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ouvi três defeitos que um líder não pode ter...

E um deles é mentir. Se há melhor? Fica para outros espaços.


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Um Psicólogo do Desporto no Futebol Profissional

Hoje no DN...

"O especialista Pedro Almeida passou a estar perto da equipa de Jorge Jesus depois da derrota na Madeira com o Nacional.

O plantel do Benfica passou a ser acompanhado pelo psicólogo Pedro Almeida há já algumas semanas. A decisão foi tomada pelo presidente Luís Filipe Vieira e pelo director desportivo Rui Costa, sabe o DN, após a derrota na Madeira, com o Nacional, a 21 deste mês.

Trata-se de um regresso à equipa principal, depois de no início da época passada, tal como o DN avançou, o treinador Jorge Jesus ter prescindido da sua presença junto da equipa principal, passando Pedro Almeida a exercer funções apenas junto da formação.

Só que os maus resultados neste início de época e a falta de confiança de alguns jogadores obrigaram a esta decisão por parte da estrutura da SAD, à qual Jesus, desta vez, não se opôs. Um dos atletas que mais beneficiaram com a presença constante e os metódos do psicólogo foi o guarda-redes Roberto Jiménez, que aos poucos viu aumentar os seus níveis de confiança ao ponto de, na Luz, muitos dizerem que já não parece o mesmo que iniciou a temporada. Esta noite terá oportunidade de prová-lo na Alemanha, ante o Schalke.

Sabe o DN que o trabalho de Pedro Almeida incidiu, numa primeira fase, na recuperação psi- cológica dos atletas, que ficaram bastante afectados com as três derrotas consecutivas com que abriram a época (FC Porto, Académica e Nacional), tendo depois procurado reforçar a confiança e o controlo emocional entretanto perdidos pelos jogadores.

Pedro Almeida tem um papel importante na melhoria da autoconfiança da equipa, mas também teve uma intervenção de relevo na conquista do título da época passada. É que, apesar de na altura não fazer parte da equipa principal, a SAD solicitou, por várias vezes, a presença do psicólogo junto de alguns jogadores na fase decisiva do campeonato. O DN sabe que aquele clínico chegou mesmo a deslocar-se a casa de alguns atletas fora das horas de treino para trabalhar a confiança e o controlo emocional."

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A gestão do Futebol Profissional do Sporting vista por alguém de fora!

A época ainda agora começou e curiosamente, já se pede a cabeça de alguém relacionado com o Futebol Profissional do Sporting. E desta vez não é do treinador, que - ao que parece - até tem tido a coragem para fazer alguma gestão de conflitos que outros dirigentes não têm assumido. O mesmo que acontecia com Paulo Bento.

JEB é contestado. Atenção...ganhou as eleições há um ano com 90% dos votos. Costinha, que em Dezembro de 2009 tinha sido vetado pelo ex-futuro treinador dos verdes que acabou por ir para o Porto, assumiu a pasta do Futebol e, sendo verdade que sem dinheiro é mais difícil, acabou por falhar na gestão das contratações e saídas de jogadores.

Têm passado demais Directores Desportivos ou do Futebol nos últimos anos. Pedro Barbosa, Sá Pinto, Costinha, etc...Muitos para tão poucos resultados. Diria mesmo que o melhor elemento, quer se goste quer não se goste, que passou nos últimos anos pelo Futebol Profissional do clube foi o agora seleccionador nacional. Ganhou pouco, mas ganhou algo. Não ganhou mais, mas também não será com outros que irão ganhar. O clube assumiu uma fixação pelo desequilibrio e desnorte que de x em x tempo volta ao local do crime. É uma espécie de cópia do que era o Benfica até há uns 3 ou 4 anos e que poderá sempre lá voltar.

O clube terá de assumir as suas forças e fraquezas, e uma delas - sempre na comparação com o Benfica e Porto - é que a capacidade financeira é menor e com isto, exige uma ponderação melhor na política de contratações. Como acontece com o Sp. Braga por exemplo.

Existem em Portugal milhares de treinadores e também gestores de plantéis, directores, etc. Todos de nós temos um pouco, mas como explicar a venda do melhor ou segundo melhor central do plantel quase a custo zero (ou foi mesmo a custo zero?) e aquisição de um central argentino de 2.ª ou 3.ª linha por 3 milhões de euros? Que não joga! E a venda ou o desbravar de jogadores da Academia como Pereirinha ou Adrien para ir buscar brasileiros com menor valor? E Caneira...que se passa ali, ou um jogador que era titular e jogou nos melhores campeonatos do mundo não tem lugar nem no plantel?

Amanhã haverá uma Assembleia e começam a aparecer interessados...e onde falha mesmo, é na gestão de recursos humanos e desportivos. Falta e falha mesmo!

sábado, 25 de setembro de 2010

Ter habilidade é bom mas...

Ter habilidade é algo de bom, mas ter habilidade para descobrir habilidade nos outros é, esse sim, um verdadeiro teste...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A diferença entre a formação/treino e a realidade

Quem treina, quem é treinado, quem forma ou quem está presente em formações, encara sempre a gap entre a formação/treino e a realidade como um desafio que persegue a busca pela perfeição dos treinos e formações.

A adaptação do treino e formação àquilo que encontramos na realidade é um contexto que deve preocupar quem forma e treina e quem decide 'colaborar' e participar nessas acções.

Tal como encontramos atletas que treinam como competem, também encontramos formandos que participam nas formações e dinâmicas que constam delas tal como estivessem a 'sério'. Para quem forma, dá gosto ver os formandos a aplicarem-se e esforçarem-se ao máximo nas dinâmicas. Tal como qualquer treinador adora ver os seus atletas a focarem-se nos objectivos do treino quer na parte técnica quer na parte emocional.

Cabe ao treinador e formador encontrar os melhores exercícios e metodologia para que os atletas e formandos possam encarar a personagem da competição e dia-a-dia de trabalho de forma igual, com a menor diferença possível! Não se fala apenas dos exercícios técnicos, tácticos, expositivos ou questionários x ou y. Fala-se na atitude igual, comportamentos semelhantes, dedicação e partilha dos valores individuais e de equipa.

No ponto 1, cabe ao formador e treinador dar as ferramentas e informações necessárias para que se possa caminhar e descobrir (ponto 2), caminho em que a seta azul significa a decalage entre o treino e a realidade.

O ponto 3 é a protecção (dos três p's de quem lidera) por parte do formador e treinador, perceber o timing correcto para 'deixar ir' o atleta à realidade confrontar-se entre o que possui e o que é necessário.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A gestão de carreira de Mourinho

José Mourinho tem gerido bastante bem a carreira. É a ideia que passa e bem. Alinhado com o empresário de Futebol com mais sucesso a nível Mundial, Jorge Mendes, Mourinho tem conquistado êxitos em diversas áreas. Mesmo nos momentos da saída dos clubes tem-no feito com qualidade, apesar de - pessoalmente - não concordar com alguns pontos.

Saiu a ganhar na sua saída do Benfica, em que vence 3-0 ao Sporting na Luz e confronta Vilarinho com a exigência de mais um ano. Quando vence a Liga dos Campeões pelo Porto e negoceia logo ali com o Chelsea. Quando vence a Liga dos Campeões pelo Inter e negoceia logo para o Real Madrid. Vários casos...por cima.

No entanto, nesta rábula da FPF, Madaíl, Real Madrid e José Mourinho, diria que pela primeira vez, vejo José Mourinho a sair mal na fotografia. Disse a todos que estava interessado e receptivo em ser o Seleccionador Nacional (por 2 jogos...), assumiu publicamente essa vontade, a não compreensão do Real Madrid em não deixá-lo ir e por fim...Madaíl acaba por não assumir formalmente o convite, dizem as más línguas. Mourinho mostrou-se e o Real Madrid defende-se que não recebeu convite.

A coisa correu mal e como costume...Madaíl anda no silêncio, onde se move melhor!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Coaching, Desporto e o jornal Público

No Público

Os treinadores e os líderes desportivos estão a recorrer cada vez mais a um tipo de formação que nos últimos dois anos se tem multiplicado em Portugal e pela Europa. Trata-se do coaching, uma área que começou a ser utilizada pelas empresas para potenciar o rendimento dos seus colaboradores e que, ultimamente, está a chegar àqueles que têm por objectivo liderar formações desportivas.

Augusto Inácio, Manuel Machado ou o ex-andebolista Carlos Resende foram alguns que já tiveram contacto com esta nova realidade e consideram que os resultados são positivos. O antigo treinador campeão de basquetebol Jorge Araújo foi mesmo um dos pioneiros na utilização desta técnica, quer no desporto, quer nas empresas em Portugal.

Teoricamente, esta técnica aumenta a confiança, a capacidade de comunicação entre técnico e atletas, amplia competências, permitindo uma melhor utilização do potencial dos desportistas. E os cursos multiplicam-se, requisitados por clubes e empresas.

"É uma ferramenta transversal a toda a sociedade e mais importante ainda quando se tem por actividade dirigir um grupo de trabalho", garante Carlos Resende. "Ajuda a adquirir competências para retirar o melhor partido do conjunto de atletas que fazem parte de uma equipa e dos próprios técnicos. Mas é tão importante no desporto como em qualquer empresa", continua aquele que é ainda hoje considerado por muitos como o melhor andebolista português de sempre.

Resende frisa que um dos aspectos mais importantes é a eficácia com que depois se consegue passar a mensagem para o grupo: "Conseguimos transformar os vários objectivos de cada atleta num objectivo mais amplo que é o da equipa."

Uma opinião partilhada por Pedro Vieira, co-proprietário de uma empresa que presta serviços de coaching. Este especialista em programação neurolinguística e neuroestratégia refere que muitas vezes no futebol parte-se do princípio que todos os atletas estão focados no mesmo objectivo, o que, no seu entender, não é verdade. "Cada elemento tem as suas ambições e a função de um líder é fazer convergir todos para algo maior que é o bem do grupo.

O coaching permite treinar técnicas, por exemplo, para desenvolver confiança entre o treinador e os atletas", explica aquele economista que, depois de trabalhar numa multinacional onde lhe foi proporcionado o acompanhamento por um coach, passou a interessar-se tanto pela área que acabou por fazer vários cursos em Inglaterra. Pedro Vieira aponta o actual momento da selecção nacional, na qual diz existir uma "grande dificuldade em reunir os vários talentos que a equipa possuiu num objectivo comum", como um exemplo em que o coaching seria importante".

Evitar declarações a quente

O interesse nesta área está a aumentar entre os profissionais do futebol. Manuel Machado, treinador do V. Guimarães, só conseguiu participar em algumas sessões num curso na Madeira, mas pretende conhecer melhor aquilo que define "como mais uma ferramenta de trabalho". "Nas poucas sessões em que participei fiquei com a ideia que a forma de comunicação, a capacidade de fazer passar a mensagem é particularmente importante", diz.

"É uma coisa nova que não visa a táctica, nem os treinos, mas ajuda sobretudo na organização e oferece-nos uma preparação extra, por exemplo, no relacionamento com a imprensa, evitando muitas declarações imprudentes a quente. Passamos a fazer uma antecipação mental das coisas", conta, por seu lado, Augusto Inácio que garante estar a tirar dividendos do curso Sports Coaching que frequentou. "Passei a ter uma capacidade maior de automotivação, acreditando que é possível superar obstáculos que consideramos impossíveis. Também se aprende a passar essa motivação para o grupo", remata.

O especialista em Psicologia Desportiva Jorge Silvério confirma que o coaching utiliza a psicologia para aumentar as capacidades de treinadores e dirigentes. "Há um conjunto de técnicas e estratégias que o coaching está a recuperar para o desporto que são muito importantes e permitem ao treinador ganhar em liderança, comunicação e interacção", diz. Os formadores de coaching referem que os técnicos perderam, com a dedicação extrema aos aspectos tácticos e físicos, aspectos como a motivação e a comunicação. "O coaching está a trazer novamente muito daquilo que se tinha esquecido em termos de liderança e motivação", conclui o coach Ricardo Silva.

domingo, 12 de setembro de 2010

Basquetebol é um mundo à parte nas equipas!

Terminou o Campeonato do Mundo na Turquia com a vitória dos EUA sobre a anfitriã na final, não muito bem disputada, é um facto, mas num espectáculo digno de ver, nem que fosse pela capacidade que o desporto mais uma vez demonstrou em juntar um país que fica meia Europa meia Ásia, com inúmeros culturas todas juntas unidas pela modalidade/país.

O que trago para a conversa - algo que cheguei a tentar explicar ao meu amigo PS e mais dois seus amigos - é que o Basquetebol é de longe a modalidade colectiva mais complexa que existe, a que mais regras tem, a que mais condicionantes quer no acto defensivo quer no acto ofensivo fomenta, exige e proporciona aos atletas e equipas.

Observar o método de trabalho de um treinador de Basquetebol ou de outra modalidade colectiva é um trabalho engraçado. Não digo com isto que os treinadores de basquetebol sejam melhores que os outros, até porque são 'mundos' diferentes. Apenas refiro que no Basquetebol existem tanta estatística, tanto dado importante, um ritmo tão elevado no jogo, condicionantes como o tempo de 24'' no ataque, 10'' na transposição para o meio-campo do adversário, 3'' no garrafão, segundos para repor a bola em jogo, etc...

Ao nível das dinâmicas de equipa ou grupo, o Basquetebol oferece um conjunto infindável de referências para se estudar as inteligências colectivas, dado o ritmo a que acontecem. Boa modalidade para se estudar...

sábado, 11 de setembro de 2010

Algumas acções de formação!

Próximos tempos, próximas acções de formação!
Dia 18 de Setembro, Porto.




Coimbra, 9 de Outubro


Objectivos do Curso: A participação neste curso visa desenvolver objectivos e princípios de trabalho em grupo, fomentar uma comunicação aberta e coordenada entre todas as partes integrantes, definir os papéis e áreas de responsabilidade sobre o trabalho a ser desenvolvido por cada elemento das equipas, um nível superior de autonomia e inter-dependência nas equipas e um estilo de liderança adequado ao ambiente, pessoas e situaçõe...s.

Destinatários: Líderes, Dirigentes, Chefias, Coordenadores de Equipas e Projectos e Treinadores.

Conteúdo Programáticos: O programa do curso considera a abordagem a conteúdos técnicos na área da Liderança, Gestão e Coordenação de Equipas, designação da visão e missão de uma equipa, sempre através de uma vertente prática (dinâmicas e exemplos) e experiencial do saber fazer.

Bloco 1. Equipas: realidades, autonomia e características .
Bloco 2. Liderança: Estilos e Contextos . Bloco 3 . Coaching: Individual, Organizações e Equipas.
Bloco 4. Comunicação nas Equipas .
Bloco 5. Gestão de Conflitos e Interdependência.
Bloco 6 . Visão e Missão das Equipas

Formador: Rui Lança
Formado na área do Coaching pela International Coaching Federation
(ICF), Executive Master em Auditoria em Gestão na EGE da Universidade Católica do Porto Pós-Graduação em Liderança e Gestão de Equipas pelo INA Mestrado em Gestão do Desporto pela FMH/UTL.

Para mais informações:
e-mail: comercial@cedis.pt
Telefone: +351 21 967 66 20
Fax: + 351 21 967 66 69

Mais a Sul...Portimão

Introdução ao Coaching

Coaching: Liderança

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

E na 4.ª jornada...tudo se foi!

E pronto...já está! Na 4.ª jornada...tudo se foi. Nem mesmo o empate serviria, o Benfica à 4.ª jornada deixava de depender dele próprio para poder ser campeão da Liga de Futebol. Fruto do quê?

Hoje - não terei problemas em considerar - que o Benfica foi claramente prejudicado pelo único árbitro profissional de Portugal. Afirmo que errou, como qualquer outro, por isso sem intencionalidade. Dois penalties, um golo mal anulado até porque a haver dúvida, aquela agressão ao Coentrão...bem, a colecção dos cartões amarelos ficariam por muito tempo.

Mas não, à 4.ª jornada, com 3 pontos em 12 possíveis, o Benfica hipotecou a Liga. Radical? Não! E direi mais que com uma vitória do Porto sobre o Braga e a ficar com 5 pontos de avanço nesta jornada, tudo pode ficar prematuramente decidido. Será uma luta depois pelo 2.º lugar...daqui a uns meses falaremos.

Tantos erros na preparação da época já foram referenciados! Tanto dinheiro gasto em contratações erradas para lugares despercebidos. Jorge Jesus volta a falar antes de qualquer tempo ao dizer novamente que eram embatíveis! Para quê?

Uma equipa deve ter isto...Uma sociedade também

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Walk the Talk!

Walk the Talk...uma expressão utilizada muito pelos americanos. Simples que traduz a necessidade de termos pessoas (onde quer que estejam e o quer que estejam a fazer) que consigam fazer aquilo que falam.

Na gestão e/ou no marketing apontamos para a característica que tanto se pretende nos produtos e serviços, a fiabilidade, a capacidade de ser aquilo que diz ser.

Nas pessoas, caso elas não seja o serviço, dou cada vez mais valor às pessoas que fazem o que dizem e não os que falam demais. Preferindo mesmo alguém que diz que faz pouco mas que o faz, do que alguém que fala mas faz uma percentagem reduzido. Saber-se com o que se conta...talvez seja essa decalage das expectativas vs realidade que me acalma.

A frase é tão simples, com um impacto vivencial de enorme dimensão que temo que nenhuma palavra minha possa acrescentar nada melhor.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Começamos por onde hoje?

A lista é enorme e para quem acha que falar depois é mais fácil (sim, concordo), mas podem filtrar ao lado e verificar que a grande maioria do zé povinho já sabia que isto não ia começar bem. Resta saber se terminará bem ou mal?

1. Há quanto tempo que a selecção nacional não começava um jogo apenas com portugueses?
2. Repararam que o Yannick Djaló jogou na selecção...? A partir de agora, basta saber correr para poder ser convocado.
3. O que vem lá de fora...é sempre melhor que interno? Manuel Fernandes...foi dispensado do Valência! Será que Ruben Amorim não tinha espaço nesta selecção? Miguel Veloso não terá mais ritmo?
4. Os russos do Zenit devem estar a pensar como deram 22 M € pelo Bruno Alves!
5. A brincar, apenas a brincar, Eduardo afinal também dá ou tira pontos.
6. Raul Meireles jogou...sem ritmo, porquê?
7. Por momentos pensou-se mesmo que não era o Carlos Queiroz a comandar a equipa, mas depois percebeu-se que sim...quando tirou Hugo Almeida.
8. Chipre com 10 % da nossa técnica era uma grande selecção, nós com 10 % da entrega dos cipriotas éramos uma grande selecção.
9...Se tiverem mais contributos, venham daí!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vejam isto senhores treinadores...

A tal fiabilidade de todos dizermos que queremos isto e aquilo e alguns o fazerem mesmo!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Lamenta? Lamentamos!!!

Palavras de Gilberto Madaíl :

"Lamento tudo o que se está a passar", disse o presidente da FPF quando questionado sobre a sua posição relativamente à ausência de Carlos Queiroz."

Lamenta, mas pergunto porque não faz nada? Porque se mantem em silêncio há diversos meses? Pensaria que a sua posição de liderança era apenas para decidir coisas boas e dar 'tachos'? Mesmo que essas coisas boas para ele sejam gastos de dinheiro dos cidadãos que descontam e bem?

Pessoas que querem ser chefes para decidir coisas apenas que sejam confortáveis...onde é que eu vi ou ouvi isto?