Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios. (Rui Lança)

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Ontem no Ignite no ISCTE


Ontem no Ignite no AUDAX/ISCTE. Obrigado pelo convite e pela dinâmica! 5' sempre...a incendiar nas 'paletes'. Parabéns Miguel Muñoz Duarte!

Para mais informações do que é 'isto' do Ignite, aqui vai!

http://igniteportugal.clix.pt/

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Próxima leitura...


'Cheira-me' que este livro tem muita a partilhar...

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Como se cria e alimenta uma cultura?

Uma cultura não se inventa. As que crescem rapidamente caiem geralmente ainda mais rápido. A cultura artificial é apenas uma tinta que aguarda que passe água para a desvirtuar. Também nas pessoas e nos grupos/equipas, institui-se uma predisposição para uma determinada cultura, mas não se inventa, ela vai acontecendo com o contributo de todos para o resultado final.

A cultura é um conjunto de atitudes e comportamentos alinhados e compatíveis. Se encorajarmos as pessoas a partilhar, teremos uma cultura de partilha, etc. A cultura…são hábitos que se formam. Podem ser bons…ou não. Por vezes diria que nem se deve pensar muito na cultura, deve ser mais ir fazendo e esperar que a mesma se desenvolva.

Não se pode obrigar o grupo de pessoas a ter um comportamento assim ou de outra forma. Compromete-se que assim seja…alinha-se, as pessoas fazem parte dessa formação de cultura. Uma cultura de frontalidade…ganha-se pelo facto das pessoas serem frontais.


A ajuda ao outro, a predisposição interpessoal, a empatia…uma cultura assim faz-se de pessoas que se ajudam, estão atentas e dedicadas e sabem de antemão que para que falem com elas, devem estar predispostas para ouvir e para que a ouçam, falam para que os outros estejam atentos.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Team Building and Communicational Impact

Alguns dos slides utilizados na formação no MIT no ISCTE.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Quando o treinador ganha por ter um coach

Algumas culturas de treinadores aceitam melhor e potenciam ainda mais o processo de coaching a eles próprios. Os treinadores americanos começaram a perceber os inúmeros ganhos que poderiam atingir se fossem observados e analisados durante os seus treinos e jogos.

Análises aos seus comportamentos, à sua postura, à forma como comunicam, às mensagens que chegam aos atletas e outros dirigentes, ao feedback que dinamizam e ao retorno individual e colectivo que conseguem obter.

Muitos treinadores de diversos desportos (mais colectivos) têm solicitado este processo de melhoria. Também implica uma aceitação em sair da zona de conforto, mas a melhoria nas acções, no impacto comunicacional e nos treinos tornarão rapidamente os seus actos mais eficientes. E com mais eficiência e menos hiatos...porque não?

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Quando nos habituamos à mediocridade por ser normal…

O mediano não deveria ser a mesma coisa que mediocridade, mas o hábito tem este condão de ganhar ‘direitos adquiridos’. A verdade é que nos habituámos em muitas das acções diárias a ser confrontados com o baixo desempenho em muitos serviços que prestamos e consumimos.

A falta de empenho, o descrédito e a baixa capacidade de tentar que o normal seja um bom nível de qualidade, levou-nos a encarar outra lógica actualmente: considerar que ser bem atendido, lutar por aquilo que consideramos justo, existirem relações interpessoais sem julgamentos constantes de juízos e valores…já não é ser normal, mas sim, algo raro.

Estranha-se que a mediocridade ganhe assim tantos adeptos, mas tem ganho. Talvez porque lutar contra um hábito e uma multidão é quase como combater uma tribo, não se sabe bem porque se corre, mas com quem se partilha essa vontade de correr.

Mas o que estranho ainda mais não é o nível baixo entranhar-se em ‘nós’, mas sim as pessoas andarem cansadas a defender a mediocridade. Até porque deve ser desgastante defender que deveremos conviver e coabitar com acções que se nivelam por baixo. As consequências são poucas e quando as há, fracas.

Perguntarei eu: não seria preferível desgastarem-se por algo superior, mesmo que ainda hoje, se considere que a excelência já não é estar num topo de uma escala qualitativa, é apenas…fazer aquilo que deveríamos naturalmente fazer: exigir que se lute por direitos, pela eficiência e clareza na comunicação, relações interpessoais claras e eficientes, cliente vs fornecedor, justiça, amizade, etc.  

domingo, 3 de junho de 2012

Coach ao treinador!

Durante este fim-de-semana tive a sorte de poder estar rodeado de pessoas interessadas e com muito valor para acrescentar ao treino e às tarefas que querem desenvolver. Falamos de diversos aspectos relacionados com o coaching desportivo e as várias facetas na potencialização de quatro pilares do processo:
- individual;
- ferramentas;
- outros;
- acção.

Por estranho que ainda vá parecendo para algumas pessoas ligadas ao desporto, existe um conjunto de treinadores que estão dispostos a serem 'treinados'. Por técnicos competentes para o fazerem. Onde se potencie, analise, reflicta sobre os pormenores e pormaiores a serem modificados. Bela surpresa. Sábado há mais.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Iniciar uma equipa na Beta-i

Falar sobre a gestão e criação de equipas de raiz. Equipas pequenas, empreendedoras e num misto de possibilidade vs necessidade.

Criar uma equipa. Recrutar e como? Crescer e ganhar maturidade. Depois...preparar para as constantes adaptações. Ver mais na Beta-i.