Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios. (Rui Lança)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Desenvolve o Impacto Comunicacional / Formação dia 18 e 20 de Novembro

Dia 18 e 20 de Novembro em Lisboa, formação sobre o nosso imapcto comunicacional! Mais informações aqui: http://www.ccip.pt/o-que-fazemos/eventos/proximos-eventos/agenda/78-desenvolva-o-seu-impacto-comunicacional/event_details

1. Impacto Comunicacional
2. O que são histórias e qual o seu alcance?
3. Como se constrói e ‘vive’ uma história?
4. Processos como a empatia, interacção ou gestão de emoções
5. Gestão e domínio visual, oral e corporal
6. Metacomunicar
7. Comunicação individual vs colectiva

“Todos gostamos de histórias. Nascemos para as histórias. As histórias reafirmam aquilo que somos, e todos queremos ter a confirmação de que as nossas vidas fazem sentido. Nada nos pode dar uma maior afirmação do que a ligação estabelecida através das histórias.”
Andrew Stanton, argumentista do Toy Story

O que nos propomos a fazer

Uma formação com a duração de 8 horas onde serão abordados os pilares da comunicação. Numa perspectiva do impacto comunicacional, informação, oralidade, postura e domínio corporal. Na organização de ideias, na construção do fluxo das ideias e conteúdos vs objectivos a atingir. Como? Através de acções experienciais, com reflexões individuais e em grupo, avaliação de comunicações, construções de palestras, diálogos e em que tudo avaliado! Até porque tudo tem impacto. O objectivo é a compreensão de quais as melhores ferramentas para que a mensagem chegue ao destinatário. E chegue bem!

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Team Cohesion...

“A dynamic process which is reflected in the tendency for a group to stick together and to remain united in the pursuit of its instrumental objectives and/or for the satisfaction of member affective needs”

Carron, Widmeyer & Brawley (1998)

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Heterogeneidade ou homogeneidade nas equipas

Ultimamente o foco da minha pesquisa é perceber até que ponto existirá uma escolha mais correcta entre a heterogeneidade ou homogeneidade nas equipas. Quem estará mais preparado para os desafios presentes e futuros?

Uma equipa onde as pessoas estejam muito alinhadas e predispostas a unir-se não só pelo objectivo, mas também por um conjunto de pensamento grupal que procura unir-se e eliminar as diferenças.

Ou um conjunto de pessoas que percebe que os objectivos são comuns e colectivos, mas possuem diferenças para lá natural complexidade que é cada ser humano. Possuem formas diferentes de pensamento e estruturação mental na forma como consideram ser mais eficiente alcançar os objectivos e produzir resultados.

Ambas as formas têm vantagens e desvantagens. Pontos mais fortes e menos positivos. Será que existe um contexto que se adequa mais a uma forma do que a outra?