Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios. (Rui Lança)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Quem treina o treinador? no jornal Record


Pode ser que seja um bom passo para os treinadores. Vamos ver a abertura.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Artigo no site VER

O site VER é um espaço bastante interessante e com artigos de muitas temáticas relacionadas com a sociedade, pessoas, trabalho, tendências, valores e atitudes. Passem por lá. Esta semana, contribuí com um artigo na newsletter deles sobre alguns acontecimentos colectivos que se andam a passar no local de trabalho. E não só...

"As dificuldades que as empresas estão a passar devido às contingências económicas e sociais estão a provocar muito mais consequências aos trabalhadores que ‘apenas’ o receio da perda de trabalho, da sua gestão de carreira ou do poder de compra. Provocam no seio dos seus colaboradores e equipas de trabalho um ambiente intenso de mal-estar. De acusações, desconfiança, preocupações, desmotivações e descompromisso colectivo..."



segunda-feira, 15 de julho de 2013

E se fosse publicado um livro de coaching para coaches...?

Quando há cinco anos comecei a escrever textos sobre diversas áreas relacionadas com coaching, liderança, equipas, causas, comunicação, desporto, empresas, facilitação, a ideia era criar um espaço onde pudesse investigar e juntar um conjunto de textos.

Foi crescendo, nasceu no Face, Linkedin, conquistou seguidores, saiu o livro mais mediático das equipas de elevado desempenho. Passo a passo, o tema de que os líderes e treinadores têm de treinar muito conquistou!

E se sair em breve um livro sobre Coach para o Coach?

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Artigo publicado no Record 'Formar Equipas'

Artigo publicado no jornal Record ' Formar Equipas' no passado dia 4 de Julho.

 
A pré-época está aí e com isso acentuam-se as entradas e saídas de jogadores. As equipas técnicas, porque vivem de resultados, confrontam-se com a necessidade de formar o mais cedo possível uma equipa equilibrada e à altura dos desafios e objectivos. Mas formar uma equipa demora tempo. Até pode nunca terminar, dado que é um processo longo, faseado, alimenta-se de resultados e conquistas e tem de forma inesperada, lesões, contratempos e dinâmicas internas do grupo muito específicas.
O tempo é um factor importante para os treinadores e processos de grupo. Não porque muito tempo implique necessariamente uma boa identidade da equipa, mas porque a falta dele dificulta a aquisição de alguns atletas dos princípios, não só do jogo que o treinador tenta impor, mas dos valores e dinâmicas da sua equipa. Da identidade e do compromisso colectivo que o treinador trabalha diariamente com o objectivo de ser assimilado o mais rapidamente possível.
A visão que o treinador tem para a sua equipa na temporada também é fundamental. O treinador tem geralmente capacidades de liderança carismática, forte, dirigista, boa capacidade comunicacional e deve conseguir que essa visão seja assumida por todos. De forma reconhecida e não imposta, porque só assim pode ser sentida colectivamente. O modo como este processo acontece depende muito de três factores: quem é contratado, para o que se contrata e como comunica aos mesmos o que se pretende deles.
Outro factor importante é o acolhimento e alinhamento de novos jogadores. A entrada dos mesmos visa acrescentar valor e colmatar lacunas. Ou porque uns saíram ou porque os que já fazem parte da equipa não chegam. Embora o jogador seja por natureza alguém focado em objectivos e auto-motivado, cabe ao treinador tornar este processo o mais claro e agregador. E claro está, colectivo. Não interessa ninguém que apenas pense nos seus objectivos. Phil Jackson dizia que um dom do treinador era explicar e conseguir que o atleta entendesse que seus os objectivos eram mais facilmente concretizados se os da equipa também o fossem.
A pré-época coloca sempre uma maior carga de ansiedade. Porque existem indefinições, trabalha-se na incerteza e o processo de formação é um processo que necessita de algum tempo, mas em que as derrotas têm mais de travão que as vitórias de acelerador. Como pode um treinador facilitar o crescimento? Fomentar o espírito colectivo é fulcral, porque é em equipa que se ganham jogos. Clarificar a direcção que se pretende e qual o papel de cada um também, porque não pode haver desnorte e todos têm de saber quais as suas responsabilidades. A comunicação tem de ser clara, porque é com assertividade e empatia que o treinador ‘entra’ nos jogadores. A estratégia do como e do comportamental demora, e por isso, mais do que ir depressa, é preciso ir bem. A definição dos objectivos é o farol que ajuda a motivar, liderar e puxar. O todo tem de ir para o mesmo sítio. 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Workshop "A formação de equipas de alto desempenho"

"O Ávila Coworking, um espaço do Ávila Business Center, acolhe no próximo dia nove, em Lisboa (Avenida da República 6, 7º Dto.), entre as 14 e as 17 horas, o ’workshop’ «Como formar equipas de alto desempenho», que será ministrado por Ricardo Andorinho e Rui Lança, da MBU Intelligence.


Num documento de divulgação do evento pode ler-se que «um estudo do MIT mostra que entre 20 a 40% do desempenho organizacional depende da qualidade dos relacionamentos entre os seus colaboradores», sendo que «neste ‘workshop’ serão abordadas temáticas como a relevância de se aferir o modelo comportamental individual e da organização, porque falham as equipas, quais os comportamentos que se observam nas equipas de elevados desempenhos e quais as ferramentas disponíveis, entre outros tópicos».

Trata-se de um ‘workshop’ gratuito e com lugares limitados. Mais informações: Filomena Bruno (tlm. 914 047 304; ‘e-mail’).

De assinalar que a organização de ‘workshops’ regulares no Avila Coworking insere-se na estratégica de dinamização e promoção de ‘networking’ empresarial por parte do Avila Business Center junto de atuais e potenciais clientes."

Lá nos veremos então!