Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A necessidade de trabalhar em equipa com os clientes e fornecedores. Como?

(parte de um texto que irá ser publicado numa revista de rh's)

Para lá da necessidade fulcral que é trabalhar em equipa e o mais eficiente possível, alguns mercados e empresas têm outro desafio. Que é a necessidade de trabalhar em equipa internamente e com outras empresas, que são seus clientes ou fornecedores. Porque perceberam que se tornam mais fortes e todas ganham. Uma empresa que gere a publicidade de uma outra empresa ou presta um serviço de consultadoria, precisa não só de internamente trabalhar de forma o mais coordenada possível do ponto de vista de decisões, acções, ideias ou esforços, mas também com a outra empresa.

Como? As pesquisas focam cada vez mais que as empresas que estão melhor preparadas para enfrentar a situação actual de crise, são as que dominam a base de trabalho das equipas de excelência. E por muito que possamos ficar admirados, não se trata de ter talento, boas ideias de negócio ou muitos recursos materiais ou financeiros. Trata-se de dominarem as competências das relações interpessoais entre os diversos elementos, ou seja, maior diálogo e assertividade, empatia, foco, flexibilidade e adaptabilidade. Logo têm de o fazer com os seus clientes e saber contextualizar.

Não é nada fácil. Porquê? Porque se nem internamente todos os elementos compreendem e aceitam a utilidade do esforço colectivo, é fácil perceber que de empresa para empresa esse fenómeno seja mais desafiante. E também porque do outro lado nem sempre o cliente entende que cooperando, dando também ideias, sendo parte activa do processo, acaba por ter um retorno maior. Assumem que esse trabalho de ideias, projectos, acções fazem parte dos deveres da outra empresa a quem se paga para isso.

E aqui é necessário ainda mais um domínio das relações interpessoais colectivo. Exige ter competências ao nível do impacto comunicacional para que nos ouçam e se consiga coloca-los a falar ainda mais, ser flexível do ponto de vista da adaptação a vários contextos e perfis de pessoas, ter uma predisposição para o outro e um agente facilitador dentro de nós!

7 comentários:

O carteira vazia disse...

Pedimos desculpa mas é apenas para divulgar. Um casal, a crise, poupanças e histórias de quem vive a crise como muitos outros, mas onde a poupança é o melhor remédio. Pode passar a mensagem…? Obrigado!

http://ocarteiravazia.blogspot.com/

Rui Lança disse...

Já está :)

Boa sorte!

curtosinstantes disse...

Um tema actual, sem dúvida. As relações interpessoais vão marcar, de forma decisiva, o sucesso das organizações. O domínio técnico deixou de ser garante de bons resultados. Homens e mulheres agrrados às folhas de cálculo, às tácticas, aos esquemas, aos tachos, e menos às pessoas, à comunicação, à gestão de expectativas, vão, certamente, ficar cada vez mais sós.

Rui Nogueira disse...

Olá, bom dia Coach Rui

Continuamos a encontar-mos aqui, o que já revela alguma regularidade.
Evito ler as publicações onde critica pós acontecimento o que é relativamente fácil. O que é difícil é prever, planear e alcançar bons resultados.
Quanto às empresas melhor preparadas serem as mais indicadas para nos auxiliarem. Esta ideia é um pouco banal e discordo. Usualmente estas empresas já ganharam fama e estão assoberbadas de tarefas e têm custos muito elevados versus benefícios. Por vezes estão também conotadas com alguma corrupção (Caso Accenture).

Um abraço.

Rui Lança disse...

Obrigado 'curtos instantes'! Também concordo.

Caro Rui Nogueira, não entendi toda a mensagem. Pós...acontecer? Abordei a necessidade cada vez mais premente das empresas terem de trabalhar tb em equipa entre elas, quando são clientes, fornecedores, etc. E a empresa Accenture nem foi aqui incluída, pois sinceramente, não sei se relaciona assim com os seus clientes (internos e externos) da forma como aqui defendi que pode ser extremamente positiva.

Abraço!

Rui Nogueira disse...

Olá, bom dia Coach Rui

É o costume, misturo tudo.

"Pós...acontecer", referia-me a comentar os resultados dos encontros de futebol no final do jogo.

Agradeço o reparo.

Um abraço!

Rui Lança disse...

Não era reparo, apenas troca de ideias. Continuará a ser sempre mais fácil falar pós o jogo. Mas sendo fácil, há muita gente que ainda vê mal as coisas depois de elas acontecerem :)

Boa semana!