Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios.


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sábado, 28 de agosto de 2010

O talento e o teamwork

Retirado de uma acção de Michael Jordan..."O talento ganha jogos, o trabalho em equipa e a inteligência ganham campeonatos..."

Perante isto, pergunto ainda quantos processos disciplinares irá a Federação Portuguesa de Futebol precisar para retirar de lá o Carloz Queiroz?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Superação? Michael Jordan...

Hoje sonhei que acordava por volta das 3h00 da matina para me sentar durante quase 3 horas e ver os jogos das finais entre os Chicago Bulls e os Utaz, Lakers, Portland, etc.

A atenção focava-se naquela equipa (com todas e quaisquer características que as equipas possam ter) e em jogadores fenomenais como Bill Carthright, Pippen, Horace Grant, Kukoc, Paxson, Michael Jordan, etc. liderados pelo não menos genial ex-jogador mediano de Basquetebol, Phil Jackson.

Michael Jordan, bastava ver, e alguns anos depois, após ler os livros de e sobre Phil Jackson, distinguiu-se na minha opinião por ser aquele que superava os limites físicos, técnicos, tácticos e até comportamentais, bastando lembrar a exibição um dia após a morte do seu Pai.
Por fim, foi na minha opinião o melhor ATLETA de sempre!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Air

Catadupa de razões para consubstanciar a sua unicidade e só para enumerar as suas mais importantes conquistas: ao serviço dos Chicago Bulls, seis vezes campeão da NBA (o campeonato americano de basquetebol); cinco vezes eleito o melhor jogador da Liga; seis vezes escolhido como o melhor jogador em campo (MVP) das finais; dez vezes seleccionado para a equipa ideal do campeonato.

Números impressionantes, inultrapassáveis até, e que comprovam, de forma indelével, o sopro da autêntica diferença. Mas não só. Porque nem só de talento e de diferença inata vive um fenómeno.


Nunca desistir

Na primeira pessoa, eis o dedo numa ferida que pode ter sido, para além das características intrínsecas, a génese para a destrinça entre ele e os outros, meros humanos. “Sempre acreditei nisto: se deres tudo o que podes dar ao teu trabalho, os resultados acabam por aparecer, mais cedo ou mais tarde. Posso até aceitar o falhanço, o erro, mas o que eu não admito, nem posso admitir, é desistir antes de tentar. Só tentando saberemos se somos ou não capazes de fazer aquilo a que nos propomos. E depois de chegares ao topo, ao mais alto nível, então tens de ser altruísta. Não te isoles.”

E ele não se isolou.

Continuar a acreditar Jordan tentou. E tentou sempre. Mesmo quando todos não acreditavam que a bola ia entrar, ele tentava. E conseguia. Está-lhe no sangue arriscar e vencer. “Jamais deixei que alguma coisa ou alguém se intrometesse entre mim e a minha vontade inabalável de vencer.”

Nem o temor ou o receio de ser crucificado o detinham. Porque, muitas vezes, a glória e o fracasso – dois pólos aparentemente tão desconexos, tão diametralmente opostos entre si – na verdade estão próximos; bem juntos e apenas separados por uma linha muito ténue, fina, quase imperceptível.

“Errei vezes sem conta durante toda a minha vida. E foi isso que me fez chegar ao sucesso. Se quando fores a caminhar chocares contra uma parede, não dês a volta, não desistas. Tenta perceber de que forma é que podes trepá-la, deitá-la abaixo.” Foram paredes, muitas, as que Michael Jordan conseguiu derrubar ao longo da sua carreira desportiva.

Com o sonho a trepar-lhe pela alma

Para a vida “normal”, nasceu a 17 de Fevereiro de 1963, no famoso bairro de Brooklin, em Nova Iorque. Para o basquetebol – a sua outra vida, plena de sucesso – acabaria por nascer quinze anos depois.

Em história de ironia – muita – mas acima de tudo história que comprova que não é só de palavras que vive um Homem, Michael – com o sonho a trepar-lhe pela alma – resolve prestar provas na equipa de basquetebol da Laney High School, na Carolina do Norte. Pequeno e sem qualquer génio visível, é dispensado. Simplesmente não servia para aquela equipa. Mas o que para outros seria machadada sem redenção, para ele foi tónico de vitória, mote para um soneto de futuro que apagaria as fendas do passado. Dois anos volvidos, regressa à mesma escola. E convence.

Mais alto e mais habilidoso, fruto dos incansáveis treinos que deu a si mesmo, começa logo a dar nas vistas. O sucesso, afinal, era possível. E o que era defeito tornou-se a sua maior virtude. Estranho?

Sede de vencer

Nada é estranho para quem tem uma máxima, única, de vida (e de treino). E é o próprio que o define. “A minha atitude perante as coisas é esta: se me atirarem à cara algo que dizem ser a minha principal fraqueza, então eu vou transformar essa possível fraqueza na minha maior força. Algumas pessoas querem que aconteça, outras desejam que pudesse acontecer, mas outras – onde eu me incluo – fazem com que aconteça mesmo!” Simples e bem elucidativo.

E foi assim que, num piscar de olhos, Michael Jordan saltou para as selecções norte-americanas mais jovens e, daí, para o estrelato. No Verão de 1984 levaria, ao colo, a selecção olímpica do seu país (onde ainda não podiam entrar atletas da NBA), com espectacular média de 17 pontos por jogo. Salta de seguida para os Chicago Bulls, onde desde logo se tornou ídolo entre ídolos, até atingir o patamar supremo que os números comprovam.

A História jamais esquecerá Michael “Air” Jordan. “Sei que sou negro – e tenho orgulho nisso –, mas, acima de tudo, gostaria que toda a gente me visse como uma pessoa. Julgo que é isso o que todos esperamos que vejam em nós.”

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Coach K


Mike Krzyzewski, mais conhecido por Coach K é uma lenda no Basquetebol em particular, mas também no mundo das organizações. É treinador de Basquetebol (universitário) há 22 anos, um dos técnicos mais fortes e respeitados dos Estados Unidos da América. Coach K foi eleito recentemente pela CNN e pela revista Time como o melhor técnico dos EUA. Não só no Basquetebol, mas em geral, com os técnicos de todos os outros desportos incluídos.


Mike é conhecido no mundo das empresas pelas magníficas palestras que dá, até pelo valor de 100 mil dólares que cobra por cada uma! Conta diversas experiências como técnico, todas aplicáveis ao mundo dos negócios. Uma das mais enfatizadas é a de que todos os membros de uma equipa têm que se sentir de uma forma que os interesses do grupo estejam sempre acima dos interesses pessoais. Acima de tudo, os integrantes têm que respeitar uns aos outros para que o objectivo comum seja alcançado. Contou a história de quando ele era co-técnico do “Dream Team” das Olimpíadas em 1992, em que após um treino, Michael Jordan pediu para que ele o ajudasse a treinar lançamentos. Treinaram durante30 minutos. Coach K não esqueceu de três palavras usadas por Michael Jordan: coach, please e thank you (técnico, por favor e obrigado). Michael dirigiu-se a Mike como sendo seu técnico, pediu, por favor, para ajudá-lo e, logo após o treino, agradeceu pela ajuda. Neste momento, ficou claro para Mike o quanto este fenomenal jogador o respeitava, que estava integrado ao espírito de equipa e que ele iria fazer o melhor por ela.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A novela do Cristiano Ronaldo (ainda) não acabou...


Numa entrevista ao jornal 'Público', Cristiano Ronaldo assegura que continuará pelo menos mais uma época nos Red Devils, colocando um ponto final nesta novela de fazer inveja a muitas que preenchem vários horários 'nobres' da espectacular televisão portuguesa.


Existem diversas teorias na constituição de equipas, umas que afastam a hipótese de ter 'estrelas' no seio da equipa, outras que acham que para além do todo que deve ser a equipa, as estrelas servem para nos momentos menos bons da equipa...elas surgirem e acabarem por desequilibrar.


Com as várias atitudes do mister Alex Ferguson, alguns de vós podem pensar que ele se rebaixou perante o jogador, perdendo a superiodade que deve manter, etc. Sir deu mais uma prova do seu estilo de liderança e do que será capaz, ao aceitar o desafio de continuar a liderar um grupo de atletas, depois de fazer tudo por tudo para que um deles fique num local onde não quer estar e depois de afirmar várias vezes que queria ir para Madrid.


Ronaldo tem aquilo que alguns treinadores afirmam que os melhores têm de possuir: a individualidade q.b. para querer ser melhor que a equipa...primeiro 'eu', depois a 'equipa'. Pessoalmente acho que Ronaldo tem muito mais que o 'q.b.', sendo na minha opinião um jogador que pensa quase exclusivamente no seu sucesso, pensando ele que puxa pela equipa e não o contrário. Quem se lembra das suas atitudes na final da Champions League após o falhanço da grande penalidade pelo jogador francês do Chelsea Nicolas Anelka, percebe que Ronaldo claramente ficava sem o grande fardo de ter sido ele a falhar o penalty. Quando se deixou cair no chão a 'chorar' em vez de ir festejar com Van der Saar, queria chamar a ele novamente as luzes da ribalta. Ninguém me tira a ideia que fez parte de todo um show-off. Merece ser o melhor do mundo nesta época, não há muitas mais montras, mas assim será difícil de se manter no topo.


Aqui, Alex Ferguson tem de aprender algo com Phil Jackson, que tornou Michael Jordan no melhor jogador de basquetebol de sempre - eu acrescento, melhor desportista de sempre. Fazer perceber que Michael Jordan somente ganharia algo e seria o melhor de todos, se a sua equipa vencesse também. Duas fases, step by step, "ajudas a tua equipa a crescer...e posteriormente ela colocar-te-á no topo". Simples. Aqui o Manchester Uniter não tem de crescer muito mais...mas até quando aceitará jogadores que pensam 'quase' exclusivamente neles próprios?