segunda-feira, 30 de junho de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Com crianças...aposta no 'como' e não no 'conteúdo'
Alguém que trabalhe com crianças e jovens deve compreender que o ‘como faz’ é por vezes mais importante do ‘que faz’.
Porque as crianças e jovens muitas das vezes não conseguem compreender o que fazemos com elas e o porquê. Podem não gostar, mas nada as marca tanto quando trabalhamos com elas do que o modo como fazemos e interagimos com elas. Os valores, os exemplos, a coerência, a responsabilidade e reconhecimento.
Ela quer lá saber se eu sei milhares de histórias, se decorei isto e aquilo, se sei ler o jogo como ninguém. Ela observa-me e retira poucas, mas claras mensagens: fazemos as coisas de forma apaixonada, dou o exemplo, sou justo e coerente, falo de forma dirigida para cada um, etc.
Com o tempo eles compreendem o que fazemos. Porque entendem não apenas o resultado, mas o porquê de o realizarmos. Mas até a esse ponto, nada como…apostar que o que fazemos é correcto, mas o modo torna-o mais convincente.
Porque as crianças e jovens muitas das vezes não conseguem compreender o que fazemos com elas e o porquê. Podem não gostar, mas nada as marca tanto quando trabalhamos com elas do que o modo como fazemos e interagimos com elas. Os valores, os exemplos, a coerência, a responsabilidade e reconhecimento.
Ela quer lá saber se eu sei milhares de histórias, se decorei isto e aquilo, se sei ler o jogo como ninguém. Ela observa-me e retira poucas, mas claras mensagens: fazemos as coisas de forma apaixonada, dou o exemplo, sou justo e coerente, falo de forma dirigida para cada um, etc.
Com o tempo eles compreendem o que fazemos. Porque entendem não apenas o resultado, mas o porquê de o realizarmos. Mas até a esse ponto, nada como…apostar que o que fazemos é correcto, mas o modo torna-o mais convincente.
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Time out
terça-feira, 24 de junho de 2014
A história da (in)formação: possuir e utilizar, duas coisas diferentes
A minha experiência numa formação no estrangeiro foi em Aarhus. Foi em Novembro de 2002. Era sobre a formação / training em algumas áreas mais sociais e eu, como formando, tirava anotações e apontamentos sobre o que era dado e a forma como era dinamizada. Eu já era formador em Portugal e interessava-me estas práticas.
Tirei diversos apontamentos. No final dos primeiros dias disponibilizaram-me um CD e um dossier com vários documentos. Para minha grande surpresa eram todos os slides e os possíveis apontamentos sobre os conteúdos que eu teria provavelmente retirado. Perguntei a um dos organizadores se com aquilo não tinham algum receio que nós utilizássemos todos aqueles slides e informações para nos aproveitarmos e darmos também formações quase a papel químico.
Ao qual ele me respondeu: “Faz parte criar novas raízes e esta é uma das formas. E não é a informação que diferencia, mas a utilização que damos à mesma.”
Marcou-me.
Tirei diversos apontamentos. No final dos primeiros dias disponibilizaram-me um CD e um dossier com vários documentos. Para minha grande surpresa eram todos os slides e os possíveis apontamentos sobre os conteúdos que eu teria provavelmente retirado. Perguntei a um dos organizadores se com aquilo não tinham algum receio que nós utilizássemos todos aqueles slides e informações para nos aproveitarmos e darmos também formações quase a papel químico.
Ao qual ele me respondeu: “Faz parte criar novas raízes e esta é uma das formas. E não é a informação que diferencia, mas a utilização que damos à mesma.”
Marcou-me.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Todos temos direito a uma opinião sobre a nossa selecção
A minha crónica no SAPO Desporto sobre este (enorme e demasiado) burburinho sobre a nossa selecção. Neste hábito de levarmos tudo a 8 ou a 80. E no hábito de culpar os outros sobre os nossos desempenhos.
http://desporto.sapo.pt/opiniao/rui_lanca/artigo/2014/06/18/ainda-poss-vel-claro-que-sim-mas
Se realizássemos dez jogos contra a Alemanha actualmente, quantos ganharíamos? Um? Nenhum? Esta afirmação impede que eu desejasse muito que a selecção vencesse o jogo? Claro que não. Desempenho, não ter competências, olhar para os atletas de forma complementar traz-nos algumas conclusões: actualmente a selecção de Portugal está alguns furos abaixo de selecções como a alemã.
Resume-se tudo à qualidade individual? Não. E à colectiva? Também não. Então vamos por partes. Observamos o jogo e conseguimos dividi-lo – pelo menos – em quatro pilares: táctico, técnico, físico e comportamental. E eles estão todos interligados. E nestes quatro pilares estivemos piores ou menos eficientes que os alemães. Menos soluções para todos os lugares e piores soluções no geral. Não chegámos bem fisicamente e percebe-se agora que a preparação e a adaptação ao clima foram curtas. Agregando a isto, naturalmente a parte mental e emocional foi-se desvanecendo. Mais uns do que outros, o foco e a preparação para este grau de dificuldade não foram devidamente preparados.
O que fazer com isto? Tirar as devidas ilações por que ainda é possível. Antes do Mundial começar, o nosso foco deveria ser de forma exequível os oitavos-de-final. E ainda estão ao nosso alcance. Sempre o tiveram. Não podemos comportar-nos como o fizemos contra a Alemanha. É verdade, mas houve claramente muitas reacções que apenas aconteceram porque nos foram ‘manipuladas’ pela estrutura e sistema alemão. Há que reconhecer o mérito deles. E é esta penúltima frase que é importante os atletas portugueses demonstrarem que está correcta.
Dar a volta. Como? O alinhamento tem de ser mais colectivo e mais exequível. Escrevi aqui que a existência de um Ronaldo é claramente favorável a Portugal. Todas as selecções quereriam ter um Ronaldo. Mas a sua dependência é claramente negativa. E não há um trabalho para que a tomada de decisão seja autónoma e não dependente sempre de passar a bola ao colega Ronaldo.
E as lesões, o que fazer com elas? Este tipo de contrariedades traz duas consequências: mais união e coesão; e mais dificuldades do ponto de vista estrutural. Mas se for bem gerida, o grupo tenderá a ficar mais forte enquanto a figura grupal. E nesta altura, é essencial este primeiro ponto, mais do que a predisposição para jogar. Rui Patrício é uma figura importante na selecção pela longevidade que já demonstra e pelo espaço que ganhou. Em termos técnicos, mais do que emocionais, Beto ou Eduardo podem substitui-lo. Pepe é um excelente jogador, mas mau atleta. É rápido, possante, evoluído posicionalmente…mas perde muito naquilo que o faria ser um excelente atleta. Coentrão o mais difícil de substituir. Hugo Almeida menos difícil. O que interessa é a predisposição, atitude e comportamento. E aí, o que entrar tem de ir com esse compromisso. Mais do que tudo.
http://desporto.sapo.pt/opiniao/rui_lanca/artigo/2014/06/18/ainda-poss-vel-claro-que-sim-mas
Se realizássemos dez jogos contra a Alemanha actualmente, quantos ganharíamos? Um? Nenhum? Esta afirmação impede que eu desejasse muito que a selecção vencesse o jogo? Claro que não. Desempenho, não ter competências, olhar para os atletas de forma complementar traz-nos algumas conclusões: actualmente a selecção de Portugal está alguns furos abaixo de selecções como a alemã.
Resume-se tudo à qualidade individual? Não. E à colectiva? Também não. Então vamos por partes. Observamos o jogo e conseguimos dividi-lo – pelo menos – em quatro pilares: táctico, técnico, físico e comportamental. E eles estão todos interligados. E nestes quatro pilares estivemos piores ou menos eficientes que os alemães. Menos soluções para todos os lugares e piores soluções no geral. Não chegámos bem fisicamente e percebe-se agora que a preparação e a adaptação ao clima foram curtas. Agregando a isto, naturalmente a parte mental e emocional foi-se desvanecendo. Mais uns do que outros, o foco e a preparação para este grau de dificuldade não foram devidamente preparados.
O que fazer com isto? Tirar as devidas ilações por que ainda é possível. Antes do Mundial começar, o nosso foco deveria ser de forma exequível os oitavos-de-final. E ainda estão ao nosso alcance. Sempre o tiveram. Não podemos comportar-nos como o fizemos contra a Alemanha. É verdade, mas houve claramente muitas reacções que apenas aconteceram porque nos foram ‘manipuladas’ pela estrutura e sistema alemão. Há que reconhecer o mérito deles. E é esta penúltima frase que é importante os atletas portugueses demonstrarem que está correcta.
Dar a volta. Como? O alinhamento tem de ser mais colectivo e mais exequível. Escrevi aqui que a existência de um Ronaldo é claramente favorável a Portugal. Todas as selecções quereriam ter um Ronaldo. Mas a sua dependência é claramente negativa. E não há um trabalho para que a tomada de decisão seja autónoma e não dependente sempre de passar a bola ao colega Ronaldo.
E as lesões, o que fazer com elas? Este tipo de contrariedades traz duas consequências: mais união e coesão; e mais dificuldades do ponto de vista estrutural. Mas se for bem gerida, o grupo tenderá a ficar mais forte enquanto a figura grupal. E nesta altura, é essencial este primeiro ponto, mais do que a predisposição para jogar. Rui Patrício é uma figura importante na selecção pela longevidade que já demonstra e pelo espaço que ganhou. Em termos técnicos, mais do que emocionais, Beto ou Eduardo podem substitui-lo. Pepe é um excelente jogador, mas mau atleta. É rápido, possante, evoluído posicionalmente…mas perde muito naquilo que o faria ser um excelente atleta. Coentrão o mais difícil de substituir. Hugo Almeida menos difícil. O que interessa é a predisposição, atitude e comportamento. E aí, o que entrar tem de ir com esse compromisso. Mais do que tudo.
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Selecção Futebol
quarta-feira, 18 de junho de 2014
O ruído na nossa comunicação
Ruído
O ruído que existe na nossa comunicação interpessoal não significa apenas ruído auditivo, mas também ruído comportamental, cultural, técnico e de predisposição dos vários elementos para o diminuir ou contornar.
O ruído que existe na nossa comunicação interpessoal não significa apenas ruído auditivo, mas também ruído comportamental, cultural, técnico e de predisposição dos vários elementos para o diminuir ou contornar.
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Comunicação
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Foco: como mantê-lo e como aumentar a zona de foco?
A primeira reacção foi de: "Imagem interessante. Gira!"
Depois, olhei de novo e pensei: que retirar desta imagem? Não sei se é diminuir o balão da esquerda, aumentar o cruzamento das mesmas ou gerir o que se quer e que se tem.
Mas a conclusão em redor do focus é interessante. Não desperdiçar e saber mantê-lo o mais tempo possível.
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Time out
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Pensar como treinador é…
Focar-se muito em como arranjar soluções para os objectivos pretendidos e problemáticas existentes.
É olhar para as pessoas com quem trabalhamos, pensarmos quais os objectivos que elas estão capacitadas para atingir, até onde estão dispostas a ir, até onde conseguimos que elas vão, como potenciar o que elas têm, trabalhar o que não têm (ainda!) e dominar um conjunto de processos para as ir motivando, alinhando, reconhecendo, descobrindo a solução para as diversas etapas do percurso e estar lá. Presencial ou de forma espiritual, estar lá.
E como fazer isto para nós? Duas questões que penso que são fundamentais e com quem ainda este Sábado discutia isso: diagnosticar muito bem o que acontece e pensar em como fazer para atingir a situação que se quer.
É olhar para as pessoas com quem trabalhamos, pensarmos quais os objectivos que elas estão capacitadas para atingir, até onde estão dispostas a ir, até onde conseguimos que elas vão, como potenciar o que elas têm, trabalhar o que não têm (ainda!) e dominar um conjunto de processos para as ir motivando, alinhando, reconhecendo, descobrindo a solução para as diversas etapas do percurso e estar lá. Presencial ou de forma espiritual, estar lá.
E como fazer isto para nós? Duas questões que penso que são fundamentais e com quem ainda este Sábado discutia isso: diagnosticar muito bem o que acontece e pensar em como fazer para atingir a situação que se quer.
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Treinadores
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Dar aulas por vezes é um jogo
Dar aulas por vezes é um jogo! Que nem sempre se vence. Falo das aulas em que o intuito é transferir conhecimento, criar reflexões, conflitos por discordâncias ou melhorias. Do outro lado do jogo estão pessoas pensantes, mas que nem todos fazem uso dessa competência magnifica que é pensar.
Cabe-nos a nós estimular, desafiar, comprometer. Nem sempre se consegue. Umas porque não conseguimos mesmo, outras porque eles não querem mesmo jogar. Há uma espécie de parede que eles se recusam a transpor. Esta última faz-me confusão.
O que leva alguém a ir se a ideia é não estar presente? O que os leva a atribuir a factores externos e que não dependem de si toda a responsabilidade das facilidades e dificuldades que o mercado tem?
Cabe-nos a nós estimular, desafiar, comprometer. Nem sempre se consegue. Umas porque não conseguimos mesmo, outras porque eles não querem mesmo jogar. Há uma espécie de parede que eles se recusam a transpor. Esta última faz-me confusão.
O que leva alguém a ir se a ideia é não estar presente? O que os leva a atribuir a factores externos e que não dependem de si toda a responsabilidade das facilidades e dificuldades que o mercado tem?
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Time out
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Pode um Governo ser uma equipa de elevado desempenho?
Sim, se…
As equipas de elevado desempenho (EED) destacam-se de outras equipas acima de tudo pela regularidade com que concretizam os seus objectivos e atingem excelentes resultados. Claro que estes resultados devem-se a conjunto de outros fenómenos colectivos e comportamentais que não encontramos noutros grupos de pessoas.
Pode ser interessante analisar as EED e o processo de como se constitui um Governo, perceber quais os comportamentos mais recorrentes e interpessoais entre os Ministros e todas as pessoas que os rodeiam dentro dos seus grupos de trabalho e por fim, avaliar os denominadores mais comuns das interacções entre as várias pessoas de um Governo.
A visão e a missão de uma equipa governamental tem uma vantagem comparativamente a outras organizações e equipas. Está definida! O mais difícil é não entende-la. O mais fácil é não respeitá-la e provável e juntamente com a escolha das pessoas, começará neste ponto a primeira grande incoerência que as EED não cometem.
Na formação de um Governo cabem um conjunto de peritos em algumas áreas mais técnicas (principalmente as das Finanças e Economia), outros elementos encaixam-se em pastas igualmente complexas mas com outro tipo de foco e problemáticas (Educação, Saúde ou Segurança) e aí procura-se um perfil mais político / dirigista e finalmente, pastas menos problemáticas com políticos mais relacionais do que propriamente carismáticos ou focados nos resultados quantitativos.
Este ponto parece-nos bem. Pessoas multidisciplinares, multifacetadas e diferentes em termos formativos, educacionais e culturalmente. Perfeito! Caber-nos-ia analisar se as peças estão nos sítios correctos, à altura das exigências da tarefa e da relação interpessoal que é fundamental para que o trabalho colectivo seja muito superior à soma dos desempenhos individuais. E saber se todos estão dispostos a sacrificar os seus objectivos individuais (que até podem estar englobados em alguns dos objectivos colectivos, seria o ideal!) em prol da tal visão, missão e objectivos colectivos que é afinal de conta, o rumo do País.
Existem mais três pontos essenciais:
- um sentimento de melhoria contínua ao nível dos resultados que produzem e que pretendem sempre superar;
- predisposição interpessoal, ponto fundamental para que os elementos do Governo comuniquem obrigatoriamente uns com os outros e estejam predispostos para se ajudarem;
- e por último, flexibilidade comportamental, capacidade que permite às pessoas entenderem pontos de vista de outras pessoas, ou não fosse essa uma das principais qualidades que um Governo deva ter.
É usual defender que as EED possuem acima de tudo peritos nas relações interpessoais. Que sabem fazer o que é necessário do ponto de vista técnico, mas a predisposição para o trabalho colectivo esteja acima de tudo.
Outros governos europeus podem ter até mais recursos financeiros. Mas onde eles são de facto diferentes é no sentido de cidadania. Que inclui muito, mas mesmo muito, um sentimento de predisposição colectivo enorme. Quer para o cidadão (cliente externo) quer para o colega (cliente interno)!
As equipas de elevado desempenho (EED) destacam-se de outras equipas acima de tudo pela regularidade com que concretizam os seus objectivos e atingem excelentes resultados. Claro que estes resultados devem-se a conjunto de outros fenómenos colectivos e comportamentais que não encontramos noutros grupos de pessoas.
Pode ser interessante analisar as EED e o processo de como se constitui um Governo, perceber quais os comportamentos mais recorrentes e interpessoais entre os Ministros e todas as pessoas que os rodeiam dentro dos seus grupos de trabalho e por fim, avaliar os denominadores mais comuns das interacções entre as várias pessoas de um Governo.
A visão e a missão de uma equipa governamental tem uma vantagem comparativamente a outras organizações e equipas. Está definida! O mais difícil é não entende-la. O mais fácil é não respeitá-la e provável e juntamente com a escolha das pessoas, começará neste ponto a primeira grande incoerência que as EED não cometem.
Na formação de um Governo cabem um conjunto de peritos em algumas áreas mais técnicas (principalmente as das Finanças e Economia), outros elementos encaixam-se em pastas igualmente complexas mas com outro tipo de foco e problemáticas (Educação, Saúde ou Segurança) e aí procura-se um perfil mais político / dirigista e finalmente, pastas menos problemáticas com políticos mais relacionais do que propriamente carismáticos ou focados nos resultados quantitativos.
Este ponto parece-nos bem. Pessoas multidisciplinares, multifacetadas e diferentes em termos formativos, educacionais e culturalmente. Perfeito! Caber-nos-ia analisar se as peças estão nos sítios correctos, à altura das exigências da tarefa e da relação interpessoal que é fundamental para que o trabalho colectivo seja muito superior à soma dos desempenhos individuais. E saber se todos estão dispostos a sacrificar os seus objectivos individuais (que até podem estar englobados em alguns dos objectivos colectivos, seria o ideal!) em prol da tal visão, missão e objectivos colectivos que é afinal de conta, o rumo do País.
Existem mais três pontos essenciais:
- um sentimento de melhoria contínua ao nível dos resultados que produzem e que pretendem sempre superar;
- predisposição interpessoal, ponto fundamental para que os elementos do Governo comuniquem obrigatoriamente uns com os outros e estejam predispostos para se ajudarem;
- e por último, flexibilidade comportamental, capacidade que permite às pessoas entenderem pontos de vista de outras pessoas, ou não fosse essa uma das principais qualidades que um Governo deva ter.
É usual defender que as EED possuem acima de tudo peritos nas relações interpessoais. Que sabem fazer o que é necessário do ponto de vista técnico, mas a predisposição para o trabalho colectivo esteja acima de tudo.
Outros governos europeus podem ter até mais recursos financeiros. Mas onde eles são de facto diferentes é no sentido de cidadania. Que inclui muito, mas mesmo muito, um sentimento de predisposição colectivo enorme. Quer para o cidadão (cliente externo) quer para o colega (cliente interno)!
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Agência Lusa,
Equipa
quarta-feira, 14 de maio de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Conversa hoje com...Isabel Pinto da Costa, da revista SportLife
Hoje a conversa é com a directora da revista SportLife. Uma revista de sucesso num contexto marcado pelas dificuldades em quase toda a Comunicação Social, especialmente no 'papel'! Uma revista e uma pessoa de top!
Aqui vão as questões e um Muito Obrigado Isabel!
- Motivação, o que tens a dizer? O que nos faz escolher uma coisa em vez de outra porque temos um Objetivo, um móbil, que nos puxa para determinada acção.
- O que te faz querer aprender mais? É um entretém da mente que nos torna o cérebro ativo e nos faz pensar, a actividade mais maravilhosa de todas.
- Equipas boas, o que são? Funcionam em torno do mesmo Objetivo, colocam as metas de grupo acima das suas próprias metas.
- Um líder! Quem e porquê? Jesus porque conseguiu milhões de seguidores em todo o mundo espalhando uma mensagem de paz.
- Errar ou não errar? Porquê? Errar sempre porque quem não erra é porque não tem consciência dos teus erros o que dificulta a aprendizagem.
Aqui vão as questões e um Muito Obrigado Isabel!
- Motivação, o que tens a dizer? O que nos faz escolher uma coisa em vez de outra porque temos um Objetivo, um móbil, que nos puxa para determinada acção.
- O que te faz querer aprender mais? É um entretém da mente que nos torna o cérebro ativo e nos faz pensar, a actividade mais maravilhosa de todas.
- Equipas boas, o que são? Funcionam em torno do mesmo Objetivo, colocam as metas de grupo acima das suas próprias metas.
- Um líder! Quem e porquê? Jesus porque conseguiu milhões de seguidores em todo o mundo espalhando uma mensagem de paz.
- Errar ou não errar? Porquê? Errar sempre porque quem não erra é porque não tem consciência dos teus erros o que dificulta a aprendizagem.
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Conversa com...5 perguntas!
segunda-feira, 5 de maio de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Conversa com... 5 perguntas, António Fidalgo
E continuamos o filme. Esta semana com o António Fidalgo. Ex-Jogador de Futebol, dos melhores! Hoje é formador nas áreas de Coaching e PNL! Comentador na Rádio Renascença em alguns jogos!
- Motivação, o que tens a dizer? Catalisador com capacidade para estimular e/ou dinamizar algo! Até que ponto estaremos - consciente ou inconscientemente - sempre motivados? Ter motivos bem definidos para agir fornece a energia necessária para descobrir o que realmente se quer, onde se quer chegar e como o fazer, para… ir até lá.
- O que te faz querer aprender mais? A vontade de descobrir algo novo. O que é isto? A vontade de fazer algo de novo. Para que serve isto? A vontade de melhorar em algo. Como posso ser melhor com isto? A vontade de fazer a diferença. Como posso ajudar os outros com isto? Ah…também aprendi isto!
- Equipas boas, o que são? Um conjunto de pessoas que se interligam e interagem, com uma finalidade (objectivo) comum. Uma adição em que o resultado é superior à soma das partes
- Um líder! Quem e porquê? Sem especificar ninguém em particular, alguém que com a sua capacidade de liderança estimule e potencie essa mesma capacidade nos outros.
- Errar ou não errar? Porquê? Se não desafiar…não erra! Se errou, muito provavelmente...é porque arriscou! O erro potencia novas aprendizagens. Se não arriscar, se não se desafiar, a probabilidade de errar é tão pequena, como a possibilidade de aprender algo novo - como fazer diferente! O receio de errar é demasiado castrador.
Bora?
- Motivação, o que tens a dizer? Catalisador com capacidade para estimular e/ou dinamizar algo! Até que ponto estaremos - consciente ou inconscientemente - sempre motivados? Ter motivos bem definidos para agir fornece a energia necessária para descobrir o que realmente se quer, onde se quer chegar e como o fazer, para… ir até lá.
- O que te faz querer aprender mais? A vontade de descobrir algo novo. O que é isto? A vontade de fazer algo de novo. Para que serve isto? A vontade de melhorar em algo. Como posso ser melhor com isto? A vontade de fazer a diferença. Como posso ajudar os outros com isto? Ah…também aprendi isto!
- Equipas boas, o que são? Um conjunto de pessoas que se interligam e interagem, com uma finalidade (objectivo) comum. Uma adição em que o resultado é superior à soma das partes
- Um líder! Quem e porquê? Sem especificar ninguém em particular, alguém que com a sua capacidade de liderança estimule e potencie essa mesma capacidade nos outros.
- Errar ou não errar? Porquê? Se não desafiar…não erra! Se errou, muito provavelmente...é porque arriscou! O erro potencia novas aprendizagens. Se não arriscar, se não se desafiar, a probabilidade de errar é tão pequena, como a possibilidade de aprender algo novo - como fazer diferente! O receio de errar é demasiado castrador.
Bora?
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Conversa com...5 perguntas!
terça-feira, 22 de abril de 2014
Na RTP Informação a falar de comportamentos nas equipas
No Domingo na RTP Informação na Zona Mista antes do Benfica - Olhanense a falar sobre as alterações comportamentais de Jorge Jesus e na equipa benfiquista durante esta época. E existiram algumas.
É bom na minha opinião que estas análises mesmo no desporto comecem a contemplar a variante mais comportamental. Afinal de contas, ela decide em muito o resultado final! No desporto e nas empresas.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Como comprometer a estrela ou o perito com as equipas e projectos?
Ontem, durante uma aula sobre equipas no contexto da inovação no INDEG perguntaram-me: “ Nas equipas de inovação e investigação, existem sempre os que podem ser considerados os peritos nas áreas, as estrelas se quisermos comparar com outros meios como o desporto. Como conseguimos que os nossos Cristianos Ronaldos se dediquem à equipa e aos projectos quando são estrelas da temática em si e sabem muito mais que os outros?” Pergunta pertinente a meu ver.
A resposta na altura foi…e considero que hoje com tempo para pensar, continuaria a ser semelhante:
“No desporto há uma vantagem. Os Ronaldos precisam de toda a equipa para vencerem algo, sozinhos não têm títulos colectivos. E esses é que valem. Nas equipas de inovação a questão a colocar é: como comprometer esses peritos ou estrelas com a equipa e com o projecto. A resposta andará pelo factor motivacional. O que teremos de fazer para que essa pessoa se comprometa com a equipa e com o projecto? O que a faz trabalhar connosco? Uns pelo dinheiro, outros pela variante mais emocional, outros por quererem estar ligados a um projecto interessante, mediático, social, etc. A resposta, não existindo receitas, é saber como conseguimos manter essas pessoas comprometidas seja de que forma for e saber se podemos depois corresponder a isso? Para isso temos de observar, perguntar, analisar, ver comportamentos e é algo dinâmico, não é um dia e depois dura para sempre.”
A resposta na altura foi…e considero que hoje com tempo para pensar, continuaria a ser semelhante:
“No desporto há uma vantagem. Os Ronaldos precisam de toda a equipa para vencerem algo, sozinhos não têm títulos colectivos. E esses é que valem. Nas equipas de inovação a questão a colocar é: como comprometer esses peritos ou estrelas com a equipa e com o projecto. A resposta andará pelo factor motivacional. O que teremos de fazer para que essa pessoa se comprometa com a equipa e com o projecto? O que a faz trabalhar connosco? Uns pelo dinheiro, outros pela variante mais emocional, outros por quererem estar ligados a um projecto interessante, mediático, social, etc. A resposta, não existindo receitas, é saber como conseguimos manter essas pessoas comprometidas seja de que forma for e saber se podemos depois corresponder a isso? Para isso temos de observar, perguntar, analisar, ver comportamentos e é algo dinâmico, não é um dia e depois dura para sempre.”
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Equipa
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Conversa com...5 perguntas, Ricardo Andorinho
Esta semana ficamos com o Ricardo Andorinho! Amigo, alguém que admirava quando via os jogos da selecção nacionald e Andebol e agora parceiro de ideias, acções e futuras alterações que queremos implementar!
Obrigado grande Ricardo Andorinho! Aqui vão.
- Motivação, o que tens a dizer? Qualquer actividade que se leva a cabo que me resulta em prazer quer na preparação quer na execução. Estado de espirito capaz de movimentar o corpo a executar tarefas de forma mais fácil e competente.
- O que te faz querer aprender mais? A noção de que por mais experiência que possamos incorporar há sempre alguém que nos ensina como fazer melhor ou diferente.
- Equipas boas, o que são? São aquelas que atingem resultados extraordinários e que ninguém percebe porquê...
- Um líder! Quem e porquê? Luis Vidigal, porque o sentido de justiça, a procura da aprendizagem contínua e a energia que emana liderando pelo exemplo, conferem aos que o rodeiam um sentido especial, de querer seguir o seu caminho.
- Errar ou não errar? Porquê? Errar, sempre. Porque significa aprendizagem. Nascemos a errar e se quisermos descobrir muito, então erraremos ainda mais.
Obrigado grande Ricardo Andorinho! Aqui vão.
- Motivação, o que tens a dizer? Qualquer actividade que se leva a cabo que me resulta em prazer quer na preparação quer na execução. Estado de espirito capaz de movimentar o corpo a executar tarefas de forma mais fácil e competente.
- O que te faz querer aprender mais? A noção de que por mais experiência que possamos incorporar há sempre alguém que nos ensina como fazer melhor ou diferente.
- Equipas boas, o que são? São aquelas que atingem resultados extraordinários e que ninguém percebe porquê...
- Um líder! Quem e porquê? Luis Vidigal, porque o sentido de justiça, a procura da aprendizagem contínua e a energia que emana liderando pelo exemplo, conferem aos que o rodeiam um sentido especial, de querer seguir o seu caminho.
- Errar ou não errar? Porquê? Errar, sempre. Porque significa aprendizagem. Nascemos a errar e se quisermos descobrir muito, então erraremos ainda mais.
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Conversa com...5 perguntas!
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Conversa com...5 perguntas, Víctor Afonso
Esta semana com um empreendedor nato! Social, académico e impulsionador de novas ideias. Um vendedor de conhecimentos. Víctor Afonso, Coordenador da PG de Empreendedorismo na Esc. Sup. Hotelaria e Turismo do Estoril com a DNA. Aqui vai e o meu muito obrigado Víctor!
- Motivação, o que tens a dizer? A junção de 2 palavras “motivo” e “acção” ou seja, o desejo/vontade de agir sobre algo que à partida terá utilidade e trará valor. Esta palavra possui uma correlação forte com a “Liderança". Podemos ser auto-motivados ou ser motivados por alguém, pelo exemplo, pela obra ou legado.
- O que te faz querer aprender mais? O desejo constante de conhecimento, de superação e de melhoria contínua como pessoa, nos diversos papeis e funções que se assumem na sociedade. Mas também a curiosidade e o desejo de mudar e de ajudar a construir um mundo mais justo e "equilibrado".
- Equipas boas, o que são? São equipas em que as pessoas ajudam a definir e sabem quais são os objectivos. Desempenham eficaz e eficientemente as funções , gerem os recursos disponíveis da melhor forma possível e ajudam a atingir os objectivos (da equipa), sob a liderança de alguém exemplar que agrega o “espírito de equipa” e "sabe tirar o melhor" de cada elemento.
- Um líder! Quem e porquê? Gandhi, pelos seus ideais de paz e de uma vida natural que continuam a ser exemplos para milhões de pessoas em todo mundo. Mandela por se ter despojado do orgulho e da vingança e ter assumido o perdão como uma virtude que liberta o Homem. Churchill, por ter ajudado o mundo a libertar-se de Hitler.
- Errar ou não errar? Porquê? “Só não erra quem não faz nada”! Parafraseando o matemático Bento de Jesus Caraça, "Se não receio o erro é porque estou sempre pronto a corrigi-lo."
- Motivação, o que tens a dizer? A junção de 2 palavras “motivo” e “acção” ou seja, o desejo/vontade de agir sobre algo que à partida terá utilidade e trará valor. Esta palavra possui uma correlação forte com a “Liderança". Podemos ser auto-motivados ou ser motivados por alguém, pelo exemplo, pela obra ou legado.
- O que te faz querer aprender mais? O desejo constante de conhecimento, de superação e de melhoria contínua como pessoa, nos diversos papeis e funções que se assumem na sociedade. Mas também a curiosidade e o desejo de mudar e de ajudar a construir um mundo mais justo e "equilibrado".
- Equipas boas, o que são? São equipas em que as pessoas ajudam a definir e sabem quais são os objectivos. Desempenham eficaz e eficientemente as funções , gerem os recursos disponíveis da melhor forma possível e ajudam a atingir os objectivos (da equipa), sob a liderança de alguém exemplar que agrega o “espírito de equipa” e "sabe tirar o melhor" de cada elemento.
- Um líder! Quem e porquê? Gandhi, pelos seus ideais de paz e de uma vida natural que continuam a ser exemplos para milhões de pessoas em todo mundo. Mandela por se ter despojado do orgulho e da vingança e ter assumido o perdão como uma virtude que liberta o Homem. Churchill, por ter ajudado o mundo a libertar-se de Hitler.
- Errar ou não errar? Porquê? “Só não erra quem não faz nada”! Parafraseando o matemático Bento de Jesus Caraça, "Se não receio o erro é porque estou sempre pronto a corrigi-lo."
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Conversa com...5 perguntas!
segunda-feira, 31 de março de 2014
Um bom discurso
Não há melhor forma de ter um excelente discurso que ter algo de importante para dizer a quem nos ouve. Nem sempre o que temos é interessante ou importante. E que pode ser para uns pode não ser para outros. Organizar e partir em parcelas o que queremos dizer é uma das partes mais importantes da preparação!
Etiquetas:
Comunicação
quarta-feira, 26 de março de 2014
Conversa com...5 perguntas, Pedro Marques
Mais uma semana, mais um convidado. Director do Parque de Jogos 1.º de Maio da Fundação INATEL. Com mais de 4 000 pessoas diariamente a usufruir do espaço mesmo no meio de Lisboa!
Competente e acima de tudo, muito flexível e com grande capacidade de adaptação. Aqui vão!
- Motivação, o que tens a dizer?
A falta de motivação é normalmente o primeiro e principal obstáculo a vencer. Tentar perceber a forma de nos motivarmos e motivarmos os outros é a melhor forma de percebermos que somos todos diferentes.
- O que te faz querer aprender mais?
A dificuldade de resolver alguns problemas.
- Equipas boas, o que são?
São equipas que, para quem vê de fora, trabalham como um só. São equipas em que os elementos se complementam e, no caso de equipes de médio e longo prazo, mantêm uma capacidade de desafiar/motivar os seus elementos.
- Um líder! Quem e porquê?
Uma resposta fácil mas sincera: José Mourinho. Pela capacidade, nos vários clubes onde passou, de potenciar ao máximo o rendimento dos jogadores e das equipas. Pela capacidade de antecipar acontecimentos, demonstrativa de uma capacidade de trabalho extraordinária.
- Errar ou não errar? Porquê?
Na prática é uma inevitabilidade. Concordo que aprender com os erros é fundamental para o sucesso.
Competente e acima de tudo, muito flexível e com grande capacidade de adaptação. Aqui vão!
- Motivação, o que tens a dizer?
A falta de motivação é normalmente o primeiro e principal obstáculo a vencer. Tentar perceber a forma de nos motivarmos e motivarmos os outros é a melhor forma de percebermos que somos todos diferentes.
- O que te faz querer aprender mais?
A dificuldade de resolver alguns problemas.
- Equipas boas, o que são?
São equipas que, para quem vê de fora, trabalham como um só. São equipas em que os elementos se complementam e, no caso de equipes de médio e longo prazo, mantêm uma capacidade de desafiar/motivar os seus elementos.
- Um líder! Quem e porquê?
Uma resposta fácil mas sincera: José Mourinho. Pela capacidade, nos vários clubes onde passou, de potenciar ao máximo o rendimento dos jogadores e das equipas. Pela capacidade de antecipar acontecimentos, demonstrativa de uma capacidade de trabalho extraordinária.
- Errar ou não errar? Porquê?
Na prática é uma inevitabilidade. Concordo que aprender com os erros é fundamental para o sucesso.
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