E assim vai nascendo, parágrafo aqui...parágrafo ali:
"As equipas que atingem mais vezes melhores resultados do que outras não
o fazem por magia, nem porque possuem mais recursos financeiros ou materiais.
Não descurando o papel que todos eles têm no resultado final, está provado que
as equipas com elevados desempenhos se baseiam num modelo de saber estar e agir
diferente. Apostam na criação de regras colectivas benéficas para o
compromisso, ambiente e ambição colectiva. Criam e fomentam autonomia e
potenciam o conhecimento e relações interpessoais de forma eficiente entre os
seus colaboradores. Tentam comunicar como uma exactidão perfeita até que esses
comportamentos se tornem num hábito."
quinta-feira, 2 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
O novo livro começa a ganhar corpo...
O termo teaming é recente. Li-o e gostei do som, do que significa, do que pressupõe. Imagino acção, movimento, trabalho em equipa, um trabalho como qualquer outro mas que neste caso é o fazer equipas, trabalhar em equipa, é ter uma equipa em movimento conforme os diversos processos de grupo que isso inclui.
Teaming significa trabalhar em equipa. Não é o mesmo que a grande maioria de nós pensamos quando nos encontramos a trabalhar com pessoas no mesmo local ou estamos inseridos num grupo na nossa organização, empresa, etc. Trabalhar em equipa é como um pacote que tem variantes organizacionais, planeamentos, definição de tarefas, direcção, objectivos, coisas mais cinzentas que entrariam num cérebro colectivo mais do lado esquerdo. Do lado direito teríamos uma cor mais de movimento e emoções como o laranja com a motivação, vontade, reconhecimento, cooperação, dedicação, predisposição interpessoal, etc.
No meio temos os elos que ligam, facilitam. Os pilares que equilibram o que por vezes parece impossível. A motivação, comunicação, partilha, gestão de emoções vs objectivos, responsabilização, liderança. Uns mais importantes que outros. Depende do contexto, é certo, mas nunca como hoje, pilares como as relações interpessoais entre as diversas pessoas, a comunicação, resiliência, liderança, coabitar em prol de um compromisso colectivo tiveram tanto peso no resultado final de uma equipa a trabalhar para os seus objectivos.
Diria que hoje a grande diferença relativamente há uns anos – já no meu livro sobre ‘Como formar equipas de elevado desempenho’ abordava esta situação – o trabalhar em equipa não chega para viver, conquistar vitórias, superar objectivos, etc. Hoje exige-se que as pessoas trabalhem em equipa com eficiência e elevados desempenhos. Se esmerem. Esforcem, conquistem objectivos conjuntamente. Aprendam a colocar os compromissos colectivos ao lado ou à frente dos seus. Partilhem informação, porque ela é bastante mais poderosa quando usada comummente com a informação que outros também possuem.
Teaming significa trabalhar em equipa. Não é o mesmo que a grande maioria de nós pensamos quando nos encontramos a trabalhar com pessoas no mesmo local ou estamos inseridos num grupo na nossa organização, empresa, etc. Trabalhar em equipa é como um pacote que tem variantes organizacionais, planeamentos, definição de tarefas, direcção, objectivos, coisas mais cinzentas que entrariam num cérebro colectivo mais do lado esquerdo. Do lado direito teríamos uma cor mais de movimento e emoções como o laranja com a motivação, vontade, reconhecimento, cooperação, dedicação, predisposição interpessoal, etc.
No meio temos os elos que ligam, facilitam. Os pilares que equilibram o que por vezes parece impossível. A motivação, comunicação, partilha, gestão de emoções vs objectivos, responsabilização, liderança. Uns mais importantes que outros. Depende do contexto, é certo, mas nunca como hoje, pilares como as relações interpessoais entre as diversas pessoas, a comunicação, resiliência, liderança, coabitar em prol de um compromisso colectivo tiveram tanto peso no resultado final de uma equipa a trabalhar para os seus objectivos.
Diria que hoje a grande diferença relativamente há uns anos – já no meu livro sobre ‘Como formar equipas de elevado desempenho’ abordava esta situação – o trabalhar em equipa não chega para viver, conquistar vitórias, superar objectivos, etc. Hoje exige-se que as pessoas trabalhem em equipa com eficiência e elevados desempenhos. Se esmerem. Esforcem, conquistem objectivos conjuntamente. Aprendam a colocar os compromissos colectivos ao lado ou à frente dos seus. Partilhem informação, porque ela é bastante mais poderosa quando usada comummente com a informação que outros também possuem.
domingo, 14 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Formação em Liderança e Dinâmicas de Grupo, dias 27 e 28 de Abril
Curso de Liderança e Dinâmicas de Grupo, dias 27 e 28 de Abril, das 9h30 às 18h30! Melhore as competências fundamentais dos profissionais em situação de liderança de grupos, aulas e as suas equipas de trabalho.
Compreender as potencialida...des das diferentes acções com os grupos (o que são processos de grupo), aferir a capacidade de liderar e dinamizar grupos, perceber qual a diferença de motivar, comunicar, relacionar, orientar, etc. um atleta vs um grupo e como conseguir o compromisso com a pessoa e a tarefa.
Público Alvo: todos os profissionais que pretendam melhorar competências para liderar ou dinamizar grupos, aulas ou equipas de trabalho.
Compreender as potencialida...des das diferentes acções com os grupos (o que são processos de grupo), aferir a capacidade de liderar e dinamizar grupos, perceber qual a diferença de motivar, comunicar, relacionar, orientar, etc. um atleta vs um grupo e como conseguir o compromisso com a pessoa e a tarefa.
Público Alvo: todos os profissionais que pretendam melhorar competências para liderar ou dinamizar grupos, aulas ou equipas de trabalho.
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Formação
terça-feira, 9 de abril de 2013
O bom trabalho paga-se
Artigo que pode ser lido na totalidade aqui.
"Você é um patrão feliz. No seu escritório, todos trabalham empenhadamente e apesar da crise tem conseguido manter os principais clientes e até fez novos contratos que lhe garantem bons resultados pelo menos até ao final deste ano. Sabe bem a quem se deve o sucesso da sua empresa. Mas já lhe passou pela cabeça agradecer?
Muitos chefes não se dão ao trabalho de elogiar um empregado por uma boa prestação, apesar de não perderem uma oportunidade de criticar tudo quanto está mal na sua atitude. Afinal, dizer mal é tão fácil... Mas olhe que dizer bem também não custa nada. E até pode descobrir que gosta da sensação. A maioria das vezes, uma palavra de incentivo a caminho do resultado final é essencial para um desfecho feliz. Se acha normal pagar por uma boa refeição, por bilhetes para a ópera ou por um fato de qualidade, porque é que lhe parece estranho recompensar devidamente quem faz um bom trabalho? (...)"
"Você é um patrão feliz. No seu escritório, todos trabalham empenhadamente e apesar da crise tem conseguido manter os principais clientes e até fez novos contratos que lhe garantem bons resultados pelo menos até ao final deste ano. Sabe bem a quem se deve o sucesso da sua empresa. Mas já lhe passou pela cabeça agradecer?
Muitos chefes não se dão ao trabalho de elogiar um empregado por uma boa prestação, apesar de não perderem uma oportunidade de criticar tudo quanto está mal na sua atitude. Afinal, dizer mal é tão fácil... Mas olhe que dizer bem também não custa nada. E até pode descobrir que gosta da sensação. A maioria das vezes, uma palavra de incentivo a caminho do resultado final é essencial para um desfecho feliz. Se acha normal pagar por uma boa refeição, por bilhetes para a ópera ou por um fato de qualidade, porque é que lhe parece estranho recompensar devidamente quem faz um bom trabalho? (...)"
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Imprensa
quarta-feira, 20 de março de 2013
Sem softskills vamos (continuar a) passar por maus momentos
Tenho tido a sorte e privilégio de poder comunicar para os jovens que se encontram a sair das faculdades. Quer por ser docente quer por vários momentos como os de ontem na Un. Católica do Porto. Já tinha tido este privilégio em diversos países quando colaborei com diversas ONG’s do Conselho Europeu.
Infelizmente, mantemos muito a ideia ...do encaixotar o saber nas pessoas, principalmente nestes jovens. Investimos ao máximo em decorar isto e aquilo. Como peças a montar um automóvel. Em que, por vezes e infelizmente, alguns agentes de ensino são como os funcionários na linha de montagem.
Ainda ontem, a confirmação que muitos dos profissionais de amanhã não têm a mínima noção da importância de ser flexível, saber trabalhar em equipa, sair da zona de conforto, saber comunicar, fazer uma apresentação sua sem dificuldade. Interessante que cresce muito a ideia de irem lá para fora trabalhar, sabendo eu que neste campo específico, alguns países apostam nos softskills desde do ensino primário e secundário.
Lembro-me bem deste número: um jovem de um país do centro e norte da Europa participa em média em mais de 4 associações jovens, ONG’s, ambientais, políticas, sociais, etc, até aos 18 anos. Em Portugal a média ronda os 0,4 / pessoa. Acredito cada vez mais no peso que isto tem no pacote profissional que é a pessoa quando chega e sai das universidades, etc.
Infelizmente, mantemos muito a ideia ...do encaixotar o saber nas pessoas, principalmente nestes jovens. Investimos ao máximo em decorar isto e aquilo. Como peças a montar um automóvel. Em que, por vezes e infelizmente, alguns agentes de ensino são como os funcionários na linha de montagem.
Ainda ontem, a confirmação que muitos dos profissionais de amanhã não têm a mínima noção da importância de ser flexível, saber trabalhar em equipa, sair da zona de conforto, saber comunicar, fazer uma apresentação sua sem dificuldade. Interessante que cresce muito a ideia de irem lá para fora trabalhar, sabendo eu que neste campo específico, alguns países apostam nos softskills desde do ensino primário e secundário.
Lembro-me bem deste número: um jovem de um país do centro e norte da Europa participa em média em mais de 4 associações jovens, ONG’s, ambientais, políticas, sociais, etc, até aos 18 anos. Em Portugal a média ronda os 0,4 / pessoa. Acredito cada vez mais no peso que isto tem no pacote profissional que é a pessoa quando chega e sai das universidades, etc.
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Time out
sábado, 9 de março de 2013
Dúvidas são sinais de inteligência
"Dúvida é outro nome para inteligência". Esta frase - mais uma que considero 'feliz' - não é minha, é de Jorge Luís Borges. Ouvi-a ontem pela Helena Marujo - pessoa que aconselho a conhecerem ou pessoalmente ou a obra da mesma - e de facto dá um lado inteligente e muito útil para as dúvidas que tanta nos vão tomando tempo e espaço.
Costumo ter (pelo menos) três objectivos em qualquer formação que participe enquanto formador, facilitador ou coach. As pessoas poderem divertir-se (dentro do âmbito da formação :), perceberem que as áreas que iremos falar, algumas técnicas, situações, perfis e ditas soluções não passam de ferramentas. E que podem funcionar para umas situações, contextos e pessoas, mas noutro dia com as mesmas pessoas, noutras situações, o resultado pode ser bem diferente.
O terceiro objectivo passa pelas pessoas ficarem a saber menos do que quando entraram ali. Abrir novas gavetas de conhecimentos faz, na minha opinião, ficar a saber novas coisas, logo a ficar a saber menos de algo. Introduzir novas áreas faz-nos ter sede de mais conhecimento. Como ouvi "aprender coisas novas alimenta as incertezas". Esperemos que se consiga alimentar cada vez mais este sentimento.
Esta atitude / acção perfaz um sentimento de proactividade relativamente ao conhecimento e à insatisfação de mais e mais. Todos - social e profissionalmente - teremos a ganhar muito mais nesta óptica. Obrigado pela partilha de ontem.
Costumo ter (pelo menos) três objectivos em qualquer formação que participe enquanto formador, facilitador ou coach. As pessoas poderem divertir-se (dentro do âmbito da formação :), perceberem que as áreas que iremos falar, algumas técnicas, situações, perfis e ditas soluções não passam de ferramentas. E que podem funcionar para umas situações, contextos e pessoas, mas noutro dia com as mesmas pessoas, noutras situações, o resultado pode ser bem diferente.
O terceiro objectivo passa pelas pessoas ficarem a saber menos do que quando entraram ali. Abrir novas gavetas de conhecimentos faz, na minha opinião, ficar a saber novas coisas, logo a ficar a saber menos de algo. Introduzir novas áreas faz-nos ter sede de mais conhecimento. Como ouvi "aprender coisas novas alimenta as incertezas". Esperemos que se consiga alimentar cada vez mais este sentimento.
Esta atitude / acção perfaz um sentimento de proactividade relativamente ao conhecimento e à insatisfação de mais e mais. Todos - social e profissionalmente - teremos a ganhar muito mais nesta óptica. Obrigado pela partilha de ontem.
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Time out
sexta-feira, 8 de março de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Fevereiro passou de forma intensa e Março vem aí!
O mês de Fevereiro está quase a terminar e tem sido intenso! Muitas formações, muitos 'palcos', diferenças a obrigar a flexibilidade e capacidade de adaptar-me ao que faço e para quem convivo.
Administração Pública, líderes, profissionais do desporto, empresas, coordenadores de equipas e projectos, um pouco de muito!
Tem sido gratificante mas muito exigente. Como costumo dizer e aproveitando um feedback de alguém que participou numa das minhas acções: "Percebe-se que fique cansado após a formação, está constantemente atento, sempre a dar feedback, não deixa ninguém desligar-se."
É um excelente feedback. Coerência...diria. Mas Março vem aí, já com algumas acções confirmadas!
Administração Pública, líderes, profissionais do desporto, empresas, coordenadores de equipas e projectos, um pouco de muito!
Tem sido gratificante mas muito exigente. Como costumo dizer e aproveitando um feedback de alguém que participou numa das minhas acções: "Percebe-se que fique cansado após a formação, está constantemente atento, sempre a dar feedback, não deixa ninguém desligar-se."
É um excelente feedback. Coerência...diria. Mas Março vem aí, já com algumas acções confirmadas!
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Time out
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Explicar o que muda tão rapidamente num grupo
Durante uma formação, falámos disso. Durante o fim-de-semana observa-se várias equipas passarem de estados emocionais de produtividade altos para baixos e vice-versa. Hoje de tarde falava com um amigo treinador que é possível gerir índices físicos para estarem em alta daqui a umas semanas, mas os índices emocionais e mentais é mais complicado.
Como se potencia para os índices emocionais e mentais estarem altos em determinada altura. Como se gere as expectativas, objectivos e picos de forma mental? É possível os mesmos estarem sempre em alta?
À última questão diria que não. Na primeira responderia que é possível, mas diria que poucos o conseguem. Não por ser mágicos. Mas por terem reunido um conjunto de informação sobre quem o faz, para quem o faz e para o que faz. O como, onde e quando são outros factores.
Técnicas existem. Vontade aumenta. Mas depois tudo altera conforme as pessoas e os estados emocionais do momento. Haja quem quer...
Como se potencia para os índices emocionais e mentais estarem altos em determinada altura. Como se gere as expectativas, objectivos e picos de forma mental? É possível os mesmos estarem sempre em alta?
À última questão diria que não. Na primeira responderia que é possível, mas diria que poucos o conseguem. Não por ser mágicos. Mas por terem reunido um conjunto de informação sobre quem o faz, para quem o faz e para o que faz. O como, onde e quando são outros factores.
Técnicas existem. Vontade aumenta. Mas depois tudo altera conforme as pessoas e os estados emocionais do momento. Haja quem quer...
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Equipa
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Capitão da selecção de Rugby de África do Sul e Madiba
Passou agora mesmo uma entrevista do capitão da selecção de 1995 quando conquistaram a o Mundial de Rugy na África do Sul. Este senhor esteve em Portugal esta semana. Espectacular a entrevista. Para quem gosta de desporto, tente ver. Para quem gosta de liderança, tente ver. Para quem gosta de pessoas, tente ver. Para quem quer perceber o que é uma visão, tente ver. Duas ou três mensagens fortes:
- a realidade é sempre muito importante, mas se não acreditarmos que é possível, não vale a pena 'ir lá';
- o desporto é uma questão de obcessão por pormenores;
- o homem quase chorava de alegria só de ouvir o nome Madiba...
Pena não haver muitos pelo mundo como estes.
- a realidade é sempre muito importante, mas se não acreditarmos que é possível, não vale a pena 'ir lá';
- o desporto é uma questão de obcessão por pormenores;
- o homem quase chorava de alegria só de ouvir o nome Madiba...
Pena não haver muitos pelo mundo como estes.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Formação para o Holmes Place de Coaching
"A forma como treinas alguém tem um elo e um canal fundamental: relações interpessoais e comunicação! Quando se fala em aspetos essenciais na relação com os teus atletas e no trabalho que desenvolves com eles, conseguir compreender e impacto comunicacional é fulcral. Passar a mensagem e que a mesma seja entendida da forma como tu gostarias que fosse, para tal precisas de ser empático, claro, flexível, presente e assertivo."
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Formação
domingo, 20 de janeiro de 2013
Próximas formações
Aproximam-se várias formações. Na Esc. Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril e mais alguns locais. A anunciar em breve.
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Formação
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Hoje foi assim...
Hoje foi assim no Espaço Ávila. Mais uma oportunidade para partilhar boas práticas para um trabalho em equipa mais eficiente. Obrigado pelo convite.
A julgar pela agenda...vem aí muito mais. Muitas vezes.
A julgar pela agenda...vem aí muito mais. Muitas vezes.
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Formação
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Qual o perfil do líder/treinador super-herói?
Há algum tempo li um pequeno texto sobre esta temática. A pergunta que era semelhante. Afirmava que não existiam treinadores ideais, muito menos um perfil único de treinador. O tipo ‘super-homem’ que sabe tudo e nada o perturba não passaria de um modelo ou produto imaginário criado e alimentado por alguns agentes.
Não posso estar mais de acordo. Ain...da se mantêm algumas ideias muito cimentadas que alguns treinadores ganham tudo e em todo o lado. Dá uma certa ideia que ganhariam com várias equipas. E com quaisquer atletas independentemente dos seus contextos e adversários.
Errado! O treinador ideal para tudo não existe. Também não existem os líderes para tudo e qualquer coisa. Muito menos os gestores. Existem um conjunto de comportamentos e características intra e interpessoais que aumentam a capacidade da pessoa que lidera atingir com mais eficácia os (seus e os colectivos) objectivos. Algumas empresas sabem-no bem e levam isso à letra, substituindo por vezes um líder com excelente capacidade de concretizar objectivos, que alcançou muito e fez estar uma equipa ou a empresa onde ela está.
O treinador sobrevive pelos resultados, por isso, raramente um treinador que atinge resultados é afastado (raríssimos mesmo). Pode duvidar-se do seu valor, contestar-se métodos e a sua própria liderança, mas ele respira e vive dos resultados. Outros – por muita qualidade que queiramos atribuir-lhe – não sobrevivem à falta de resultados e são afastados. Quem os afasta não liga muito ao contexto, adversários, especificidades individuais da equipa. Sai e pronto.
Há um certa corrente ideológica que coloca nos píncaros alguns líderes. Poucos analisam as condições em que os mesmos ganham as suas vitórias. Na verdade ganham mais aqueles que têm melhores condições dos que têm menos condições. Aos que têm muitas condições e perdem chamamos-lhes incompetentes. Por alguma razão lhes chamamos surpresas aos que não se esperava ganhar (cont.).
Não posso estar mais de acordo. Ain...da se mantêm algumas ideias muito cimentadas que alguns treinadores ganham tudo e em todo o lado. Dá uma certa ideia que ganhariam com várias equipas. E com quaisquer atletas independentemente dos seus contextos e adversários.
Errado! O treinador ideal para tudo não existe. Também não existem os líderes para tudo e qualquer coisa. Muito menos os gestores. Existem um conjunto de comportamentos e características intra e interpessoais que aumentam a capacidade da pessoa que lidera atingir com mais eficácia os (seus e os colectivos) objectivos. Algumas empresas sabem-no bem e levam isso à letra, substituindo por vezes um líder com excelente capacidade de concretizar objectivos, que alcançou muito e fez estar uma equipa ou a empresa onde ela está.
O treinador sobrevive pelos resultados, por isso, raramente um treinador que atinge resultados é afastado (raríssimos mesmo). Pode duvidar-se do seu valor, contestar-se métodos e a sua própria liderança, mas ele respira e vive dos resultados. Outros – por muita qualidade que queiramos atribuir-lhe – não sobrevivem à falta de resultados e são afastados. Quem os afasta não liga muito ao contexto, adversários, especificidades individuais da equipa. Sai e pronto.
Há um certa corrente ideológica que coloca nos píncaros alguns líderes. Poucos analisam as condições em que os mesmos ganham as suas vitórias. Na verdade ganham mais aqueles que têm melhores condições dos que têm menos condições. Aos que têm muitas condições e perdem chamamos-lhes incompetentes. Por alguma razão lhes chamamos surpresas aos que não se esperava ganhar (cont.).
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Dez conselhos que um profissional poderia aprender com um desportista
Na revista Sport Life de Janeiro! Registem-se em https://www.facebook.com/CoachdoCoach para ter acesso ao artigo.
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Imprensa
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
O reforço positivo de Alex Ferguson na liderança de pessoas
Acreditem que o reforço positivo é das ferramentas mais simples (não deve ser desprezado ou utilizado sem rigor) e poderosas na motivação e liderança de pessoas.
Sir Alex Ferguson não é apenas um dos melhores treinadores de sempre, é alguém que o faz na mesma organização, gere putos, vedetas ou team players com grande eficiência. Concebeu uma visão e consegue-a aplicar...ao fim de mais de duas décadas! Vejam a foto e tirem a tal conclusão. Muito bem!
Sir Alex Ferguson não é apenas um dos melhores treinadores de sempre, é alguém que o faz na mesma organização, gere putos, vedetas ou team players com grande eficiência. Concebeu uma visão e consegue-a aplicar...ao fim de mais de duas décadas! Vejam a foto e tirem a tal conclusão. Muito bem!
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Alex Ferguson,
Liderança
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
História sobre equipas...
Enviaram-me e adaptei considerando a maior abertura das pessoas nesta altura para algumas temáticas (rápida de ler e com impacto...peçam que leiam):
Um mestre convidou um cidadão para conhecer uma boa equipa e uma má equipa.
Ao abrirem a porta onde trabalhava uma má equipa, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde uma suculenta sopa era cozinhada. À volta dela estavam sentadas pesso...as famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido, que lhe permitia alcançar o caldeirão, mas não as suas próprias bocas. O sofrimento e o esforço eram imensos.
Em seguida, o mestre levou o cidadão para conhecer a outra equipa. Entraram numa sala idêntica à primeira vista: havia o mesmo caldeirão, as pessoas à sua volta, as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados.
“Eu não compreendo” - disse o cidadão. Por que é que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?”
O mestre sorriu e respondeu:
“Não percebeu? É porque aqui, eles aprenderam a dar comida uns aos outros.”
Um mestre convidou um cidadão para conhecer uma boa equipa e uma má equipa.
Ao abrirem a porta onde trabalhava uma má equipa, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde uma suculenta sopa era cozinhada. À volta dela estavam sentadas pesso...as famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido, que lhe permitia alcançar o caldeirão, mas não as suas próprias bocas. O sofrimento e o esforço eram imensos.
Em seguida, o mestre levou o cidadão para conhecer a outra equipa. Entraram numa sala idêntica à primeira vista: havia o mesmo caldeirão, as pessoas à sua volta, as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados.
“Eu não compreendo” - disse o cidadão. Por que é que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?”
O mestre sorriu e respondeu:
“Não percebeu? É porque aqui, eles aprenderam a dar comida uns aos outros.”
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