Numa das palestras que dei recentemente, ainda não iam decorridos 60 segundos de 'jogo' e fui confrontado com a questão "Diga-nos lá qual a sua maior experiência no tema da liderança".
Considero que até me 'desviei' bem desta entrada. Respondi que diariamente tenho experiências do tema de liderança na primeira pessoa. A minha dúvida é saber se como líder ou liderado. Terei de perguntar aos meus filhos as suas opiniões nestes casos, mas desconfio que acabo muito mais por ser liderado do que liderar. Esta parte...encaixa-se mais no 'mandar'!
Mais a sério, recordei a experiência que tive no bairro do Laranjeiro a realizar trabalho de reinserção social com um conjunto de jovens de várias culturas, raças e etnias. Com objectivos de vida diferentes, uns assumidos outros até desconhecidos dos próprios jovens. Um projecto que durou aproximadamente um ano e que possibilitou adquirir competências como a empatia, tolerância, flexibilidade, capacidade de me adaptar a realidades diferentes. Trabalho que era desenvolvido fora das nossas zonas de conforto quer as emocionais quer as físicas propriamente ditas.
Valeu muito pela experiência, pela capacidade de não poder obrigá-los a fazer algo, mas a ter que ganhar um compromisso com alguém que desconhecemos, que não confiam na palavra confiar e que acima de tudo, desconhecem outra realidade, que eu assumo poder ser melhor. Valeu!
terça-feira, 17 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Na SDO para uma palestra
"A SDO recebeu com muito prazer o Rui Lança na SDO para fazer uma apresentação do seu mais recente livro 'Como formar equipas de elevado desempenho'. Os nossos agradecimentos e votos de muitos sucessos!"
Os meus agradecimentos...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Crónica de um Coach
O resultado continua a ser o nosso maior indicador de algo. Não concordo, mas reconheço que uma enorme percentagem das pessoas – com pouco ou nenhum rigor – olha para o resultado como o TODO. Pouco ou nada nos focamos nos processos que contribuem para o resultado e poucas vezes temos capacidade para entender os benefícios colaterais das acções e ver mais além, uma visão do desenvolvimento de outras competências que não apenas as que estão directamente relacionadas com o resultado.
Se dividirmos o desempenho individual em 3 ou 4 variantes, diria que teríamos algo muito parecido com isto:
- Desempenho relacionado com as suas tarefas na variante técnica;
- Desempenho físico, resistência, zonas de conforto, etc.;
- O saber estar e ser, as questões intra e interpessoal;
- E em alguns contextos, diria o comportamento e liderança situacional (no desporto a parte mais táctica e nas empresas a parte mais estratégica).
Do que vou acompanhando, nas mais diversas situações e nos mais distintos contextos, continua-se ao nível da preparação dos indivíduos a dar demasiado enfoque na preparação técnica para as tarefas, a fomentar boas condições ao nível da saúde física, conhecimentos para a parte estratégica/táctica mas ainda a descurar muito a vertente do saber estar, auto-conhecimento, inteligência emocional, predisposição interpessoal, etc.
Interessante é verificar que quando as coisas estão a correr mal, é cada vez mais neste ponto que as pessoas pegam. A pergunta muito objectivamente a ser realizada é…porque apenas se lembram desta variante mais comportamental quando as coisas correm menos bem?
No discurso de apresentação do meu livro no passado dia 5 de Abril na FNAC foi referido um aspecto tão verdadeiro e essencial como: quando as coisas correm mal há necessidade de nos juntarmos todos por uma causa comum. Mas esquecemo-nos que as que estão preparadas para superar a actual situação social, económica, etc…não são as que irão começar agora a tratar disso, são as que já nas alturas boas, já estavam melhores preparadas!
Se dividirmos o desempenho individual em 3 ou 4 variantes, diria que teríamos algo muito parecido com isto:
- Desempenho relacionado com as suas tarefas na variante técnica;
- Desempenho físico, resistência, zonas de conforto, etc.;
- O saber estar e ser, as questões intra e interpessoal;
- E em alguns contextos, diria o comportamento e liderança situacional (no desporto a parte mais táctica e nas empresas a parte mais estratégica).
Do que vou acompanhando, nas mais diversas situações e nos mais distintos contextos, continua-se ao nível da preparação dos indivíduos a dar demasiado enfoque na preparação técnica para as tarefas, a fomentar boas condições ao nível da saúde física, conhecimentos para a parte estratégica/táctica mas ainda a descurar muito a vertente do saber estar, auto-conhecimento, inteligência emocional, predisposição interpessoal, etc.
Interessante é verificar que quando as coisas estão a correr mal, é cada vez mais neste ponto que as pessoas pegam. A pergunta muito objectivamente a ser realizada é…porque apenas se lembram desta variante mais comportamental quando as coisas correm menos bem?
No discurso de apresentação do meu livro no passado dia 5 de Abril na FNAC foi referido um aspecto tão verdadeiro e essencial como: quando as coisas correm mal há necessidade de nos juntarmos todos por uma causa comum. Mas esquecemo-nos que as que estão preparadas para superar a actual situação social, económica, etc…não são as que irão começar agora a tratar disso, são as que já nas alturas boas, já estavam melhores preparadas!
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Crónica
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Apresentação na FNAC do Colombo 5 de Abril
Tantas vezes passei eu em várias FNAC's e tive oportunidade de assistir a apresentações de discos, livros ou outras obras. Ontem estive do lado de lá com o João Costa da Escolar Editora e com o Pedro Santos Guerreiro do Jornal de Negócios. O meu muito obrigado pela presença e confiança. Aos presentes, um sincero obrigado pela companhia que têm feito ao meu lado, umas vezes mais perto outras distantes, mas presentes.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Uma sessão na PROGMA
"No decorrer da manhã de segunda-feira, a PROGMA teve o gosto de receber o consultor e formador na área do Coaching, Liderança e Dinâmicas de Empresas, Rui Lança. Foi ao longo de 40 minutos que os Progmáticos tiveram a oportunidade de conhecer a sua mais recente obra, o livro: “ Como formar equipas de elevado desempenho...”. O autor veio confirmar aquilo que já temíamos: não existe uma receita única e miraculosa que crie e sustente o sucesso nas equipas, mas sim vários fatores que devemos ter em conta para alcançar o êxito desejado por todos.
Rui Lança apresentou-nos vários exemplos de empresas no mercado Português formadas por equipas com elevado desempenho com as quais trabalhou, bem como explorou os temas que devemos desenvolver para alcançar o objetivo tão cobiçado nos dias de hoje. A definição e comunicação de objetivos a todos os membros de uma equipa, o conhecimento das áreas de atuação da empresa, as suas principais atividades…coisas simples e banais, mas a verdade é que, muitas vezes, são estas que acabam por ser as áreas que mais precisamos de desenvolver. A Progma trabalha estes e outros temas na área do Coaching e Liderança e sugerimos a aquisição do livro. E assim foi, uma segunda-feira diferente e muito motivadora, da qual as nossas equipas saíram inspiradas."
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Formação
segunda-feira, 26 de março de 2012
Palestra em Torres Novas
terça-feira, 20 de março de 2012
Obrigado para Coimbra

Sexta-feira passou, mas não posso deixar de agradecer a amabilidade dos Professores e alunos do MBA da Faculdade de Economia da UC. Obrigado pela participação, desafio e partilha de ideias.
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Livros
quarta-feira, 14 de março de 2012
Porque há organizações e equipas que funcionam melhor que outras?
Em 2011 abordámos neste espaço algumas das características que estão associadas às equipas e organizações de elevado desempenho e que as diferenciam de ‘outras’. Poderíamos recuperar novamente algumas das nuances que apresentam, mas será isso por si só suficiente para explicar o sucesso das mesmas? Será apenas um processo tão estandardizado que nos permita criar receitas para o sucesso?
A resposta é claramente NÃO!
Então deparamo-nos com outra questão: Que tipo de processos de formação e dinâmicas de grupo podemos aplicar e dinamizar para facilitar e fomentar esse resultado nas equipas e organizações?
Não existem as tais receitas para que estas equipas se criem, se mantenham no tempo e consigam enfrentar e superar com maior eficiência os obstáculos e desafios que outras equipas. Há um conjunto de processos e dinâmicas que podem ser aplicados na equipa considerando o contexto, a liderança, as identidades das pessoas, os objectivos, os procedimentos adjacentes ao dia-a-dia da organização onde essa equipa se situa.
Sempre conscientes que tal como os processos operacionais, técnicos, tácticos, físicos que para se manterem eficientes ou melhorarem, precisam de criar rotinas e hábitos de exigência, avaliação, de continuidade, também os processos para motivar, potenciar e criar patamares de elevados desempenhos nas equipas devem ser aplicados diariamente. Não podemos pensar que umas horas de treino num ginásio por mês ou ano nos faça estar aptos para fazer uma meia ou maratona. Mesmo sabendo como se corre ou o que se deveria fazer para correr essa distância.
Como melhorar as competências no trabalho em equipa? Para lá dos processos relacionados com a comunicação, o espírito de equipa, dar e receber feedback, reconhecimento, responsabilidade, existem alguns processos que podem distinguir a rotina e a formação relacionada com as equipas de elevado desempenho:
- Criação de submetas e a equipa saber jogar com a sua motivação: a equipa deve criar metas específicas, desafiadoras e que crie compromissos entre todos. A utilidade da criação de submetas, pequenos momentos que servem para aumentar a confiança da equipa à medida que pequenos objectivos inseridos no objectivo macro vão sendo superados.
- Orientar as equipas em situações de solução de problemas: Fomentar a equipa a trabalhar a necessidade de chegar a resoluções de problemas comuns, criando contextos onde é fundamental definir prioridades no processo de situações para serem geradas soluções de problemas e não enfoque nos problemas.
- Treinar as competências necessárias: Não é mais do que criar mecanismos de repetição e evolução das nossas acções, situações individuais e colectivas, formação em diferentes áreas. A palavra treino, que não é exclusiva do desporto, significa para lá do hábito ou da repetição, tem como indispensável a evolução, apurar a eficiência dos actos e reflectir sobre os mesmos.
- Promova um ambiente positivo: Crie não apenas normas processuais relativamente a resultados e comportamentos de respeito, reconhecimento, etc., mas também de tolerância e excelência de espírito de equipa. Técnicas como dar feedback positivo cada vez que um colega execute algo pode ser um bom método, desde que não se desvalorize a importância.
- Facilite a gestão de emoções e conflitos: Termine com a ideia que conflitos e pessoas emocionais são prejudiciais, criando momentos onde esses mesmos conflitos e emoções geram excelentes ideias e momentos de melhoria do espírito de equipa.
- Promova a inclusão, participação e fundamentação: Dê hipótese que todos de forma voluntária possam apresentar a sua perspectiva sobre a situação, não por norma, mas por acto reflectido de criação de valor. Não dê apenas o momento, ensine a melhorar a participação de todos.
Estes são alguns processos e as dinâmicas individuais e colectivos que fazem coabitar um conjunto de elementos num determinado contexto, com objectivos estabelecidos e uma estratégia para os alcançar valorizando e potenciando todos os recursos existentes e que consigam contribuir para aquilo que denomino de Inteligência Colectiva:
É conjunto das competências dos elementos que compõem o TODO e dos processos/dinâmicas criados para potenciar as mais-valias de TODOS os recursos humanos na concretização dos objectivos propostos e alinhados.
A resposta é claramente NÃO!
Então deparamo-nos com outra questão: Que tipo de processos de formação e dinâmicas de grupo podemos aplicar e dinamizar para facilitar e fomentar esse resultado nas equipas e organizações?
Não existem as tais receitas para que estas equipas se criem, se mantenham no tempo e consigam enfrentar e superar com maior eficiência os obstáculos e desafios que outras equipas. Há um conjunto de processos e dinâmicas que podem ser aplicados na equipa considerando o contexto, a liderança, as identidades das pessoas, os objectivos, os procedimentos adjacentes ao dia-a-dia da organização onde essa equipa se situa.
Sempre conscientes que tal como os processos operacionais, técnicos, tácticos, físicos que para se manterem eficientes ou melhorarem, precisam de criar rotinas e hábitos de exigência, avaliação, de continuidade, também os processos para motivar, potenciar e criar patamares de elevados desempenhos nas equipas devem ser aplicados diariamente. Não podemos pensar que umas horas de treino num ginásio por mês ou ano nos faça estar aptos para fazer uma meia ou maratona. Mesmo sabendo como se corre ou o que se deveria fazer para correr essa distância.
Como melhorar as competências no trabalho em equipa? Para lá dos processos relacionados com a comunicação, o espírito de equipa, dar e receber feedback, reconhecimento, responsabilidade, existem alguns processos que podem distinguir a rotina e a formação relacionada com as equipas de elevado desempenho:
- Criação de submetas e a equipa saber jogar com a sua motivação: a equipa deve criar metas específicas, desafiadoras e que crie compromissos entre todos. A utilidade da criação de submetas, pequenos momentos que servem para aumentar a confiança da equipa à medida que pequenos objectivos inseridos no objectivo macro vão sendo superados.
- Orientar as equipas em situações de solução de problemas: Fomentar a equipa a trabalhar a necessidade de chegar a resoluções de problemas comuns, criando contextos onde é fundamental definir prioridades no processo de situações para serem geradas soluções de problemas e não enfoque nos problemas.
- Treinar as competências necessárias: Não é mais do que criar mecanismos de repetição e evolução das nossas acções, situações individuais e colectivas, formação em diferentes áreas. A palavra treino, que não é exclusiva do desporto, significa para lá do hábito ou da repetição, tem como indispensável a evolução, apurar a eficiência dos actos e reflectir sobre os mesmos.
- Promova um ambiente positivo: Crie não apenas normas processuais relativamente a resultados e comportamentos de respeito, reconhecimento, etc., mas também de tolerância e excelência de espírito de equipa. Técnicas como dar feedback positivo cada vez que um colega execute algo pode ser um bom método, desde que não se desvalorize a importância.
- Facilite a gestão de emoções e conflitos: Termine com a ideia que conflitos e pessoas emocionais são prejudiciais, criando momentos onde esses mesmos conflitos e emoções geram excelentes ideias e momentos de melhoria do espírito de equipa.
- Promova a inclusão, participação e fundamentação: Dê hipótese que todos de forma voluntária possam apresentar a sua perspectiva sobre a situação, não por norma, mas por acto reflectido de criação de valor. Não dê apenas o momento, ensine a melhorar a participação de todos.
Estes são alguns processos e as dinâmicas individuais e colectivos que fazem coabitar um conjunto de elementos num determinado contexto, com objectivos estabelecidos e uma estratégia para os alcançar valorizando e potenciando todos os recursos existentes e que consigam contribuir para aquilo que denomino de Inteligência Colectiva:
É conjunto das competências dos elementos que compõem o TODO e dos processos/dinâmicas criados para potenciar as mais-valias de TODOS os recursos humanos na concretização dos objectivos propostos e alinhados.
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Equipa
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Carris, uma empresa diferente!
No passado dia 29 de Fevereiro fui à Carris dar uma palestra sobre algumas das temáticas que estão incluídas no meu livro para aproximadamente 80 colaboradores. Já tinha a ideia de ser uma empresa bastante diferente da carga menos positiva que temos de outras empresas da mesma natureza. É uma empresa a preparar-se cada vez melhor para os desafios futuros! Dia 29 foi o constatar da simplicidade de alguns processos que marcam a diferença.
Muito Obrigado por me terem disponibilizado esta oportunidade!
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Time out
quinta-feira, 8 de março de 2012
Apresentação em Coimbra
Dia 16 de Março em Coimbra, na Livraria Lápis de Memórias às 21h00. Antes, na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra!
Apareçam!
Apareçam!
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Livros
quarta-feira, 7 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Cinco aspectos fundamentais na comunicação em equipa
Quando se fala em aspectos essenciais nas relações e no trabalho em equipa, há algo que aparece sempre, mas sempre, nas minhas primeiras escolhas: comunicação colectiva!
Ao ler e trabalhar com e para equipas, vou ficando ainda mais convencido da sua importância e da minha escolha.
Num artigo interessante que li, um autor tentava focar estas temáticas e obstáculos na dificuldade em comunicar colectivamente em cinco pontos fundamentais. Adaptadas ao meu padrão de análises, com umas pitadas da minha visão, aqui vão:
. Ser claro: Aprendi este princípio quando colaborei com uma ONG e estávamos na Finlândia: ser claro, concreto e conciso.
. Ser presente: Quando se comunica com alguém, é preciso que esses dois comunicadores estejam presentes, atentos, comprometidos com a conversa e o resultado da mensagem chegar ao destinatário.
. Ser empático (minha proposta): Por tudo o que a própria palavra ‘emprega’, a capacidade de nos colocarmos nos sapatos do outro provoca uma sinergia e uma aliança forte e com capacidade de compromisso mais eficiente.
. Ser flexível: A capacidade para argumentar, fundamentar as nossas ideias, aceitar e ser flexível e tolerante às ideias dos outros, mesmo que não se concorde com as mesmas. Talvez o grande fruto de trabalhar com outras populações, aprender a ser flexível e tolerante.
. Ser assertivo (minha proposta): Também pelo seu significado, capacidade de dizermos aquilo que pensamos sem faltar ao respeito ao outro. O que se vê durante o nosso dia-a-dia é…a inexistência disto!
Ao ler e trabalhar com e para equipas, vou ficando ainda mais convencido da sua importância e da minha escolha.
Num artigo interessante que li, um autor tentava focar estas temáticas e obstáculos na dificuldade em comunicar colectivamente em cinco pontos fundamentais. Adaptadas ao meu padrão de análises, com umas pitadas da minha visão, aqui vão:
. Ser claro: Aprendi este princípio quando colaborei com uma ONG e estávamos na Finlândia: ser claro, concreto e conciso.
. Ser presente: Quando se comunica com alguém, é preciso que esses dois comunicadores estejam presentes, atentos, comprometidos com a conversa e o resultado da mensagem chegar ao destinatário.
. Ser empático (minha proposta): Por tudo o que a própria palavra ‘emprega’, a capacidade de nos colocarmos nos sapatos do outro provoca uma sinergia e uma aliança forte e com capacidade de compromisso mais eficiente.
. Ser flexível: A capacidade para argumentar, fundamentar as nossas ideias, aceitar e ser flexível e tolerante às ideias dos outros, mesmo que não se concorde com as mesmas. Talvez o grande fruto de trabalhar com outras populações, aprender a ser flexível e tolerante.
. Ser assertivo (minha proposta): Também pelo seu significado, capacidade de dizermos aquilo que pensamos sem faltar ao respeito ao outro. O que se vê durante o nosso dia-a-dia é…a inexistência disto!
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Comunicação,
Equipa
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Alinha os teus objetivos com o teu colega
Artigo que pode ser lido aqui.
Ao envolveres alguém no teu treino deves assegurar-te que contemplas:
. Os objetivos dele, inserirem-se num intervalo próximo dos teus objetivos que permita que não te desleixes muito ou que não estejas sempre em perda.
. As motivações dele serem, pelo menos, alinhadas com as tuas.
. Se o objetivo for bastante competitivo, porque sozinho é mais difícil, definir com o maior grau de antecedência e alinhamento, quem faz o quê em cada momento durante o processo de treino.
. Conheceres bem os pontos fortes, as fraquezas e onde se pode melhorar e, assim, a partilha de boas práticas pode tornar-se num hábito bastante positivo.
. Haver sintonia e empatia antes, durante e após o treino, dado que te possibilita uma maior proximidade ao teu ideal de treino, porque é o teu e não apenas o dos outros.
Estas ações ajudam-te! Partilhas boas práticas, ajudas e ajudam-te a definir objetivos mais exequíveis e/ou mais ambiciosos, tens companhia, mais frontalidade para comunicar com os outros e informar os pontos a melhorar.
O não contemplar estes fatores pode fazer com que rapidamente te deixes ir novamente, e começares a treinar sozinho. Que até ao não treinar, pode ser um passo… bem pequeno.
E não esquecer que sabermos bem como somos e o que queremos permite-nos quantificar melhor o que estamos dispostos a dar de nós próprios para alcançar os objetivos, a ceder, quantas sessões de treino conseguimos suportar, o que conseguimos…
Ao envolveres alguém no teu treino deves assegurar-te que contemplas:
. Os objetivos dele, inserirem-se num intervalo próximo dos teus objetivos que permita que não te desleixes muito ou que não estejas sempre em perda.
. As motivações dele serem, pelo menos, alinhadas com as tuas.
. Se o objetivo for bastante competitivo, porque sozinho é mais difícil, definir com o maior grau de antecedência e alinhamento, quem faz o quê em cada momento durante o processo de treino.
. Conheceres bem os pontos fortes, as fraquezas e onde se pode melhorar e, assim, a partilha de boas práticas pode tornar-se num hábito bastante positivo.
. Haver sintonia e empatia antes, durante e após o treino, dado que te possibilita uma maior proximidade ao teu ideal de treino, porque é o teu e não apenas o dos outros.
Estas ações ajudam-te! Partilhas boas práticas, ajudas e ajudam-te a definir objetivos mais exequíveis e/ou mais ambiciosos, tens companhia, mais frontalidade para comunicar com os outros e informar os pontos a melhorar.
O não contemplar estes fatores pode fazer com que rapidamente te deixes ir novamente, e começares a treinar sozinho. Que até ao não treinar, pode ser um passo… bem pequeno.
E não esquecer que sabermos bem como somos e o que queremos permite-nos quantificar melhor o que estamos dispostos a dar de nós próprios para alcançar os objetivos, a ceder, quantas sessões de treino conseguimos suportar, o que conseguimos…
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Imprensa
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Este workshop de dois dias visa ajudar a preparar as pessoas (chefias, líderes, treinadores, colaboradores e equipas) para compreenderem e melhor utilizarem as suas atitudes e comportamentos diários para optimizar o seu desempenho e o desempenho dos outros no trabalho, na sociedade...
Nesta versão do workshop, com uma maior disponibilidade de tempo, será possível aos participantes desenvolverem as suas competências de uma forma mais marcante que num workshop de um dia.
Se coordena ou integra equipas complexas, multi-disciplinares ou muito recentes e a precisar de uma maior coesão e de apresentar excelentes prestações num curto ou médio prazo, este é o workshop para si!
Mais informações aqui!
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Formação
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Workshop em Liderança e Tomada de Decisão no Futsal
No dia 18 e 19 de Maio o CR Leões de Porto Salvo irá organizar um workshop na área da Liderança e Tomada de Decisão no Futsal, modalidade onde o clube, especialmente como exemplo de boa formação, tem dados passos bem estáveis. Mais informações no site do clube!
http://www.leoesdeportosalvo.pt/
http://www.leoesdeportosalvo.pt/
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Formação
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Percepção social da vitória das empresas e do desporto
Excerto do prefácio do meu livro:
"Os negócios não são diferentes do desporto. A equipa que tem os melhores jogadores, ganha. Mas a percepção social da vitória é que muda. Uma equipa com alto desempenho no futebol é motivo de orgulho nacional. Uma equipa com elevado desempenho empresarial é um alvo a abater.
Isto remete para uma discussão sociológica, quase psicanalítica, da relação difícil que certas sociedades (como a nossa) têm com o sucesso, quando este assenta no dinheiro."
"Os negócios não são diferentes do desporto. A equipa que tem os melhores jogadores, ganha. Mas a percepção social da vitória é que muda. Uma equipa com alto desempenho no futebol é motivo de orgulho nacional. Uma equipa com elevado desempenho empresarial é um alvo a abater.
Isto remete para uma discussão sociológica, quase psicanalítica, da relação difícil que certas sociedades (como a nossa) têm com o sucesso, quando este assenta no dinheiro."
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