terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Carris, uma empresa diferente!
Muito Obrigado por me terem disponibilizado esta oportunidade!
quinta-feira, 8 de março de 2012
Apresentação em Coimbra
Apareçam!
quarta-feira, 7 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Cinco aspectos fundamentais na comunicação em equipa
Ao ler e trabalhar com e para equipas, vou ficando ainda mais convencido da sua importância e da minha escolha.
Num artigo interessante que li, um autor tentava focar estas temáticas e obstáculos na dificuldade em comunicar colectivamente em cinco pontos fundamentais. Adaptadas ao meu padrão de análises, com umas pitadas da minha visão, aqui vão:
. Ser claro: Aprendi este princípio quando colaborei com uma ONG e estávamos na Finlândia: ser claro, concreto e conciso.
. Ser presente: Quando se comunica com alguém, é preciso que esses dois comunicadores estejam presentes, atentos, comprometidos com a conversa e o resultado da mensagem chegar ao destinatário.
. Ser empático (minha proposta): Por tudo o que a própria palavra ‘emprega’, a capacidade de nos colocarmos nos sapatos do outro provoca uma sinergia e uma aliança forte e com capacidade de compromisso mais eficiente.
. Ser flexível: A capacidade para argumentar, fundamentar as nossas ideias, aceitar e ser flexível e tolerante às ideias dos outros, mesmo que não se concorde com as mesmas. Talvez o grande fruto de trabalhar com outras populações, aprender a ser flexível e tolerante.
. Ser assertivo (minha proposta): Também pelo seu significado, capacidade de dizermos aquilo que pensamos sem faltar ao respeito ao outro. O que se vê durante o nosso dia-a-dia é…a inexistência disto!
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Alinha os teus objetivos com o teu colega
Ao envolveres alguém no teu treino deves assegurar-te que contemplas:
. Os objetivos dele, inserirem-se num intervalo próximo dos teus objetivos que permita que não te desleixes muito ou que não estejas sempre em perda.
. As motivações dele serem, pelo menos, alinhadas com as tuas.
. Se o objetivo for bastante competitivo, porque sozinho é mais difícil, definir com o maior grau de antecedência e alinhamento, quem faz o quê em cada momento durante o processo de treino.
. Conheceres bem os pontos fortes, as fraquezas e onde se pode melhorar e, assim, a partilha de boas práticas pode tornar-se num hábito bastante positivo.
. Haver sintonia e empatia antes, durante e após o treino, dado que te possibilita uma maior proximidade ao teu ideal de treino, porque é o teu e não apenas o dos outros.
Estas ações ajudam-te! Partilhas boas práticas, ajudas e ajudam-te a definir objetivos mais exequíveis e/ou mais ambiciosos, tens companhia, mais frontalidade para comunicar com os outros e informar os pontos a melhorar.
O não contemplar estes fatores pode fazer com que rapidamente te deixes ir novamente, e começares a treinar sozinho. Que até ao não treinar, pode ser um passo… bem pequeno.
E não esquecer que sabermos bem como somos e o que queremos permite-nos quantificar melhor o que estamos dispostos a dar de nós próprios para alcançar os objetivos, a ceder, quantas sessões de treino conseguimos suportar, o que conseguimos…
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Workshop em Liderança e Tomada de Decisão no Futsal
http://www.leoesdeportosalvo.pt/
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Percepção social da vitória das empresas e do desporto
"Os negócios não são diferentes do desporto. A equipa que tem os melhores jogadores, ganha. Mas a percepção social da vitória é que muda. Uma equipa com alto desempenho no futebol é motivo de orgulho nacional. Uma equipa com elevado desempenho empresarial é um alvo a abater.
Isto remete para uma discussão sociológica, quase psicanalítica, da relação difícil que certas sociedades (como a nossa) têm com o sucesso, quando este assenta no dinheiro."
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Também há uma geração ‘fast’ nas áreas comportamentais
Estamos na ‘era’ de um sms gerar uma resposta segundos depois. De não termos de esperar que os jogos entrem e demorem 9 a 10 minutos no velhinho sprectrum. Em que há algo a que se chama stress causado pelo tempo que temos de esperar para abrir um site.
Também nestas mudanças de atitudes e hábitos interpessoais, há uma ou outra geração que espera que a partir do momento que se comece a aplicar a escuta activa, a empatia, assertividade, etc… os resultados apareçam nos minutos a seguir. E que colocam em causa que tais comportamentos são mais ou menos correctos porque não trazem resultados na hora. E que os processos de grupo são muito mais discutíveis porque não se consegue mensurar.
Em alguns momentos de formações e das aulas, tal visão é tão límpida como (alguma) água. Se não se vê, e não se vê, nos momentos seguintes…é mais difícil de acreditar e esperar e continuar a repetir até que o erro se traduza em aprendizagem.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Porque falham os grupos?
. Falta de regras colectivas;
. Ausência de coordenação entre os dievrsos elementos;
. Ausência de responsabilização;
. Falta de recursos;
. Falta de liderança situacional;
. Falta de competências, planeamento e apoio;
. Incapacidade para gerir emoções e conflitos.
Não estão por ordem de importância, mas a primeira...ficou bem ali!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O filtro
Se tivermos que agrupar, escolheria como grandes causas o emissor, as ferramentas de comunicação, a capacidade de escuta activa de todos os intervenientes e, finalmente, o receptor.
A ‘mochila’ que cada um de nós traz diariamente condiciona positiva e negativamente a nossa eficiência em tantas, mas tantas, das nossas acções, que a grande maioria das ferramentas que hoje em dia trabalhamos, se forem mal diagnosticadas, de forma muito clara e concreta, tornam-se incoerentes e o resultado em vez de melhorar, apenas piora.
A capacidade e o simples gesto de observar, quer do emissor, quer do receptor, é um dos maiores focos da solução para uma comunicação mais eficiente, mas também, um dos maiores focos do real problema.
O filtro!
O filtro, não do que acontece, mas o filtro que nos permite, condiciona e potencia o que vemos. E como se sabe, existem muitas realidades. A realidade da acção, a realidade de quem faz, quem sente, quem observa, quem faz juízos, quem…Muitos.
Alinhar o filtro de observação de todos nós, para lá de nem saber se seria vantajoso, é claramente o maior desafio na acção de comunicar e processar a informação que é produzida constantemente por todos.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Formação dia 11 de Fevereiro, últimas inscrições
Team Building e Dinâmicas de Grupo terça-feira, 31 de janeiro de 2012
É difícil alguém fazer algo a partir do zero...
A forma como cada um conjuga e coabita com essa mochila, tira o melhor partido da mesma, sabe como conviver com os pontos menos positivos, ultrapassa e contorna as dificuldades, é claramente um indicador importante para o processo e resultado final. Engraçada esta ideia de quem lidera a equipa, o processo, convive com outras pessoas, tenta tomar uma decisão individualmente, já tem uma grande parte pré-definida. O saber como conviver, adaptar, retirar o melhor e afastar o negativo, é em si, uma ferramenta essencial.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Quanto o tempo para conhecer o real valor da equipa?
Como se mede e quanto tempo é preciso para sabermos que aquele conjunto de elementos a que chamamos equipa, tem uma dinâmica imbuída que não sofre alterações oscilantes com a entrada de um novo ou de novos elementos? E o que terão de manter esses elementos? Apenas alinhamento?
Nas equipas de alta perfomance, sejam elas desportivas ou não, essas dinâmicas são mais visíveis. Quer pela existência quer pela sua não existência face a desafios de alta complexidade.
Como em tudo, há um 8 e 80, que se passa com alguma velocidade, mais do que a desejável. Parece por vezes que as equipas estão num nível de sustentabilidade técnico e operacional que independentemente do treinador, líder, coach ou elementos/atletas elas conseguem atingir e manter um nível mínimo mas sempre de qualidade acima da média. Como diria J. Collins de "Excelente a Líder", seja quem dê à corda, é preciso é que os ponteiros do relógio estejam sempre a andar.
Ao nível desportivo, talvez pelos embates constantes, impactos visíveis através de um resultado visível e outro menos visível, as equipas quando em competição demonstram uma identidade que pode ser mensurável em alguns campos.
Quais? Diria que ao nível do grau de eficiência da inteligência colectiva, comunicação, rapidez de processos, alinhamento, objectivos comuns e acima de tudo, responsabilização/competência/justiça!
Ainda dentro das equipas desportivas, todos nos recordamos de recentes e excelentes equipas que durante um timing tiveram uma identidade própria que mesmo alternando algumas peças, com ou sem o mesmo treinador/líder, ganhavam as suas competições: a que facilmente me salta são os Chicago Bulls, liderados sempre pelo Phil Jackson e Michael Jordan (Scott Pippen...será sempre a sua sombra). No Futebol assisti em tempos a um AC Milan, Man. United, Barcelona, etc.
Ultimamente nem sei, mas feliz ou infelizmente, até as equipas estão sujeitas a enormes transformações que fazem com que a competição feroz coloque à prova a identidade das equipas de forma constante.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Inteligência Colectiva
É conjunto das competências dos elementos que compõem o TODO e dos processos/dinâmicas criados para potenciar as mais-valias de TODOS os recursos humanos na concretização dos objectivos propostos e alinhados.
Esta é uma definição que desenvolvi com base em diferentes terminologias, estudos publicados na diversa bibliografia e experiências quer vividas quer observadas. Existem outras definições, umas mais simples mas mais pobres, outras mais complexas mas ainda insuficientes como 1+1=3 ou a inteligência colectiva ser uma dinâmica de indivíduos em coesão com um líder, partilhando uma mesma visão, os mesmos valores e interligados no mesmo modelo cultural comum, mobilizados, responsabilizados e proactivos no esforço pela concretização de objectivos comuns.



