O termo inteligência colectiva...
É conjunto das competências dos elementos que compõem o TODO e dos processos/dinâmicas criados para potenciar as mais-valias de TODOS os recursos humanos na concretização dos objectivos propostos e alinhados.
Esta é uma definição que desenvolvi com base em diferentes terminologias, estudos publicados na diversa bibliografia e experiências quer vividas quer observadas. Existem outras definições, umas mais simples mas mais pobres, outras mais complexas mas ainda insuficientes como 1+1=3 ou a inteligência colectiva ser uma dinâmica de indivíduos em coesão com um líder, partilhando uma mesma visão, os mesmos valores e interligados no mesmo modelo cultural comum, mobilizados, responsabilizados e proactivos no esforço pela concretização de objectivos comuns.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Já à venda
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Há tanta coisa que fala por si, veja este livro!
No Sábado fui assistir a um evento "Apresentações que falam por si" do meu amigo João Aragão e Pina.
A confirmar aquilo que se suspeita mas que existem ainda milhares de aspectos por descobrir e auto-descobrir. Aconselho a seguir o livro, blog, apresentações e a pessoa! Muito bom. Obrigado João por partilhares.
Aqui vão alguns dados:
http://aragaopina.blogspot.com/
A confirmar aquilo que se suspeita mas que existem ainda milhares de aspectos por descobrir e auto-descobrir. Aconselho a seguir o livro, blog, apresentações e a pessoa! Muito bom. Obrigado João por partilhares.
Aqui vão alguns dados:
http://aragaopina.blogspot.com/
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Livros
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Feedbacks
Está mais do que provado que não vivemos em ambientes onde o feedback seja uma acção comum. E quando o há, maioritariamente é negativo ou destrutivo. Acaba por ser mais fácil, menos exigente e, suponho eu com base em quase nada, mais confortável.
Dar aulas este ano tem sido uma experiência mais interessante ainda, tenho reforçado que individual ou colectivamente, dar e receber feedback concreto e claro pode ser um reforço importante nas tarefas e no contexto organizacional. Sejam quais forem esses contextos organizacionais e colectivos.
Várias vezes os alunos, com mais anos de vida do que eu, dizem-me o seguinte: "Tenho de reconhecer que ao início estava com baixas expectativas, mas de facto, estas áreas são mesmo muito importantes e quando pensamos que fazemos bem ou não fazemos algumas coisas que criticamos, somos apanhados a fazê-las!".
De forma geral é isso, quanto menos se espera, estamos lá! Tem de se tornar um hábito 'isto' de praticar escuta activa. Perceber as vantagens. Aceitar os erros e reflectir sobre os mesmos. Nem acho que seja um caminho árduo, é rápido, basta querer e praticar. Uns com menos tempo, outros com mais tempo, mas chegamos lá.
Dar aulas este ano tem sido uma experiência mais interessante ainda, tenho reforçado que individual ou colectivamente, dar e receber feedback concreto e claro pode ser um reforço importante nas tarefas e no contexto organizacional. Sejam quais forem esses contextos organizacionais e colectivos.
Várias vezes os alunos, com mais anos de vida do que eu, dizem-me o seguinte: "Tenho de reconhecer que ao início estava com baixas expectativas, mas de facto, estas áreas são mesmo muito importantes e quando pensamos que fazemos bem ou não fazemos algumas coisas que criticamos, somos apanhados a fazê-las!".
De forma geral é isso, quanto menos se espera, estamos lá! Tem de se tornar um hábito 'isto' de praticar escuta activa. Perceber as vantagens. Aceitar os erros e reflectir sobre os mesmos. Nem acho que seja um caminho árduo, é rápido, basta querer e praticar. Uns com menos tempo, outros com mais tempo, mas chegamos lá.
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Comunicação
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Metacomunicar na liderança de grupos
Ouvi pela primeira vez o termo 'metacomunicar' durante o meu curso de Coaching. Já lá vão alguns anos. Confesso que na altura a compreensão não foi a melhor e com algum ruído à mistura, a eficácia da mensagem não foi a melhor.
Nos últimos tempos voltei a recordar o termo como algo que se encaixa perfeitamente na tarefa de comunicar individual e colectivamente. Bem como na tarefa de liderar, seja qual for o estilo que se pratique.
Atinge uma importância fundamental com grupos, pois a dificuldade de aperfeiçoarmos a nossa mensagem a vários receptores dificulta a escolha e tomada de decisão/consciência do que devemos dizer ou evitar por inúmeras razões.
Um pequeno texto sobre o que é. Aconselho vivamente a perceberem o que JÁ fazemos. Uns bem, sabendo ou não sabendo o que e como se faz, e outros mal...sabendo ou não sabendo que o fazemos.
"A Metacomunicação pode ser definida como um processo pelo qual um emissor tentapassar em sua mensagem a maneira como ela deve ser interpretada. Isto se faznecessário quando temos necessidade de que o receptor de fato receba a mensagemem seu sentido mais claro e original possível.A técnica de metacomunicação é utilizada em geral quando queremos expressar algumsentimento humano, mas de forma não invasiva à uma pessoa, isto é, uma forma menos bruscade se transmitir uma mensagem, uma forma de preparação para que a pessoa receba amensagem sem constrangimento ou espanto. Usamos a metacomunicação por exemplo aonoticiar fatos ruins, ao pedir atenção, ao dar alguma advertência, enfim, algo que faça umprelúdio daquilo que se quer comunicar. Embora se aplique mais na linguagem, ametacomunicação não se restringe à ela. Pode-se usar de gestos, olhares, expressões corporaise faciais para dar mais ênfase ao que queremos comunicar e ao modo como queremos serinterpretados.Questões como distância e ruído podem afetar a metacomunicação, porque influenciam nomodo como a mensagem chegará ao destinatário, podendo assim alterar a percepção doconteúdo desta. É muito mais seguro para um emissor que quer manter a integridade de suamensagem passa-la a uma distância pequena do receptor.Eventualmente, é preciso tomar certa precaução em usar metacomunicação. Devemos serobjetivos na preparação do receptor, isto é, não usarmos elementos de metacomunicação emdemasia, senão podemos dar a impressão de estarmos enrolando e deixando o receptorimpaciente para o conteúdo real da mensagem."
Nos últimos tempos voltei a recordar o termo como algo que se encaixa perfeitamente na tarefa de comunicar individual e colectivamente. Bem como na tarefa de liderar, seja qual for o estilo que se pratique.
Atinge uma importância fundamental com grupos, pois a dificuldade de aperfeiçoarmos a nossa mensagem a vários receptores dificulta a escolha e tomada de decisão/consciência do que devemos dizer ou evitar por inúmeras razões.
Um pequeno texto sobre o que é. Aconselho vivamente a perceberem o que JÁ fazemos. Uns bem, sabendo ou não sabendo o que e como se faz, e outros mal...sabendo ou não sabendo que o fazemos.
"A Metacomunicação pode ser definida como um processo pelo qual um emissor tentapassar em sua mensagem a maneira como ela deve ser interpretada. Isto se faznecessário quando temos necessidade de que o receptor de fato receba a mensagemem seu sentido mais claro e original possível.A técnica de metacomunicação é utilizada em geral quando queremos expressar algumsentimento humano, mas de forma não invasiva à uma pessoa, isto é, uma forma menos bruscade se transmitir uma mensagem, uma forma de preparação para que a pessoa receba amensagem sem constrangimento ou espanto. Usamos a metacomunicação por exemplo aonoticiar fatos ruins, ao pedir atenção, ao dar alguma advertência, enfim, algo que faça umprelúdio daquilo que se quer comunicar. Embora se aplique mais na linguagem, ametacomunicação não se restringe à ela. Pode-se usar de gestos, olhares, expressões corporaise faciais para dar mais ênfase ao que queremos comunicar e ao modo como queremos serinterpretados.Questões como distância e ruído podem afetar a metacomunicação, porque influenciam nomodo como a mensagem chegará ao destinatário, podendo assim alterar a percepção doconteúdo desta. É muito mais seguro para um emissor que quer manter a integridade de suamensagem passa-la a uma distância pequena do receptor.Eventualmente, é preciso tomar certa precaução em usar metacomunicação. Devemos serobjetivos na preparação do receptor, isto é, não usarmos elementos de metacomunicação emdemasia, senão podemos dar a impressão de estarmos enrolando e deixando o receptorimpaciente para o conteúdo real da mensagem."
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Comunicação
sábado, 7 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Formação em Team Building e Dinâmicas de Grupo
Formação em Team Building e Dinâmicas de Grupo, dia 11 de Fevereiro de 2012
no Cestur - ESHTE
Conteúdos:
•Dinâmicas: conceção e aplicação
•Grupos: definição e comportamentos coletivos
•Animação, dinamização e facilitação de processos de grupo
Objetivos:
•Percecionar as potencialidades das dinâmicas na aprendizagem e desenvolvimento de competências
•Conceção e organização de dinâmicas com grupos
•Facilitação de pessoas, processos e projetos através de comportamentos coletivos
Competências a adquirir:
•Como organizar e dinamizar dinâmicas de grupo
•Características adjacentes aos comportamentos de grupo/coletivos
•Planeamento de ações de formação e desenvolvimento de competências
Mais informações aqui!
no Cestur - ESHTE
Conteúdos:
•Dinâmicas: conceção e aplicação
•Grupos: definição e comportamentos coletivos
•Animação, dinamização e facilitação de processos de grupo
Objetivos:
•Percecionar as potencialidades das dinâmicas na aprendizagem e desenvolvimento de competências
•Conceção e organização de dinâmicas com grupos
•Facilitação de pessoas, processos e projetos através de comportamentos coletivos
Competências a adquirir:
•Como organizar e dinamizar dinâmicas de grupo
•Características adjacentes aos comportamentos de grupo/coletivos
•Planeamento de ações de formação e desenvolvimento de competências
Mais informações aqui!
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Formação
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O ir lá para fora
Hoje ‘sonhei’ que estava a visitar Berlin e ao fazer uma pergunta a um alemão sobre um produto turístico fui confrontando com a pergunta “De onde és turista?”. Respondi-lhe “Portugal”. O alemão agradeceu-me por Portugal estar a ajudar a tornar o seu País num local melhor e sem gastarem muito. Perplexo, podia ser um problema de língua, questionei “Como? Não entendi!”.
O alemão explicou-me que os po...rtugueses que estavam a desembarcar actualmente na Alemanha eram bastante capacitados tecnicamente em vários campos, hábeis a confrontar problemas, dedicados a aprender línguas novas, tolerantes em termos sociais e que as únicas duas pedras no sapato eram facilmente solucionados pelos alemãos. “Duas pedras?” repeti eu! “Sim, chegam descontextualizados e desmotivados! Mas isso resolvemos rapidamente sem gastar muito dinheiro, ambientes empáticos.
Criamos ambientes, contextos e motivações ! Não entendo é porque vocês investem na formação e educação delas e depois os incentivam a ir aplicar essa formação e valores em ambientes externos.”. Eu também não…
Rui Lança
O alemão explicou-me que os po...rtugueses que estavam a desembarcar actualmente na Alemanha eram bastante capacitados tecnicamente em vários campos, hábeis a confrontar problemas, dedicados a aprender línguas novas, tolerantes em termos sociais e que as únicas duas pedras no sapato eram facilmente solucionados pelos alemãos. “Duas pedras?” repeti eu! “Sim, chegam descontextualizados e desmotivados! Mas isso resolvemos rapidamente sem gastar muito dinheiro, ambientes empáticos.
Criamos ambientes, contextos e motivações ! Não entendo é porque vocês investem na formação e educação delas e depois os incentivam a ir aplicar essa formação e valores em ambientes externos.”. Eu também não…
Rui Lança
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Time out
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
O poder das dinâmicas de grupo
Às vezes invisto bastantes palavras a tentar justificar e fundamentar a importância e as potencialidades das dinâmicas de e para os grupos. Para potenciar situações, para treinar e formar habilidades e competências das individualidades e dos grupos, para observar hábitos e acções.

Outras vezes, considero que a própria dinâmica do grupo vale mais do que qualquer desabafo, papel ou intenção. O equilíbrio do grupo vale o que vale e é a soma de um conjunto de acções que dão ao grupo 'aquela' identidade. E ao contrário do que se possa muitas das vezes afirmar, a identidade de um grupo não é nem de perto a soma das identidades individuais.
As dinâmicas para os grupos conseguem ser:
. Inclusivas
. Responsabilizar e distinguir
. Participativas
. Partilhas de experiências

Outras vezes, considero que a própria dinâmica do grupo vale mais do que qualquer desabafo, papel ou intenção. O equilíbrio do grupo vale o que vale e é a soma de um conjunto de acções que dão ao grupo 'aquela' identidade. E ao contrário do que se possa muitas das vezes afirmar, a identidade de um grupo não é nem de perto a soma das identidades individuais.
As dinâmicas para os grupos conseguem ser:
. Inclusivas
. Responsabilizar e distinguir
. Participativas
. Partilhas de experiências
Por outro lado, também podem e correm mal. Porquê?
. Falta de regras ou mal explicadas/entendidas
. Ausência de coordenação entre os vários sectores
. Falta de recursos
. Má ou ineficaz contextualização
. Mau planeamento
. Má estratégia e desresponzabilização
. Falta de competências
. Incapacidade para gerir os conflitos e emoções das próprias dinâmicas
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Facilitação
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Bom video sobre comunicação
Apesar de não concordar com todo o seu conteúdo, tem bastante impacto e uma mensagem muito simples! Recomendo e agradeço ao meu amigo que partilhou comigo.
http://www.ted.com/talks/lang/pt/julian_treasure_5_ways_to_listen_better.html
(peço desculpa, mas não consegui colocar o video)
http://www.ted.com/talks/lang/pt/julian_treasure_5_ways_to_listen_better.html
(peço desculpa, mas não consegui colocar o video)
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Comunicação
sábado, 10 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Interacção entre as pessoas
Como eu considero que se deve estruturar a interacção entre as pessoas durante uma relação laboral ou social!
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Comunicação
domingo, 27 de novembro de 2011
Voltando aos dirigentes desportivos...vale ainda o esforço?
Há quase cinco anos escrevi uma crónica para uma revista desportiva, tinha como tema "As competências que (não) existem no desporto” e focava-me mais no dirigismo a toda a linha.
Esta semana, porque irei a Portimão participar num debate sobre os hábitos de formação dos dirigentes, voltei a lembrar-me desse artigo e lá fui eu ao baú!
Ontem, como é hábito - para o bem e para o mal - lá fui eu com dois amigos meus à Luz. Calmamente cheguei ao estádio. Não havia qualquer distúrbio e comi num café com gente benfiquista e sportinguista e outros que passavam certamente ao lado do jogo. Vi o jogo sem qualquer problema, com adeptos dos dois clubes a rodearem-me. Veio o intervalo, final do jogo e caminho até ao carro, sem qualquer problema de pessoas, bate-bocas, nada mesmo. Jogo em que os jogadores estiveram focados em jogar (sem ter sido um grando jogo...diga-se). Ouvi na rádio as declarações de Jorge Jesus e Domingos Paciência. Espectacular, apenas falaram do jogo, justiças ou injustiças do resultado. Apenas...
Depois...porque as coisas estavam a decorrer sem focar os dirigentes, estes fizeram aquilo que é habitual...protagonismo, mau, e mau exemplo. Má formação...a todos os níveis, diria. Pessoal, social e profissional. É disto que precisamos mudar e alterar. Uma pirâmide de formação a quase todos os níveis do dirigismo.
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Gestão Desportiva,
Liderança
sábado, 26 de novembro de 2011
Pequena 'grande' mensagem de Krzyzewski - Coach K
Excelente mensagem...
Adjust your strategy to your team:
Krzyzewski recognizes what is far too frequently ignored in organizations that force people to conform to certain molds, work on fixing people’s weaknesses rather than focusing on their strengths, and expect a strategy to work even if it doesn’t leverage the best in its people. A hallmark of Krzyzewski’s approach is that he shifts his system each year to his players, rather than shoe-horning his players into his systems. When neither of his two recent co-captains, Kyle Singler and Nolan Smith, were very good at confronting other players, for example, Krzyzewski didn’t force the issue. “As a staff, we had to do more confrontation because the two guys we had, it didn’t fit their wheelhouse. I try to adjust my leadership based on who I have to help me lead the team.”
Adjust your strategy to your team:
Krzyzewski recognizes what is far too frequently ignored in organizations that force people to conform to certain molds, work on fixing people’s weaknesses rather than focusing on their strengths, and expect a strategy to work even if it doesn’t leverage the best in its people. A hallmark of Krzyzewski’s approach is that he shifts his system each year to his players, rather than shoe-horning his players into his systems. When neither of his two recent co-captains, Kyle Singler and Nolan Smith, were very good at confronting other players, for example, Krzyzewski didn’t force the issue. “As a staff, we had to do more confrontation because the two guys we had, it didn’t fit their wheelhouse. I try to adjust my leadership based on who I have to help me lead the team.”
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Mike Krzyzewski
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Empatia
Encontrei o termo 'empatia' numa sala perto de mim. Já a conhecia, parece-me. Uns amigos dizem-me que sim, que podia não saber o nome dela, mas ela encaixava-se perfeitamente.
Consegui dar o nome às coisas, o que é importante, e por isso, comecei a tratar a empatia com mais respeito e rigor e a fazer questão de a apresentar a quem eu acho que merecia conhecê-la, fosse porque razão fosse.
Hoje, com mais alegria e mais vontade, tento-a apresentar de forma mais lúdica e proveitosa para todos, através de algumas dinâmicas. Empresto os meus sapatos, peço emprestado a alguns e gosto que me emprestem sem pedir. Há de tudo!
Aqui vai para quem a quer conhecer de forma mais formal. O estado de empatia, ou de entendimento empático, consiste em perceber corretamente o marco de referência interno do outro com os significados e componentes emocionais que contém, como se fosse a outra pessoa, em outras palavras, colocar-se no lugar do outro, porém sem perder nunca essa condição de “como se”. A empatia implica, por exemplo, sentir a dor ou o prazer do outro como ele o sente e perceber suas causas como ele a percebe, porém sem perder nunca de vista que se trata da dor ou do prazer do outro. Se esta condição de “como se” está presente, nos encontramos diante de um caso de identificação.
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Comunicação,
Inteligências
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Aspectos comunicacionais e uma nova acção de formação!
Formação em Comunicação Organizacional, dia 17 de Dezembro no Estoril, Cestur - ESHTE.
http://www.eshte.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2171&Itemid=1118
"Existe cada vez mais uma maior necessidade de confirmar o impacto comunicacional existente, o que chega ao destino, o que se perde pelo caminho, o que chega ao receptor mas de forma deturpada e acima de tudo, a confirmação e que respostas serão realizadas como consequência desta nossa comunicação.
Entre grupos e equipas, a comunicação é um processo vital para o seu dia-a-dia. Sem ela, todos os pressupostos de processos de grupo, competências ou mais-valias ficam sem efeito, porque a criação de mais valor fica sem capacidade de fluir pelos diversos elementos que compõem as equipas. A comunicação atinge uma importância fundamental nos processos de grupo.
Quer como processo individual de clarividência entre as prioridades, sinais emitidos, o impacto comunicacional que se consegue, quer como processo colectivo que permite aos vários elementos trocarem ideias, gerirem conflitos e emoções, tomarem e informarem as decisões, e os processos motivacionais e de responsabilidade que possam existir.
O essencial da comunicação inclui todos os aspectos técnicos, tal como os emissores e receptores, mensagens, filtros, ruídos, sinais, códigos, mas independentemente da terminologia que a equipa utiliza para defini-la, o essencial é que ela existe, fluída e sem ruídos. E claro está, alcance os objectivos propostos."
http://www.eshte.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2171&Itemid=1118
"Existe cada vez mais uma maior necessidade de confirmar o impacto comunicacional existente, o que chega ao destino, o que se perde pelo caminho, o que chega ao receptor mas de forma deturpada e acima de tudo, a confirmação e que respostas serão realizadas como consequência desta nossa comunicação.
Entre grupos e equipas, a comunicação é um processo vital para o seu dia-a-dia. Sem ela, todos os pressupostos de processos de grupo, competências ou mais-valias ficam sem efeito, porque a criação de mais valor fica sem capacidade de fluir pelos diversos elementos que compõem as equipas. A comunicação atinge uma importância fundamental nos processos de grupo.
Quer como processo individual de clarividência entre as prioridades, sinais emitidos, o impacto comunicacional que se consegue, quer como processo colectivo que permite aos vários elementos trocarem ideias, gerirem conflitos e emoções, tomarem e informarem as decisões, e os processos motivacionais e de responsabilidade que possam existir.
O essencial da comunicação inclui todos os aspectos técnicos, tal como os emissores e receptores, mensagens, filtros, ruídos, sinais, códigos, mas independentemente da terminologia que a equipa utiliza para defini-la, o essencial é que ela existe, fluída e sem ruídos. E claro está, alcance os objectivos propostos."
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