Formação em Team Building e Dinâmicas de Grupo, dia 11 de Fevereiro de 2012
no Cestur - ESHTE
Conteúdos:
•Dinâmicas: conceção e aplicação
•Grupos: definição e comportamentos coletivos
•Animação, dinamização e facilitação de processos de grupo
Objetivos:
•Percecionar as potencialidades das dinâmicas na aprendizagem e desenvolvimento de competências
•Conceção e organização de dinâmicas com grupos
•Facilitação de pessoas, processos e projetos através de comportamentos coletivos
Competências a adquirir:
•Como organizar e dinamizar dinâmicas de grupo
•Características adjacentes aos comportamentos de grupo/coletivos
•Planeamento de ações de formação e desenvolvimento de competências
Mais informações aqui!
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O ir lá para fora
Hoje ‘sonhei’ que estava a visitar Berlin e ao fazer uma pergunta a um alemão sobre um produto turístico fui confrontando com a pergunta “De onde és turista?”. Respondi-lhe “Portugal”. O alemão agradeceu-me por Portugal estar a ajudar a tornar o seu País num local melhor e sem gastarem muito. Perplexo, podia ser um problema de língua, questionei “Como? Não entendi!”.
O alemão explicou-me que os po...rtugueses que estavam a desembarcar actualmente na Alemanha eram bastante capacitados tecnicamente em vários campos, hábeis a confrontar problemas, dedicados a aprender línguas novas, tolerantes em termos sociais e que as únicas duas pedras no sapato eram facilmente solucionados pelos alemãos. “Duas pedras?” repeti eu! “Sim, chegam descontextualizados e desmotivados! Mas isso resolvemos rapidamente sem gastar muito dinheiro, ambientes empáticos.
Criamos ambientes, contextos e motivações ! Não entendo é porque vocês investem na formação e educação delas e depois os incentivam a ir aplicar essa formação e valores em ambientes externos.”. Eu também não…
Rui Lança
O alemão explicou-me que os po...rtugueses que estavam a desembarcar actualmente na Alemanha eram bastante capacitados tecnicamente em vários campos, hábeis a confrontar problemas, dedicados a aprender línguas novas, tolerantes em termos sociais e que as únicas duas pedras no sapato eram facilmente solucionados pelos alemãos. “Duas pedras?” repeti eu! “Sim, chegam descontextualizados e desmotivados! Mas isso resolvemos rapidamente sem gastar muito dinheiro, ambientes empáticos.
Criamos ambientes, contextos e motivações ! Não entendo é porque vocês investem na formação e educação delas e depois os incentivam a ir aplicar essa formação e valores em ambientes externos.”. Eu também não…
Rui Lança
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Time out
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
O poder das dinâmicas de grupo
Às vezes invisto bastantes palavras a tentar justificar e fundamentar a importância e as potencialidades das dinâmicas de e para os grupos. Para potenciar situações, para treinar e formar habilidades e competências das individualidades e dos grupos, para observar hábitos e acções.

Outras vezes, considero que a própria dinâmica do grupo vale mais do que qualquer desabafo, papel ou intenção. O equilíbrio do grupo vale o que vale e é a soma de um conjunto de acções que dão ao grupo 'aquela' identidade. E ao contrário do que se possa muitas das vezes afirmar, a identidade de um grupo não é nem de perto a soma das identidades individuais.
As dinâmicas para os grupos conseguem ser:
. Inclusivas
. Responsabilizar e distinguir
. Participativas
. Partilhas de experiências

Outras vezes, considero que a própria dinâmica do grupo vale mais do que qualquer desabafo, papel ou intenção. O equilíbrio do grupo vale o que vale e é a soma de um conjunto de acções que dão ao grupo 'aquela' identidade. E ao contrário do que se possa muitas das vezes afirmar, a identidade de um grupo não é nem de perto a soma das identidades individuais.
As dinâmicas para os grupos conseguem ser:
. Inclusivas
. Responsabilizar e distinguir
. Participativas
. Partilhas de experiências
Por outro lado, também podem e correm mal. Porquê?
. Falta de regras ou mal explicadas/entendidas
. Ausência de coordenação entre os vários sectores
. Falta de recursos
. Má ou ineficaz contextualização
. Mau planeamento
. Má estratégia e desresponzabilização
. Falta de competências
. Incapacidade para gerir os conflitos e emoções das próprias dinâmicas
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Facilitação
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Bom video sobre comunicação
Apesar de não concordar com todo o seu conteúdo, tem bastante impacto e uma mensagem muito simples! Recomendo e agradeço ao meu amigo que partilhou comigo.
http://www.ted.com/talks/lang/pt/julian_treasure_5_ways_to_listen_better.html
(peço desculpa, mas não consegui colocar o video)
http://www.ted.com/talks/lang/pt/julian_treasure_5_ways_to_listen_better.html
(peço desculpa, mas não consegui colocar o video)
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Comunicação
sábado, 10 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Interacção entre as pessoas
Como eu considero que se deve estruturar a interacção entre as pessoas durante uma relação laboral ou social!
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Comunicação
domingo, 27 de novembro de 2011
Voltando aos dirigentes desportivos...vale ainda o esforço?
Há quase cinco anos escrevi uma crónica para uma revista desportiva, tinha como tema "As competências que (não) existem no desporto” e focava-me mais no dirigismo a toda a linha.
Esta semana, porque irei a Portimão participar num debate sobre os hábitos de formação dos dirigentes, voltei a lembrar-me desse artigo e lá fui eu ao baú!
Ontem, como é hábito - para o bem e para o mal - lá fui eu com dois amigos meus à Luz. Calmamente cheguei ao estádio. Não havia qualquer distúrbio e comi num café com gente benfiquista e sportinguista e outros que passavam certamente ao lado do jogo. Vi o jogo sem qualquer problema, com adeptos dos dois clubes a rodearem-me. Veio o intervalo, final do jogo e caminho até ao carro, sem qualquer problema de pessoas, bate-bocas, nada mesmo. Jogo em que os jogadores estiveram focados em jogar (sem ter sido um grando jogo...diga-se). Ouvi na rádio as declarações de Jorge Jesus e Domingos Paciência. Espectacular, apenas falaram do jogo, justiças ou injustiças do resultado. Apenas...
Depois...porque as coisas estavam a decorrer sem focar os dirigentes, estes fizeram aquilo que é habitual...protagonismo, mau, e mau exemplo. Má formação...a todos os níveis, diria. Pessoal, social e profissional. É disto que precisamos mudar e alterar. Uma pirâmide de formação a quase todos os níveis do dirigismo.
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Gestão Desportiva,
Liderança
sábado, 26 de novembro de 2011
Pequena 'grande' mensagem de Krzyzewski - Coach K
Excelente mensagem...
Adjust your strategy to your team:
Krzyzewski recognizes what is far too frequently ignored in organizations that force people to conform to certain molds, work on fixing people’s weaknesses rather than focusing on their strengths, and expect a strategy to work even if it doesn’t leverage the best in its people. A hallmark of Krzyzewski’s approach is that he shifts his system each year to his players, rather than shoe-horning his players into his systems. When neither of his two recent co-captains, Kyle Singler and Nolan Smith, were very good at confronting other players, for example, Krzyzewski didn’t force the issue. “As a staff, we had to do more confrontation because the two guys we had, it didn’t fit their wheelhouse. I try to adjust my leadership based on who I have to help me lead the team.”
Adjust your strategy to your team:
Krzyzewski recognizes what is far too frequently ignored in organizations that force people to conform to certain molds, work on fixing people’s weaknesses rather than focusing on their strengths, and expect a strategy to work even if it doesn’t leverage the best in its people. A hallmark of Krzyzewski’s approach is that he shifts his system each year to his players, rather than shoe-horning his players into his systems. When neither of his two recent co-captains, Kyle Singler and Nolan Smith, were very good at confronting other players, for example, Krzyzewski didn’t force the issue. “As a staff, we had to do more confrontation because the two guys we had, it didn’t fit their wheelhouse. I try to adjust my leadership based on who I have to help me lead the team.”
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Mike Krzyzewski
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Empatia
Encontrei o termo 'empatia' numa sala perto de mim. Já a conhecia, parece-me. Uns amigos dizem-me que sim, que podia não saber o nome dela, mas ela encaixava-se perfeitamente.
Consegui dar o nome às coisas, o que é importante, e por isso, comecei a tratar a empatia com mais respeito e rigor e a fazer questão de a apresentar a quem eu acho que merecia conhecê-la, fosse porque razão fosse.
Hoje, com mais alegria e mais vontade, tento-a apresentar de forma mais lúdica e proveitosa para todos, através de algumas dinâmicas. Empresto os meus sapatos, peço emprestado a alguns e gosto que me emprestem sem pedir. Há de tudo!
Aqui vai para quem a quer conhecer de forma mais formal. O estado de empatia, ou de entendimento empático, consiste em perceber corretamente o marco de referência interno do outro com os significados e componentes emocionais que contém, como se fosse a outra pessoa, em outras palavras, colocar-se no lugar do outro, porém sem perder nunca essa condição de “como se”. A empatia implica, por exemplo, sentir a dor ou o prazer do outro como ele o sente e perceber suas causas como ele a percebe, porém sem perder nunca de vista que se trata da dor ou do prazer do outro. Se esta condição de “como se” está presente, nos encontramos diante de um caso de identificação.
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Comunicação,
Inteligências
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Aspectos comunicacionais e uma nova acção de formação!
Formação em Comunicação Organizacional, dia 17 de Dezembro no Estoril, Cestur - ESHTE.
http://www.eshte.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2171&Itemid=1118
"Existe cada vez mais uma maior necessidade de confirmar o impacto comunicacional existente, o que chega ao destino, o que se perde pelo caminho, o que chega ao receptor mas de forma deturpada e acima de tudo, a confirmação e que respostas serão realizadas como consequência desta nossa comunicação.
Entre grupos e equipas, a comunicação é um processo vital para o seu dia-a-dia. Sem ela, todos os pressupostos de processos de grupo, competências ou mais-valias ficam sem efeito, porque a criação de mais valor fica sem capacidade de fluir pelos diversos elementos que compõem as equipas. A comunicação atinge uma importância fundamental nos processos de grupo.
Quer como processo individual de clarividência entre as prioridades, sinais emitidos, o impacto comunicacional que se consegue, quer como processo colectivo que permite aos vários elementos trocarem ideias, gerirem conflitos e emoções, tomarem e informarem as decisões, e os processos motivacionais e de responsabilidade que possam existir.
O essencial da comunicação inclui todos os aspectos técnicos, tal como os emissores e receptores, mensagens, filtros, ruídos, sinais, códigos, mas independentemente da terminologia que a equipa utiliza para defini-la, o essencial é que ela existe, fluída e sem ruídos. E claro está, alcance os objectivos propostos."
http://www.eshte.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2171&Itemid=1118
"Existe cada vez mais uma maior necessidade de confirmar o impacto comunicacional existente, o que chega ao destino, o que se perde pelo caminho, o que chega ao receptor mas de forma deturpada e acima de tudo, a confirmação e que respostas serão realizadas como consequência desta nossa comunicação.
Entre grupos e equipas, a comunicação é um processo vital para o seu dia-a-dia. Sem ela, todos os pressupostos de processos de grupo, competências ou mais-valias ficam sem efeito, porque a criação de mais valor fica sem capacidade de fluir pelos diversos elementos que compõem as equipas. A comunicação atinge uma importância fundamental nos processos de grupo.
Quer como processo individual de clarividência entre as prioridades, sinais emitidos, o impacto comunicacional que se consegue, quer como processo colectivo que permite aos vários elementos trocarem ideias, gerirem conflitos e emoções, tomarem e informarem as decisões, e os processos motivacionais e de responsabilidade que possam existir.
O essencial da comunicação inclui todos os aspectos técnicos, tal como os emissores e receptores, mensagens, filtros, ruídos, sinais, códigos, mas independentemente da terminologia que a equipa utiliza para defini-la, o essencial é que ela existe, fluída e sem ruídos. E claro está, alcance os objectivos propostos."
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Comunicação,
Formação
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Quando pretendemos mudar mesmo quando as coisas estão bem?
Tuckman dá-nos a 'imagem' das fases de construção das equipas, falando-nos em quatro fases. Existem umas últimas teorias que colocam uma 5.ª fase, mas a construção de uma equipa e as suas fases ainda são muito abordadas com a fase da:
- Formação;
- Conflito;
- Normalização;
- Rendimento;
- supostamente, uma 5.ª, de alteração/mudança.
Numa conversa na semana passada, abordava exactamente o que leva uma empresa a colocar algumas coisas em causa quando estão na frente, no topo, quando visto de fora, todos gostavam de estar no lugar dessa organização!
E nas pessoas, quando treinam e repetem várias acções para fazer as coisas bem...quando se deve deixar de fazer as coisas que fazemos bem e porque treinámos tanto, para tentar fazer outras coisas diferentes e que nos irão proporcionar e provocar mais desafios e pedras para superar?
- Formação;
- Conflito;
- Normalização;
- Rendimento;
- supostamente, uma 5.ª, de alteração/mudança.
Numa conversa na semana passada, abordava exactamente o que leva uma empresa a colocar algumas coisas em causa quando estão na frente, no topo, quando visto de fora, todos gostavam de estar no lugar dessa organização!
E nas pessoas, quando treinam e repetem várias acções para fazer as coisas bem...quando se deve deixar de fazer as coisas que fazemos bem e porque treinámos tanto, para tentar fazer outras coisas diferentes e que nos irão proporcionar e provocar mais desafios e pedras para superar?
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Time out
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Formação em Liderança e Gestão de Equipas, 12 de Novembro
No próximo Sábado, dia 12, realiza-se uma acção de formação em Liderança e Gestão de Equipas na Eshte Estoril. As inscrições já superaram as expectativas, mas ainda temos as últimas vagas!
Ver aqui:http://www.eshte.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2009&Itemid=1207
Obrigado.
Ver aqui:http://www.eshte.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2009&Itemid=1207
Obrigado.
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Formação
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Equipas e processos de grupo: ideias
Quais as organizações a operar em Portugal que vocês teriam curiosidade em saber os seus processos de organização de equipas, processos de grupo e tipologias de liderança consoante os contextos?
Obrigado pelas respostas desde já!
Obrigado pelas respostas desde já!
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Livros
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Sinais que acontecem
Não falo do filme signs - que para quem nunca viu, aconselho vivamente - mas sim, dos sinais que surgem durante algumas acções que dinamizo em formações. Que resultam em diversos sinais que podem (e devem?) ser alvo de reflexão por parte das pessoas que os provocam. Uma das apostas em formações e dinâmicas experienciais é que o meu grau de interferência é menor e por isso, a possibilidade e tendência em cada um colocar o ónus no outro - eu! - ser menos.
Mas mesmo assim há quem recuso observar e reflectir sobre as suas acções e os sinais que delas resultam. E que podem ser indicadores de excelência para compreender as nossas atitudes e comportamentos.
Dizia um formando a outro na minha última acção de formação após uma dinâmica em equipa em que o objectivo não tinha sido alcançado por supostos incumprimentos de cada um nas suas tarefas e de não terem seguido a estratégia definida. E de terem alterado a estratégia aparentemente sem qualquer indicador que a primeira tivesse fracassado ou a 2.ª fosse melhor: "aconteceu isto e nós podemos achar que é um acaso ou pensarmos um pouco sobre quantas vezes isto acontece no nosso dia-a-dia".
E a verdade é que acontecem muitas vezes...
Mas mesmo assim há quem recuso observar e reflectir sobre as suas acções e os sinais que delas resultam. E que podem ser indicadores de excelência para compreender as nossas atitudes e comportamentos.
Dizia um formando a outro na minha última acção de formação após uma dinâmica em equipa em que o objectivo não tinha sido alcançado por supostos incumprimentos de cada um nas suas tarefas e de não terem seguido a estratégia definida. E de terem alterado a estratégia aparentemente sem qualquer indicador que a primeira tivesse fracassado ou a 2.ª fosse melhor: "aconteceu isto e nós podemos achar que é um acaso ou pensarmos um pouco sobre quantas vezes isto acontece no nosso dia-a-dia".
E a verdade é que acontecem muitas vezes...
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Formação
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
O que realmente distingue as equipas de elevado desempenho é...
Quanto mais observo, quanto mais leio, quanto mais vivencio, quanto mais formações dou, quanto mais dinâmicas organizo e observo os comportamentos das pessoas e das equipas, mais clara fica esta ideia:
As equipas que conseguem manter elevados desempenhos por mais tempo - acima de tudo - são as que fazem de forma exemplar as coisas simples.
O que é isto de 'coisas simples'?
. Predisposição para escutar e compreender as ideias dos outros
. Muito feedback 'sentido'
. Observam e avaliam comportamentos e não as pessoas
. Partilham ideias coerentes e complementares (não implicando que não existam conflitos e divergências de ideias)
. As equipas são compostas por elementos que (ou na maioria) conseguem ter uma clareza na mensagem que passam e que recebem de tal forma eficiente que não criam atritos ou obstáculos por mensagens 'mal entendidas'
. Quase que advinham as acções dos outros colegas - flexibilidade cognitiva
. 'Desmontam' e desconstroem as suas acções em acções simples e fáceis de compreender e explicar ao colega
Se falássemos de Futebol seria pegar numa equipa e perceber que o jogo por muitas acções que tenha, uma grande percentagem são as tarefas e gestos técnicos que aprendemos quando nos iniciamos na modalidade: passe, recepção, desmarcação, cooperação, compromisso colectivo acima do individual, etc. E que neste 'campo', ou não falham ou falham muito pouco.
É certo que o talento é necessário, excelentes atletas e jogadores com um técnica acima da média, treinadores com provas dadas, etc. Mas quantas equipas não vencem tendo estes últimos pressupostos?
Nas empresas, aquelas acções simples fazem com que as pessoas facilitem a sua tarefa e a do outro, e que o outro facilite a nossa, e que haja um espírito de pertença, um compromisso colectivo assumido por todos, e uma clareza no dia-a-dia que - com conflito ou não - as pessoas resolvem os seus problemas e estão predispostas a estarem lá para somarem.
As equipas que conseguem manter elevados desempenhos por mais tempo - acima de tudo - são as que fazem de forma exemplar as coisas simples.
O que é isto de 'coisas simples'?
. Predisposição para escutar e compreender as ideias dos outros
. Muito feedback 'sentido'
. Observam e avaliam comportamentos e não as pessoas
. Partilham ideias coerentes e complementares (não implicando que não existam conflitos e divergências de ideias)
. As equipas são compostas por elementos que (ou na maioria) conseguem ter uma clareza na mensagem que passam e que recebem de tal forma eficiente que não criam atritos ou obstáculos por mensagens 'mal entendidas'
. Quase que advinham as acções dos outros colegas - flexibilidade cognitiva
. 'Desmontam' e desconstroem as suas acções em acções simples e fáceis de compreender e explicar ao colega
Se falássemos de Futebol seria pegar numa equipa e perceber que o jogo por muitas acções que tenha, uma grande percentagem são as tarefas e gestos técnicos que aprendemos quando nos iniciamos na modalidade: passe, recepção, desmarcação, cooperação, compromisso colectivo acima do individual, etc. E que neste 'campo', ou não falham ou falham muito pouco.
É certo que o talento é necessário, excelentes atletas e jogadores com um técnica acima da média, treinadores com provas dadas, etc. Mas quantas equipas não vencem tendo estes últimos pressupostos?
Nas empresas, aquelas acções simples fazem com que as pessoas facilitem a sua tarefa e a do outro, e que o outro facilite a nossa, e que haja um espírito de pertença, um compromisso colectivo assumido por todos, e uma clareza no dia-a-dia que - com conflito ou não - as pessoas resolvem os seus problemas e estão predispostas a estarem lá para somarem.
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Equipa
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Gestão de alta competição - Ricardo Andorinho
Recomendo vivamente este artigo do Ricardo Andorinho sobre o estudo e o transfer que se pode fazer da carreira desportiva do Cristiano Ronaldo.
Deixo aqui as excelentes conclusões que o Ricardo no deixa depois do artigo:
- A performance é uma consequência de uma quantidade enorme de variáveis
- É obrigatório conhecer que variáveis influenciam a performance e em que medida
- É obrigatório isolar fortalezas e fraquezas para as podermos monitorizar. Temos de ser competitivos nas fraquezas e manter-nos competitivos nas fortatezas
- É obrigatório medir, testar e avaliar para podermos decidir melhor e continuar competitivos
- É importante perceber que as estatísticas, os títulos, prémios e o dinheiro que se ganham são consequência de um processo e não devem condicionar a optimização dos mesmos
- O sucesso como intangível e conceito subjectivo está mais dependente da forma de trabalhar do nosso cérebro do que de factores externos ou influenciadores.
Deixo aqui as excelentes conclusões que o Ricardo no deixa depois do artigo:
- A performance é uma consequência de uma quantidade enorme de variáveis
- É obrigatório conhecer que variáveis influenciam a performance e em que medida
- É obrigatório isolar fortalezas e fraquezas para as podermos monitorizar. Temos de ser competitivos nas fraquezas e manter-nos competitivos nas fortatezas
- É obrigatório medir, testar e avaliar para podermos decidir melhor e continuar competitivos
- É importante perceber que as estatísticas, os títulos, prémios e o dinheiro que se ganham são consequência de um processo e não devem condicionar a optimização dos mesmos
- O sucesso como intangível e conceito subjectivo está mais dependente da forma de trabalhar do nosso cérebro do que de factores externos ou influenciadores.
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Imprensa
domingo, 23 de outubro de 2011
"Convença-me que sou útil à equipa/organização"
Durante uma formação, e enquanto abordávamos a questão da autonomia e desenvolvimento individual e da organização onde se trabalha, falou-se da motivação. E da motivação individual e daquela que difere de pessoa para pessoa.
Dos inúmeros exemplos que - a partir do momento em que as necessidades básicas estão asseguradas - o factor monetário muitas das vezes não é prioritário. E que as pessoas querem sentir-se bem, úteis, bens preciosos para as organizações (diferente de ser imprescindível, insubstituível, etc.). Constátamos que as empresas muitas das vezes não ligam ao facto de manter os seus colaboradores motivados, pela simples razão de que utilizam uma estratégia muito transversal na motivação de todos os colaboradores, tratando todos por igual (a pior injustiça a nível colectivo).
Ao fim de um tempo, lancei a questão: Por que não perguntarmos à nossa chefia algo do género 'Diga-me algo que me convença que sou necessária ao dia-a-dia da empresa. Que me valoriza individual e colectivamente'.
Não sei a razão por que não o fazemos (mais ou nunca). Acharemos que o facto da nossa entidade estar a pagar os nossos honorários é mais do que suficiente para nos sentirmos ali...e pronto? Não posso responder por todos, apostaria apenas que a grande maioria das chefias não conseguiria fazer com que o seu colaborador saísse da conversa motivado, com uma ideia bem clara e concreta que havia sintonia e confiança também nas palavras. Uma questão de problemas de expressão? Impacto comunicacional? Também, mas iria mais para o facto de "who cares?".
Dos inúmeros exemplos que - a partir do momento em que as necessidades básicas estão asseguradas - o factor monetário muitas das vezes não é prioritário. E que as pessoas querem sentir-se bem, úteis, bens preciosos para as organizações (diferente de ser imprescindível, insubstituível, etc.). Constátamos que as empresas muitas das vezes não ligam ao facto de manter os seus colaboradores motivados, pela simples razão de que utilizam uma estratégia muito transversal na motivação de todos os colaboradores, tratando todos por igual (a pior injustiça a nível colectivo).
Ao fim de um tempo, lancei a questão: Por que não perguntarmos à nossa chefia algo do género 'Diga-me algo que me convença que sou necessária ao dia-a-dia da empresa. Que me valoriza individual e colectivamente'.
Não sei a razão por que não o fazemos (mais ou nunca). Acharemos que o facto da nossa entidade estar a pagar os nossos honorários é mais do que suficiente para nos sentirmos ali...e pronto? Não posso responder por todos, apostaria apenas que a grande maioria das chefias não conseguiria fazer com que o seu colaborador saísse da conversa motivado, com uma ideia bem clara e concreta que havia sintonia e confiança também nas palavras. Uma questão de problemas de expressão? Impacto comunicacional? Também, mas iria mais para o facto de "who cares?".
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