The great value of leadership is in its diversity of applications. One application of leadership that I experience every day is in the field of sports. Especially in team sports, the presence of good leadership to set a good example, provide organization, present goals, and execute plays is critical for success. There is no better time to see leadership in action than in the tight, highly pressurized atmosphere of the playoffs. Here are a few leadership insights we can gain from this year’s NBA and NHL playoffs.
Sharing is Caring. When we look at the Boston Celtics, we essentially have four super-stars on one team, all leading in harmony. All four players (Kevin Garnett, Paul Pierce, Ray Allen, and Rajon Rondo) have the skills and the experience to take charge on any team, and yet we see this leadership divided amongst them. We see no conflict among the players nor any form of power struggle. Sometimes, being a good leader involves sharing the helm of the team with others.
Know Thyself. After watching the critical Game 7 of the NBA Western Conference Semifinals between the Oklahoma City Thunder and the Memphis Grizzlies, we can see the importance of knowing your own strengths and weaknesses and how to best impact your team. Russell Westbrook, as starting point guard on the Oklahoma City Thunder, handles the ball most and leads many of the plays on the team. However, the danger with that is it is very tempting to take control and become selfish. Although Westbrook can be a very good shooter, he is much better at creating plays and scoring chances for others, namely Kevin Durant. In the Game 6 loss, Westbrook took almost as many shots as the rest of the starting lineup combined. However, in Game 7, Westbrook led the team in assists and only took half as many shots as Durant. The result? A critical Game 7 win simply by doing what he does best.
Find your Fountain of Youth. At 39 years of age and in his rookie season, Guy Boucher is the youngest current NHL coach. However, he has managed to transform the Tampa Bay Lightning into one of the powerhouse teams of the NHL by not being afraid to take risks. His choice of using a 1-3-1 formation is highly unorthodox in hockey, but it has proven to work wonders for the Lightning. So the next time you’re leading a group, why not try a crazy and weird idea? Who knows, it just might be crazy enough to work! You won’t know until you’ve tried it.
Just Do It. Something must be said about Kobe Bryant. While many believe him to be a “ball-hog” and a “shoot first, pass second” kind of player, I feel that his determination is missed in this analysis. When he gets frustrated with his team, he doesn’t dwell on the negatives; he simply grabs the ball and tries to do the work and make the plays. Although a dangerous tactic, this leadership style can not only lead others by example, but also bring about a positive determination to the team. When your group runs into problems, don’t stand around and repeat the negatives. Get determined to push through and just do it!
So the next time you end up watching a sports game, whether it be by accidentally flipping the channel to ESPN or watching every play intently as if your life is dependent on it, try and look for different leadership qualities and traits exhibited by the players and coaches. You never know what you might pick up!
Pode-se ler mais aqui!
sábado, 10 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Nova formação de Coaching a 8 de Outubro
Dia 8 de Outubro das 09h30 às 17h30 lá estarei na ESHTE para mais uma formação do Cestur.
É sobre Coaching e Desenvolvimento de Competências. Mais questões, consultar o link. Obrigado pela vossa atenção.
Conteúdos:
- Introdução ao Coaching
- Diferenças entre o Coaching Individual, Organizações e Equipas
- Atitude Coach
- Desenvolvimento de competências a médio-longo prazo
- Dinâmicas e Facilitação
http://www.eshte.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2169&Itemid=1118
https://www.facebook.com/CoachdoCoach
Tel:210 040 744
cestur@eshte.pt
Um espaço de desenvolvimento de competências, de partilha de valores e acções. Um processo de escuta activa, auto-motivação e saber estar no seio de um grupo. Uma vontade proactiva de dar sem exigir. Um processo voluntário de escutar e de empatia. Convicto que a aquisição de competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos.
É sobre Coaching e Desenvolvimento de Competências. Mais questões, consultar o link. Obrigado pela vossa atenção.
Conteúdos:
- Introdução ao Coaching
- Diferenças entre o Coaching Individual, Organizações e Equipas
- Atitude Coach
- Desenvolvimento de competências a médio-longo prazo
- Dinâmicas e Facilitação
http://www.eshte.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2169&Itemid=1118
https://www.facebook.com/CoachdoCoach
Tel:210 040 744
cestur@eshte.pt
Um espaço de desenvolvimento de competências, de partilha de valores e acções. Um processo de escuta activa, auto-motivação e saber estar no seio de um grupo. Uma vontade proactiva de dar sem exigir. Um processo voluntário de escutar e de empatia. Convicto que a aquisição de competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos.
Uma mudança no paradigma de gestão desportiva
A minha primeira 'vida' foi na área da gestão desportiva. Difícil alterar alguns paradigmas de como as pessoas gerem o 'nosso desporto' e as instalações desportivas. Deixo aqui uma apresentação de um amigo que se (de)bate diariamente para alterar a consciência na gestão desportiva e da prática desportiva de todos. Aqui vai e passem por lá!
http://issuu.com/josealfredolopes/docs/aptn_jose_alfredo_final
http://issuu.com/josealfredolopes/docs/aptn_jose_alfredo_final
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Gestão Desportiva
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Que belo livro
Tem informações e ideias sobre superação e motivação que nada tem a haver com o desporto, mas sim, com todos! Aconselho!
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Livros
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Developing “Thinking Players, People...”
Estava a ler um artigo sobre como desenvolver atletas e colaboradores 'pensantes'. Dado que a tradução pode fazer perder o real impacto e importância desde tópico, em inglês:
"The important takeaway from this topic – your players cannot make good decisions without having all the “information”. Scanning the environment will allow a player to be aware of space, opposition players and teammates – resulting in the ability to make an “informed decision”.
Now hopefully you are already thinking ahead to the most important question of all – what type of training activities, on and off the field, can I design to develop this skill in my players???"
Estas palavras fazem-me lembrar uma breve leitura de Aragonés, Treinador Espanhol que foi Campeão com a Selecção do seu País, que comparava Xavi ao Schuster desta forma:
- Schuster era formidável, eu estava no jogo e pensava "Está ali um sozinho" e gritava "Schuster ali, coloca a bola ali!!!".
- Com Xavi as coisas são diferentes, eu vejo e quando estou a querer dizer...Xavi já lá colocou a bola.
O que pode siginificar desenvolver pessoas pensantes? São vantajosas?
"The important takeaway from this topic – your players cannot make good decisions without having all the “information”. Scanning the environment will allow a player to be aware of space, opposition players and teammates – resulting in the ability to make an “informed decision”.
Now hopefully you are already thinking ahead to the most important question of all – what type of training activities, on and off the field, can I design to develop this skill in my players???"
Estas palavras fazem-me lembrar uma breve leitura de Aragonés, Treinador Espanhol que foi Campeão com a Selecção do seu País, que comparava Xavi ao Schuster desta forma:
- Schuster era formidável, eu estava no jogo e pensava "Está ali um sozinho" e gritava "Schuster ali, coloca a bola ali!!!".
- Com Xavi as coisas são diferentes, eu vejo e quando estou a querer dizer...Xavi já lá colocou a bola.
O que pode siginificar desenvolver pessoas pensantes? São vantajosas?
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Formação,
Inteligências
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Formações até Maio de 2012
Vão ter lugar um conjunto de formações nas áreas comoprtamentais no Cestur - ESHTE. Podem ver melhor aqui!
De forma resumida, aqui vão as datas:
. Coaching e Desenvolvimento de Competências, 1 de Outubro
. Liderança e Gestão de Equipas, 12 de Novembro
. Comunicação Organizacional (Equipas e Organizações), 17 de Dezembro
De forma resumida, aqui vão as datas:
. Coaching e Desenvolvimento de Competências, 1 de Outubro
. Liderança e Gestão de Equipas, 12 de Novembro
. Comunicação Organizacional (Equipas e Organizações), 17 de Dezembro
. Team Building e Dinâmicas de Grupo, 11 de Fevereiro
. Tomada de Decisão e Gestão de Conflitos, 24 de Março
. Coaching Individual, Organizacional e de Equipas, 19 de Maio
Mais dúvidas, ligar para Tel: 210 040 744/49
Mais dúvidas, ligar para Tel: 210 040 744/49
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Formação
terça-feira, 30 de agosto de 2011
A importância do treino
Uma pequena e rápida história que demonstra a importância de treinar.
“Numa floresta longínqua existia um pardal que passava os seus dias sentado numa árvore a observar o voo de uma águia.
A águia era forte e esplendorosa e o seu voo era perfeito e muito elegante. O pardal sonhava um dia vir a ser como a águia, mas achava que nunca iria ser capaz. Então, passava os seus dias sentado numa árvore a observar a águia.
Um dia o pardal decidiu ver a águia de mais perto e seguiu-a durante o seu voou. O pardal esforçava-se para voar mais rápido, mas mesmo assim não conseguia acompanhar o voou da águia e rapidamente esta desaparecia do seu campo de visão. Após algumas horas de esforço e já muito cansado, o pardal estava prestes a desistir quando a águia aparece muito rapidamente à sua frente e foi inevitável o choque entre os dois.
O pardal caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, a águia estava a observá-lo. O pardal ficou com muito medo, mas mesmo assim colocou-se em posição de combate.
- Porque é que me andas a vigiar? – perguntou a águia.
- Quero ser como tu, mas não consigo. O meu voo é baixo e pouco preciso, as minhas asas são pequenas e não consigo voar à tua velocidade. Não consigo vencer os meus próprios limites. – respondeu o pequeno pardal.
- E como te sentes por não conseguir superar os teus limites? – perguntou a águia.
- Sinto-me muito triste. Tenho uma grande vontade de realizar este sonho. Todos os dias te observo a voar, mas as minhas limitações são tantas que nunca conseguirei ser como tu. – suspirou o pardal a olhar para o chão.
- E não voas? Não treinas? Ficas o dia todo a observar-me? – perguntou a águia.
- Sim. Apenas te observo. Eu gostava de voar como tu, mas é um passo grande demais para um pequeno pardal como eu. Não conseguiria suportar a força do vento, nem tenho a mesma experiência do que tu. – respondeu o pequeno pardal.
- Tu sabes que a nossa natureza é diferente, mas isso não quer dizer que não consigas voar como eu. Se fores firme com os teus objectivos e deixares que o sonho e a coragem que vive dentro de ti dê forma aos teus instinto, abrirás o caminho para que a águia que vive dentro se possa tornar real. Só tens de acreditar em ti. – respondeu a águia.
- Mas como posso eu fazer isso? – perguntou o pardal.
- Terás de treinar todos os dias. O treino vai-te dar o conhecimento, a experiência, o fortalecimento do corpo e a compreensão da técnica para que possas realizar o teu sonho. Se não levas à acção a tua vontade, o teu sonho será apenas um sonho. – respondeu a águia.“
“Numa floresta longínqua existia um pardal que passava os seus dias sentado numa árvore a observar o voo de uma águia.
A águia era forte e esplendorosa e o seu voo era perfeito e muito elegante. O pardal sonhava um dia vir a ser como a águia, mas achava que nunca iria ser capaz. Então, passava os seus dias sentado numa árvore a observar a águia.
Um dia o pardal decidiu ver a águia de mais perto e seguiu-a durante o seu voou. O pardal esforçava-se para voar mais rápido, mas mesmo assim não conseguia acompanhar o voou da águia e rapidamente esta desaparecia do seu campo de visão. Após algumas horas de esforço e já muito cansado, o pardal estava prestes a desistir quando a águia aparece muito rapidamente à sua frente e foi inevitável o choque entre os dois.
O pardal caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, a águia estava a observá-lo. O pardal ficou com muito medo, mas mesmo assim colocou-se em posição de combate.
- Porque é que me andas a vigiar? – perguntou a águia.
- Quero ser como tu, mas não consigo. O meu voo é baixo e pouco preciso, as minhas asas são pequenas e não consigo voar à tua velocidade. Não consigo vencer os meus próprios limites. – respondeu o pequeno pardal.
- E como te sentes por não conseguir superar os teus limites? – perguntou a águia.
- Sinto-me muito triste. Tenho uma grande vontade de realizar este sonho. Todos os dias te observo a voar, mas as minhas limitações são tantas que nunca conseguirei ser como tu. – suspirou o pardal a olhar para o chão.
- E não voas? Não treinas? Ficas o dia todo a observar-me? – perguntou a águia.
- Sim. Apenas te observo. Eu gostava de voar como tu, mas é um passo grande demais para um pequeno pardal como eu. Não conseguiria suportar a força do vento, nem tenho a mesma experiência do que tu. – respondeu o pequeno pardal.
- Tu sabes que a nossa natureza é diferente, mas isso não quer dizer que não consigas voar como eu. Se fores firme com os teus objectivos e deixares que o sonho e a coragem que vive dentro de ti dê forma aos teus instinto, abrirás o caminho para que a águia que vive dentro se possa tornar real. Só tens de acreditar em ti. – respondeu a águia.
- Mas como posso eu fazer isso? – perguntou o pardal.
- Terás de treinar todos os dias. O treino vai-te dar o conhecimento, a experiência, o fortalecimento do corpo e a compreensão da técnica para que possas realizar o teu sonho. Se não levas à acção a tua vontade, o teu sonho será apenas um sonho. – respondeu a águia.“
Tirado daqui, belo site! Obrigado mais uma vez ao meu amigo FG.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
A escolha dos atletas para um campeonato do mundo
Na crónica semanal de Tomaz Morais no jornal ‘A Bola’, aborda a escolha dos atletas por parte dos seleccionadores para o Campeonato do Mundo de Rugby que está prestes a iniciar.
Toca num dos pontos essenciais da escolha de uma equipa para uma ‘tarefa’ longa e em que não há grandes margens de erro nem hipóteses de alterar as suas escolhas. Destaca que a escolha dos atletas é para uma competição longa, em que para lá dos jogos, tem momentos de treino, momentos sociais, competitivos, lúdicos e humanos.
E que por isso, não vão os melhores jogadores, mas os melhores para todos esses momentos e que este factor pode eliminar alguns excelentes bons atletas, mas que no total não acrescentam mais valia em tudo, mas apenas num dos pontos que faz uma equipa.
Não é por acaso que Tomaz Morais refere isso, fruto da experiência que deve ter certamente. A boa crónica – e que destaco – é a chamada de atenção para as tais dinâmicas e processos de grupo que perfazem um resultado final muito para lá do jogo propriamente dito. Estranhamente, direi eu, é continuarmos a verificar equipas que ‘habitam’ em terrenos de alta competição e falham constantemente aqui.
Toca num dos pontos essenciais da escolha de uma equipa para uma ‘tarefa’ longa e em que não há grandes margens de erro nem hipóteses de alterar as suas escolhas. Destaca que a escolha dos atletas é para uma competição longa, em que para lá dos jogos, tem momentos de treino, momentos sociais, competitivos, lúdicos e humanos.
E que por isso, não vão os melhores jogadores, mas os melhores para todos esses momentos e que este factor pode eliminar alguns excelentes bons atletas, mas que no total não acrescentam mais valia em tudo, mas apenas num dos pontos que faz uma equipa.
Não é por acaso que Tomaz Morais refere isso, fruto da experiência que deve ter certamente. A boa crónica – e que destaco – é a chamada de atenção para as tais dinâmicas e processos de grupo que perfazem um resultado final muito para lá do jogo propriamente dito. Estranhamente, direi eu, é continuarmos a verificar equipas que ‘habitam’ em terrenos de alta competição e falham constantemente aqui.
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Treinadores
sábado, 20 de agosto de 2011
Que líderes para equipas de sucesso?
Se há característica que é atribuída aos diferentes líderes que conseguiram formar ou manter equipas que conseguiram obter o sucesso empresarial ou desportivo durante um período de tempo é a inteligência emocional. Apesar dos primeiros termos sobre esta tipo de inteligência terem surgido na primeira década do século XX, foi Daniel Goleman que tornou o termo mais popular e utilizado em diferentes áreas de actuação.
Goleman defende que independentemente dos estilos de liderança, os líderes mais eficazes têm apresentado algo em comum: todos eles têm um alto grau do que se denomina inteligência emocional.
Significa que possuem uma autoconsciência, autodisciplina, motivação, empatia e habilidades sociais que lhes permitem entender, primeiro, a sua própria constituição emocional, e em segundo, as outras pessoas para direccioná-las na direcção e na concretização dos objectivos dos seus projectos, equipas ou organizações.
Como é que a inteligência emocional e as características referidas ajudam um líder a alcançar processos mais sustentáveis de liderança da sua equipa, logo ajudando a que a mesma crie processos mais duradouros?
- Ao reconhecer e saber interpretar as suas próprias emoções e as consequências que elas criam, consegue ter uma melhor e mais rápida compreensão do que consegue despoletar nos outros. Mais uma vez, saber a razão de um resultado é bastante diferente de saber apenas o resultado final.
- A empatia dá-lhe a capacidade de ter mais flexibilidade de se adaptar a mais pessoas e com menores zonas de desconforto pelo facto de se ter de colocar mais vezes no lugar de outras pessoas.
- A autoconsciência e autodisciplina permitem-lhe ter mais humildade e assertividade para conhecer e assumir os seus pontos fortes e fracos na gestão e liderança de uma equipa.
- Saber as suas forças aumenta-lhe a confiança desde que elas sejam canalizadas para uma procura de melhores resultados e não ocultação das fraquezas.
- Conseguir ter um melhor controlo emocional permite-lhe saber quais os seus efeitos e saber tirar melhor proveito das emoções me situações onde as mesmas se podem ou devam sobrepor às decisões que devam ser menos racionais e vice-versa.
- Ter consciência da importância que é perceber as pessoas em seu redor, ter capacidade e habilidade de querer entender os outros, recolher mais e melhor informação sobre o que os outros sentem, pensam ou observam, é estar vários passos à frente pois demonstra interesse, dedicação e recolhe informação privilegiada de que doutra forma seria impossível.
- O ponto anterior permite não apenas entender melhor e com mais fiabilidade os outros, como saber o que pode ser benéfico para desenvolver e melhorar as competências dos elementos que pertencem à equipa.
- Numa equipa, a inteligência emocional permite resolver e gerir melhor as emoções dos outros, gerir conflitos de forma mais eficiente e congregar objectivos individuais e fomentar um compromisso mais global.
- Por fim, tudo isto se agrupa na capacidade de gerar um maior e melhor impacto nas pessoas que lidera.
Isto não significa que a inteligência emocional e o que a constitui é a única variante importante. As habilidades técnicas são relevantes, elas são o requisito para aceder a algumas posições de top.
Quando se junta as temáticas de liderança e equipas (de trabalho) ainda ganha mais importância a inteligência emocional dado que esta permite a habilidade de trabalhar em equipa e a eficácia de liderar compromissos individuais e colectivos.
(cont.)
Goleman defende que independentemente dos estilos de liderança, os líderes mais eficazes têm apresentado algo em comum: todos eles têm um alto grau do que se denomina inteligência emocional.
Significa que possuem uma autoconsciência, autodisciplina, motivação, empatia e habilidades sociais que lhes permitem entender, primeiro, a sua própria constituição emocional, e em segundo, as outras pessoas para direccioná-las na direcção e na concretização dos objectivos dos seus projectos, equipas ou organizações.
Como é que a inteligência emocional e as características referidas ajudam um líder a alcançar processos mais sustentáveis de liderança da sua equipa, logo ajudando a que a mesma crie processos mais duradouros?
- Ao reconhecer e saber interpretar as suas próprias emoções e as consequências que elas criam, consegue ter uma melhor e mais rápida compreensão do que consegue despoletar nos outros. Mais uma vez, saber a razão de um resultado é bastante diferente de saber apenas o resultado final.
- A empatia dá-lhe a capacidade de ter mais flexibilidade de se adaptar a mais pessoas e com menores zonas de desconforto pelo facto de se ter de colocar mais vezes no lugar de outras pessoas.
- A autoconsciência e autodisciplina permitem-lhe ter mais humildade e assertividade para conhecer e assumir os seus pontos fortes e fracos na gestão e liderança de uma equipa.
- Saber as suas forças aumenta-lhe a confiança desde que elas sejam canalizadas para uma procura de melhores resultados e não ocultação das fraquezas.
- Conseguir ter um melhor controlo emocional permite-lhe saber quais os seus efeitos e saber tirar melhor proveito das emoções me situações onde as mesmas se podem ou devam sobrepor às decisões que devam ser menos racionais e vice-versa.
- Ter consciência da importância que é perceber as pessoas em seu redor, ter capacidade e habilidade de querer entender os outros, recolher mais e melhor informação sobre o que os outros sentem, pensam ou observam, é estar vários passos à frente pois demonstra interesse, dedicação e recolhe informação privilegiada de que doutra forma seria impossível.
- O ponto anterior permite não apenas entender melhor e com mais fiabilidade os outros, como saber o que pode ser benéfico para desenvolver e melhorar as competências dos elementos que pertencem à equipa.
- Numa equipa, a inteligência emocional permite resolver e gerir melhor as emoções dos outros, gerir conflitos de forma mais eficiente e congregar objectivos individuais e fomentar um compromisso mais global.
- Por fim, tudo isto se agrupa na capacidade de gerar um maior e melhor impacto nas pessoas que lidera.
Isto não significa que a inteligência emocional e o que a constitui é a única variante importante. As habilidades técnicas são relevantes, elas são o requisito para aceder a algumas posições de top.
Quando se junta as temáticas de liderança e equipas (de trabalho) ainda ganha mais importância a inteligência emocional dado que esta permite a habilidade de trabalhar em equipa e a eficácia de liderar compromissos individuais e colectivos.
(cont.)
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A complexidade das equipas de elevado desempenho..
A complexidade das equipas de elevado desempenho é como multiplicar a complexidade e os modelos mentais altamente desenvolvidos que os indivíduos com elevados desempenhos possuem geralmente em algumas áreas. A confiança mais a capacidade de interagir e alinhar os mapas mentais dos vários elementos nas equipas é um jogo em que a vitória é realmente difícil de atingir. E como é hábito afirmar, não é apenas a vitória e o estado de sermos os melhores que é difícil atingir, mas mais árduo, manter esse estado.
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Equipa
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Treinadores com impacto comunicacional
Recupero este video para podermos aprender o que é impacto comunicacional com alguns treinadores como Phil Jackson ou Doc Rivers.
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Comunicação
domingo, 7 de agosto de 2011
Why athletes choke
Ainda ontem abordou-se isto numa acção de formação. Obrigado Richard!
"Oftentimes we see athletes perform in games below what they are capable of perform in games the way you perform in practice when there is no pressure.
Choking can be defined as the inability to perform when we know what to do and how to do it. In other words, it is not choking if you have never performed the skill before and do not expect to. When you have the ability and have performed the skill before then you should be able to perform that skill most of the time when playing in games and/or matches. While this sounds easy, we often beat ourselves up trying to accomplish this goal. While everyone is apt to choke in life, when you understand why human beings choke you will be better prepared to choke less often than your opponents and inevitably improve your athletic performance and be more successful in your sport.
Choking will always occur if you are afraid and/or have self-doubt. If you think back to the last time you choked, you probably either were fearful of the opponent or situation and/or had a self-doubt of your abilities. When you feel this way, the body responds with anxiety played out in tight muscles and a rapid heart rate (amongst many other things). Not only will these symptoms physiologically create tension in your body, they also take your focus and concentration away from what you are supposed to do, and instead focus your attention on the we have discussed earlier you will be ready to counter the nerves you may experience and play in your zone more frequently!
Interestingly, it is usually irrational fear that prompts athletes to choke. In other words there really is not a lot of ‘fear’ in sports (sure you could get injured, but you can also get accidentally injured riding a bike or working out in the weight room, too). Irrational fear includes what people will think of you if you fail, or the embarrassment you might experience if you blow a play. The reason these are examples of irrational fear is that you are not in any physical danger of getting hurt other than your feelings possibly. It is important to understand that the nervous energy you experience through fear and/or self-doubt can be harnessed and channeled into productive, positive energy that can put you in flow! By learning about your current fears and doubts you can develop personal pre-game routines to turn your negative energy into positive energy in a matter of moments! Composed by Christopher Stankovich."
"Oftentimes we see athletes perform in games below what they are capable of perform in games the way you perform in practice when there is no pressure.
Choking can be defined as the inability to perform when we know what to do and how to do it. In other words, it is not choking if you have never performed the skill before and do not expect to. When you have the ability and have performed the skill before then you should be able to perform that skill most of the time when playing in games and/or matches. While this sounds easy, we often beat ourselves up trying to accomplish this goal. While everyone is apt to choke in life, when you understand why human beings choke you will be better prepared to choke less often than your opponents and inevitably improve your athletic performance and be more successful in your sport.
Choking will always occur if you are afraid and/or have self-doubt. If you think back to the last time you choked, you probably either were fearful of the opponent or situation and/or had a self-doubt of your abilities. When you feel this way, the body responds with anxiety played out in tight muscles and a rapid heart rate (amongst many other things). Not only will these symptoms physiologically create tension in your body, they also take your focus and concentration away from what you are supposed to do, and instead focus your attention on the we have discussed earlier you will be ready to counter the nerves you may experience and play in your zone more frequently!
Interestingly, it is usually irrational fear that prompts athletes to choke. In other words there really is not a lot of ‘fear’ in sports (sure you could get injured, but you can also get accidentally injured riding a bike or working out in the weight room, too). Irrational fear includes what people will think of you if you fail, or the embarrassment you might experience if you blow a play. The reason these are examples of irrational fear is that you are not in any physical danger of getting hurt other than your feelings possibly. It is important to understand that the nervous energy you experience through fear and/or self-doubt can be harnessed and channeled into productive, positive energy that can put you in flow! By learning about your current fears and doubts you can develop personal pre-game routines to turn your negative energy into positive energy in a matter of moments! Composed by Christopher Stankovich."
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Quando estamos a escolher pessoas lembramo-nos disto?
A diferenciação dos elementos nas nossas equipas não fica circunscrita apenas aos distintos papéis que cada um assume ou se espera que eles assumam nos processos de grupo e na resolução de problemas diariamente. A diferenciação dos elementos vai muito para além daquilo que pode ser apenas visível: as tarefas.
Os elementos, para lá dos seus papéis (ler Belbin, sugestão), agregam consigo um conjunto de competências e características muito pessoais que constituem a sua identidade com cinco componentes e adquiridas antes sequer da grande maioria dos líderes ter conhecimento os colaboradores:
- Cultural;
- Funcional;
- Pessoal;
- Profissional;
- Relacional.
E com diferentes níveis:
- Eu visto por mim (forma como o próprio se percepciona);
- Eu e os outros (o que os outros dizem e pensam de mim);
- Eu e o exterior (a dimensão, o estatuto, o cartão de visita, a apresentação, o contexto no qual vivo e trabalho);
- Eu e o referente (a figura parental ou institucional, a figura que dá sentido e condicionou a evolução, como me posiciono em relação a esse referente para determinar o valor das coisas).
E por fim, a parte essencial e importante da identidade individual, que em termos práticos, é um dado muito importante para o líder, treinador, gestor, etc. Porque aquilo que é menos mensurável na pessoa e que está mais longe de outra qualquer pessoa poder modificar, melhorar ou superar, é exactamente aquele ponto que pode ser crucial para o sucesso ou insucesso individual e colectivo da equipa onde se insere.
O inconveniente da diversidade da equipa pode residir no maior potencial de conflitos interpessoais dentro da equipa ou desentendimentos sobre quem deve executar, operacionalizar, questões relacionadas com o dia-a-dia da equipa. Mas não nos podemos esquecer que as equipas representam a mundo global em que vivemos, e a capacidade tolerante e a comunicação mais flexível pode ser uma vantagem fundamental.
Os elementos, para lá dos seus papéis (ler Belbin, sugestão), agregam consigo um conjunto de competências e características muito pessoais que constituem a sua identidade com cinco componentes e adquiridas antes sequer da grande maioria dos líderes ter conhecimento os colaboradores:
- Cultural;
- Funcional;
- Pessoal;
- Profissional;
- Relacional.
E com diferentes níveis:
- Eu visto por mim (forma como o próprio se percepciona);
- Eu e os outros (o que os outros dizem e pensam de mim);
- Eu e o exterior (a dimensão, o estatuto, o cartão de visita, a apresentação, o contexto no qual vivo e trabalho);
- Eu e o referente (a figura parental ou institucional, a figura que dá sentido e condicionou a evolução, como me posiciono em relação a esse referente para determinar o valor das coisas).
E por fim, a parte essencial e importante da identidade individual, que em termos práticos, é um dado muito importante para o líder, treinador, gestor, etc. Porque aquilo que é menos mensurável na pessoa e que está mais longe de outra qualquer pessoa poder modificar, melhorar ou superar, é exactamente aquele ponto que pode ser crucial para o sucesso ou insucesso individual e colectivo da equipa onde se insere.
O inconveniente da diversidade da equipa pode residir no maior potencial de conflitos interpessoais dentro da equipa ou desentendimentos sobre quem deve executar, operacionalizar, questões relacionadas com o dia-a-dia da equipa. Mas não nos podemos esquecer que as equipas representam a mundo global em que vivemos, e a capacidade tolerante e a comunicação mais flexível pode ser uma vantagem fundamental.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
História do livro sobre equipas de elevado desempenho
Também no blog da Colectividade Desportiva...
Há uns meses decidi juntar uma série de variáveis e começar a escrever um livro sobre equipas de elevado desempenho. Juntar experiências profissionais como colaborador dos vários locais onde já trabalhei, chefia noutros projectos que dirigi, formador, coach de empresas e equipas desportivas, facilitador no Conselho Europeu para a formação, e por fim, uma carreira amadora como desportista.
Após algumas conversas, decidi que o livro deveria ter experiências contadas na primeira pessoa por quem gere, lidera e faz parte de equipas. Equipas transversais aos diversos mercados, áreas e desportos. Tentou abranger a visão e experiência de pessoas que estão à frente de uma organização com mais de 2 000 colaboradores, bem como a pessoa que lidera uma das melhores orquestras mundias, ou uma Fundação Calouste Gulbenkian ou ainda treinadores, entre eles, o que lidera uma selecção de futebol que possui no seu elenco jogadores como Ronaldo, Nani, Coentrão, Moutinho, etc.
Não foi nas pessoas em si que foquei a atenção, mas na forma como essa pessoa gere e lidera e se relaciona com os seus colaboradores, colegas, atletas, superiores, etc. O que pode ser interessante para um blog sobre desporto é verificar o que as pessoas das organizações desportivas e treinadores em si defendem o que pode ser fulcral para se conseguir equipas de elevado desempenho.
A grande maioria dos treinadores (atenção que foram apenas abordados apenas treinadores de desportos colectivos) e um administrador da SAD de um dos ‘grandes’ do Futebol, dão muito ênfase a três factores quando se aborda os processos de grupo em equipas que eles treinam ou fazem parte da Administração:
- Compromisso colectivo de qualquer elemento que integre uma equipa, ou seja, não há qualquer hipótese de um objectivo individual estar acima do objectivo colectivo. E todos têm de o assumir como seu.
- Regras claras e muito simples, tão claras que não haja qualquer dúvida de intrepertação e tão simples quanto a forma de a colocar em prática para todos. Regras que possibilitem consequências directas e justas.
- Por último, não confundir deveres, direitos e papéis dos atletas e ainda, um ponto unânime, justiça “fair but not equal”, acrescento eu.
Ainda no desporto, comparando alguns dados de estudos mundiais com aquilo que foi referido pelas seis pessoas da área desportiva, o que se entende por equipas de elevado desempenho são as equipas que conseguem fazer perdurar os seus desempenhos por algum tempo (não determinado), conseguem com bastante regularidade superar as expectativas e possuem determinados processos de grupo, entre eles:
- Partilha dos modelos mentais, conseguir ‘adivinhar’ o que os outros podem pensar
- Todos têm regras e responsabilidades claras
- Optimizam recursos aprendendo e adaptando-se
- Visão clara e partilhada por todos
- Encaixam num ciclo de disciplina de preparação – desempenho – reflexão
- Têm uma forte liderança colectiva
- Desenvolvem um forte sentimento colectivo e de confiança
- Gerem e optimizam os resultados
- Cooperam e coordenam
Aparentemente, todos nós conseguimos contextualizar e verificar que estes processos de grupo e características de equipas com elevados desempenhos estão ou devem estar presentes nas organizações empresariais, federações ou alguns clubes. Até porque a grande maioria das características aqui referidas estão dependentes das pessoas e das relações humanas que se criam e não apenas de recursos dispendiosos ou ferramentas não acessíveis a todos.
Diria eu que seria interessante verificar quais os mecanismos apenas processuais (não falo de receitas operacionais ou extraordinárias, de apoios estatais, etc.) que os grupos de trabalho nas diversas federações possuem para conseguirem relacionar alguns bons resultados (ou nem tanto) com as ferramentas de gestão e liderança dos seus grupos de trabalho. E não falo das equipas desportivas propriamente ditas, mas sim de todo o pessoal de apoio, logístico técnico, administrativo, etc…
Há uns meses decidi juntar uma série de variáveis e começar a escrever um livro sobre equipas de elevado desempenho. Juntar experiências profissionais como colaborador dos vários locais onde já trabalhei, chefia noutros projectos que dirigi, formador, coach de empresas e equipas desportivas, facilitador no Conselho Europeu para a formação, e por fim, uma carreira amadora como desportista.
Após algumas conversas, decidi que o livro deveria ter experiências contadas na primeira pessoa por quem gere, lidera e faz parte de equipas. Equipas transversais aos diversos mercados, áreas e desportos. Tentou abranger a visão e experiência de pessoas que estão à frente de uma organização com mais de 2 000 colaboradores, bem como a pessoa que lidera uma das melhores orquestras mundias, ou uma Fundação Calouste Gulbenkian ou ainda treinadores, entre eles, o que lidera uma selecção de futebol que possui no seu elenco jogadores como Ronaldo, Nani, Coentrão, Moutinho, etc.
Não foi nas pessoas em si que foquei a atenção, mas na forma como essa pessoa gere e lidera e se relaciona com os seus colaboradores, colegas, atletas, superiores, etc. O que pode ser interessante para um blog sobre desporto é verificar o que as pessoas das organizações desportivas e treinadores em si defendem o que pode ser fulcral para se conseguir equipas de elevado desempenho.
A grande maioria dos treinadores (atenção que foram apenas abordados apenas treinadores de desportos colectivos) e um administrador da SAD de um dos ‘grandes’ do Futebol, dão muito ênfase a três factores quando se aborda os processos de grupo em equipas que eles treinam ou fazem parte da Administração:
- Compromisso colectivo de qualquer elemento que integre uma equipa, ou seja, não há qualquer hipótese de um objectivo individual estar acima do objectivo colectivo. E todos têm de o assumir como seu.
- Regras claras e muito simples, tão claras que não haja qualquer dúvida de intrepertação e tão simples quanto a forma de a colocar em prática para todos. Regras que possibilitem consequências directas e justas.
- Por último, não confundir deveres, direitos e papéis dos atletas e ainda, um ponto unânime, justiça “fair but not equal”, acrescento eu.
Ainda no desporto, comparando alguns dados de estudos mundiais com aquilo que foi referido pelas seis pessoas da área desportiva, o que se entende por equipas de elevado desempenho são as equipas que conseguem fazer perdurar os seus desempenhos por algum tempo (não determinado), conseguem com bastante regularidade superar as expectativas e possuem determinados processos de grupo, entre eles:
- Partilha dos modelos mentais, conseguir ‘adivinhar’ o que os outros podem pensar
- Todos têm regras e responsabilidades claras
- Optimizam recursos aprendendo e adaptando-se
- Visão clara e partilhada por todos
- Encaixam num ciclo de disciplina de preparação – desempenho – reflexão
- Têm uma forte liderança colectiva
- Desenvolvem um forte sentimento colectivo e de confiança
- Gerem e optimizam os resultados
- Cooperam e coordenam
Aparentemente, todos nós conseguimos contextualizar e verificar que estes processos de grupo e características de equipas com elevados desempenhos estão ou devem estar presentes nas organizações empresariais, federações ou alguns clubes. Até porque a grande maioria das características aqui referidas estão dependentes das pessoas e das relações humanas que se criam e não apenas de recursos dispendiosos ou ferramentas não acessíveis a todos.
Diria eu que seria interessante verificar quais os mecanismos apenas processuais (não falo de receitas operacionais ou extraordinárias, de apoios estatais, etc.) que os grupos de trabalho nas diversas federações possuem para conseguirem relacionar alguns bons resultados (ou nem tanto) com as ferramentas de gestão e liderança dos seus grupos de trabalho. E não falo das equipas desportivas propriamente ditas, mas sim de todo o pessoal de apoio, logístico técnico, administrativo, etc…
domingo, 24 de julho de 2011
Livros que recomendo
Durante o processo de escrita do livro sobre equipas de elevado desempenho, voltei a ler alguns livros que andavam por casa, comprei diversos e li pela primeira vez uns que se encontravam na prateleira à espera da sua vez...
José Mourinho expressou algo que já muitos defendiam, para se perceber sobre um determinado assunto, temos de perceber de muito mais que 'apenas' esse assunto.
Para se escrever ou tentar-se escrever sobre equipas, tive de tentar entender sobre muito mais coisas que apenas equipas. Daí ter lido sobre temáticas muito interessantes que me fizeram ver de forma diferente coisas que dava por mim mais asseguradas desta ou daquela forma. Alguns livros que recomendo após (quase) o término do meu.
. Blanchard, K. (2010). Um nível superior de liderança – 3.ª edição da 'Actual'. Dá para a vertente empresarial e desportiva
. Collins, J. & Porras, J. (2007). De Excelente a Líder da 'Casa das Letras'. Mais a vertente empresarial, embora a mensagem forte seja transversal.
. Covey, S. (2004). The 7 habits of highly effective people da 'Simon & Schuster'. Este é...da vida.
. Kinicki, A. & Kreitner, R. (2006). Comportamento Organizacional – 2.ª edição da 'McGraw-Hill' em brasileiro. Mais empresarial, mas com imensos exemplos.
. Lazenby, R. (2007). Mindgames – Phil Jackson’s long strange journey da 'Bison Books'. Para quem gosta dos meandros dos balneários e dos jogos psi que se fazem nas equipas ao mais alto nível, este é dos melhores.
. Miguel, A.; Rocha, A. & Rohrich, O. (2008). Gestão emocional de equipas da 'Lidel'. Dos meus amigos e conhecidos Oliver e Ana, recomendo porque o livro consegue ser simplesmente bom na forma como transmite as práticas a executar.
. Skiffington, S. & Zeus, P. (2000). Coaching at work da 'McGraw-Hill'. Para quem gosta de coaching e os conhece...sabe que se tratam dos melhores autores nestas variantes. Muito transversal.
Existem muitos outros, do meu amigo Jorge Araújo onde a vertente desportiva/organizacional me fascina bastante, um livro que deixei algumas dicas de Soriano quando geria o FC Barcelona e outros livros de gestão como o do Jack Welch. Enjoy...
José Mourinho expressou algo que já muitos defendiam, para se perceber sobre um determinado assunto, temos de perceber de muito mais que 'apenas' esse assunto.
Para se escrever ou tentar-se escrever sobre equipas, tive de tentar entender sobre muito mais coisas que apenas equipas. Daí ter lido sobre temáticas muito interessantes que me fizeram ver de forma diferente coisas que dava por mim mais asseguradas desta ou daquela forma. Alguns livros que recomendo após (quase) o término do meu.
. Blanchard, K. (2010). Um nível superior de liderança – 3.ª edição da 'Actual'. Dá para a vertente empresarial e desportiva
. Collins, J. & Porras, J. (2007). De Excelente a Líder da 'Casa das Letras'. Mais a vertente empresarial, embora a mensagem forte seja transversal.
. Covey, S. (2004). The 7 habits of highly effective people da 'Simon & Schuster'. Este é...da vida.
. Kinicki, A. & Kreitner, R. (2006). Comportamento Organizacional – 2.ª edição da 'McGraw-Hill' em brasileiro. Mais empresarial, mas com imensos exemplos.
. Lazenby, R. (2007). Mindgames – Phil Jackson’s long strange journey da 'Bison Books'. Para quem gosta dos meandros dos balneários e dos jogos psi que se fazem nas equipas ao mais alto nível, este é dos melhores.
. Miguel, A.; Rocha, A. & Rohrich, O. (2008). Gestão emocional de equipas da 'Lidel'. Dos meus amigos e conhecidos Oliver e Ana, recomendo porque o livro consegue ser simplesmente bom na forma como transmite as práticas a executar.
. Skiffington, S. & Zeus, P. (2000). Coaching at work da 'McGraw-Hill'. Para quem gosta de coaching e os conhece...sabe que se tratam dos melhores autores nestas variantes. Muito transversal.
Existem muitos outros, do meu amigo Jorge Araújo onde a vertente desportiva/organizacional me fascina bastante, um livro que deixei algumas dicas de Soriano quando geria o FC Barcelona e outros livros de gestão como o do Jack Welch. Enjoy...
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Livros
terça-feira, 19 de julho de 2011
Alta Competição – Indivíduos vs Equipas
Alta Competição – Indivíduos vs Equipas por Ricardo Andorinho.
Esta histórica resulta de uma conversa que tive o prazer de levar a cabo com um dos maiores responsáveis pelo atletismo português: o Professor Jorge Vieira.
Lembro-me na altura depois de estarmos a falar sobre o desporto nacional de referir verbalmente que não existem desportos colectivos. Uma afirmação sem dúvida extrema e que carece de alguma forma de argumentação, validade científica e experienciada. Coloca em causa algo tão extraordinário mas de difícil avaliação que é o resultado das sinergias e relacionamentos entre os diversos nembros de uma equipa. O sentido que quero dar à afirmação anterior esta subjacente ao conceito de competitividade individual. Depois de ter verbalizado estas palavras, passei algum tempo, em pensamento crítico, sobre esta frase extremista. A conclusão a que chego é que esta frase se encontra muito perto de ser verdade e é validada por alguns estudos. O tal instinto de sobrevivência que o ser humano possui revela-se neste tipo de ambientes, sempre com maior probabilidade de manifestação quando os resultados são negativos, existe fraca liderança, falta de compromisso individual para com os objectivos do grupo, ou a existência clara de sub grupos ou sub culturas organizacionais.
Pense nos bons desportista que conhece, pratiquem eles desportos colectivos ou individuais, em qualquer modalidade.
Todos podemos concordar que todos eles são excelentes atletas (técnicamente, tácticamente, preparação física, comportamentos, relacionamentos competitivos, etc)?
Pense agora numa equipa excelente. Consegue identificar atletas, players ou colaboradores que não sejam muito bons, pelo menos tecnicamente? É difícil encontrarmos um que seja mau, numa equipa competitiva, não é?
Repare que não estou a dizer que equipas teoricamente mais fracas não consigam resultados surpreendentes ou extraordinários, que são explicados, maioritariamente pelos aspectos mais intangíveis do comportamento como são a motivação individual ou colectiva, a vontade de superação, o desafio competitivo, etc.
Por outro lado, o atleta que não seja competitivo individulamente, jamais chegará a pertencer a uma equipa de elite.
Em ambientes desportivos, nos quais tive o privilégio de estar embrenhado de alma e coração validei ao longo dos anos que os individuos em situações extremas de compettitividade organizational tomam decisões, na sua maiorira individualistas ao ponto de colocarem em risco a subsistência e até sobrevivência das equipas. Na empresa os comportamentos são exactamente os mesmos. Em alturas de stress, pressāo interna e confronto entre interesses económicos organizacionais, resultados operacionais, avaliação de desempenho e interesses pessoais, a esmagadora maioria das decisões tem como objectivo Salvar a pele.
Em 99% das compras empresariais, o que está em jogo é “salvar a pele” – The BuyerSphere Project Este estudo tem como amostra o mercado B2B mas a essência, é a mesma. Não são as empresas ou as marcas que tomam decisões. São pessoas como eu e você, em nome das marcas, portanto sujeitas às mesmas pressões sociais. Como humanos, em situações de risco (más decisões) tendemos a concentrar esforços na “nossa parte”, única que controlamos e que conseguimos afectar directamente. Se EU não sou atacável pelo meu trabalho, tudo bem… mesmo que o meu trabalho, da forma como o estou a levar a cabo influencie negativamente o trabalho dos meus colegas de equipa. Estamos a falar de 99% das decisões e não de 70% ou até 80%…
De referir que para além dos aspectos mais objectivos e tangíveis, indicadores de processos e resultados, existe também a parte técnica e é do equilíbrio entre a área técnica e comportamental que nascem e se desenvolvem grandes personalidades e equipas de trabalho do mundo do desporto e da gestão.
Gostava de ter as vossas opiniões em relação às vossas vidas profissionais.
Esta histórica resulta de uma conversa que tive o prazer de levar a cabo com um dos maiores responsáveis pelo atletismo português: o Professor Jorge Vieira.
Lembro-me na altura depois de estarmos a falar sobre o desporto nacional de referir verbalmente que não existem desportos colectivos. Uma afirmação sem dúvida extrema e que carece de alguma forma de argumentação, validade científica e experienciada. Coloca em causa algo tão extraordinário mas de difícil avaliação que é o resultado das sinergias e relacionamentos entre os diversos nembros de uma equipa. O sentido que quero dar à afirmação anterior esta subjacente ao conceito de competitividade individual. Depois de ter verbalizado estas palavras, passei algum tempo, em pensamento crítico, sobre esta frase extremista. A conclusão a que chego é que esta frase se encontra muito perto de ser verdade e é validada por alguns estudos. O tal instinto de sobrevivência que o ser humano possui revela-se neste tipo de ambientes, sempre com maior probabilidade de manifestação quando os resultados são negativos, existe fraca liderança, falta de compromisso individual para com os objectivos do grupo, ou a existência clara de sub grupos ou sub culturas organizacionais.
Pense nos bons desportista que conhece, pratiquem eles desportos colectivos ou individuais, em qualquer modalidade.
Todos podemos concordar que todos eles são excelentes atletas (técnicamente, tácticamente, preparação física, comportamentos, relacionamentos competitivos, etc)?
Pense agora numa equipa excelente. Consegue identificar atletas, players ou colaboradores que não sejam muito bons, pelo menos tecnicamente? É difícil encontrarmos um que seja mau, numa equipa competitiva, não é?
Repare que não estou a dizer que equipas teoricamente mais fracas não consigam resultados surpreendentes ou extraordinários, que são explicados, maioritariamente pelos aspectos mais intangíveis do comportamento como são a motivação individual ou colectiva, a vontade de superação, o desafio competitivo, etc.
Por outro lado, o atleta que não seja competitivo individulamente, jamais chegará a pertencer a uma equipa de elite.
Em ambientes desportivos, nos quais tive o privilégio de estar embrenhado de alma e coração validei ao longo dos anos que os individuos em situações extremas de compettitividade organizational tomam decisões, na sua maiorira individualistas ao ponto de colocarem em risco a subsistência e até sobrevivência das equipas. Na empresa os comportamentos são exactamente os mesmos. Em alturas de stress, pressāo interna e confronto entre interesses económicos organizacionais, resultados operacionais, avaliação de desempenho e interesses pessoais, a esmagadora maioria das decisões tem como objectivo Salvar a pele.
Em 99% das compras empresariais, o que está em jogo é “salvar a pele” – The BuyerSphere Project Este estudo tem como amostra o mercado B2B mas a essência, é a mesma. Não são as empresas ou as marcas que tomam decisões. São pessoas como eu e você, em nome das marcas, portanto sujeitas às mesmas pressões sociais. Como humanos, em situações de risco (más decisões) tendemos a concentrar esforços na “nossa parte”, única que controlamos e que conseguimos afectar directamente. Se EU não sou atacável pelo meu trabalho, tudo bem… mesmo que o meu trabalho, da forma como o estou a levar a cabo influencie negativamente o trabalho dos meus colegas de equipa. Estamos a falar de 99% das decisões e não de 70% ou até 80%…
De referir que para além dos aspectos mais objectivos e tangíveis, indicadores de processos e resultados, existe também a parte técnica e é do equilíbrio entre a área técnica e comportamental que nascem e se desenvolvem grandes personalidades e equipas de trabalho do mundo do desporto e da gestão.
Gostava de ter as vossas opiniões em relação às vossas vidas profissionais.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
High level teams
Two months ago I spoke with a colleague about high performance teams. I told him about my interest to discover how some teams can achieve income and much higher performance and longer. And more amazing still, achieve different performances towards distinct contexts or leaders of these groups of people.
And he asked me "You should try to understand why?"
Can you help me? Maybe it's a matter of:
- Leadership;
- Vision of the team;
- Total commitment;
- Perfect alignment of individual and collective goals;
- Others…
- ???
And he asked me "You should try to understand why?"
Can you help me? Maybe it's a matter of:
- Leadership;
- Vision of the team;
- Total commitment;
- Perfect alignment of individual and collective goals;
- Others…
- ???
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Equipa
quarta-feira, 13 de julho de 2011
MIT...Team Building and Communicational Impact
Alguns dos slides utilizados na formação no MIT no ISCTE.
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Comunicação,
Equipa,
Formação
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Benfica e Futebol - Um desconto por favor!
Falar de futebol nesta altura da época desportiva é falar do pouco que se pode ver e falar muito do que pretendem que se fale. A informação, muita e falsa que vamos lendo ou ouvindo é feita com base em possíveis verdades e muita especulação.
Fazer qualquer previsão com o que se vê pode ser prematuro, mas a verdade é que época após época os erros repetem-se e aí, já não é falar-se de especulação mas é falar da ausência de princípios de gestão desportiva.
Observar o Benfica no 2.º jogo da pré-época, independentemente do resultado, é quase como ter um pequeno pesadelo. A algumas semanas de iniciar a época logo com dois jogos que podem decidir e muito 2011/12 e verificar que da defesa que tem jogado e treinado, não estão lá os potenciais titulares. E se existem dois que estão e já sabíamos que iam estar na Copa América, verificar que Fábio Coentrão foi vendido - e já se sabia que ia ser vendido quase desde do início da época passada – e ainda andamos a ver qual será o melhor reforço ou então o discurso dos jogos de paciência para ver se conseguimos adquirir este ou aquele jogador por um preço menor…é um preço que não tem saído barato nas últimas épocas.
Muita aquisição, jogadores que regressaram com esperança mas que não irão ficar com quase toda a certeza, era preferível treinar um plantel mais curto e fomentar a coesão do que andar a dispersar em tiros para o lado.
Jorge Jesus tenta fazer o seu melhor e acredito na sua competência. Mas…a época começou agora no papel, porque na prática já devia estar a ser preparada há muito tempo! Meses ou um ano! Jogadores que podem chegar e que acrescentem talento, sim senhor. Mas…a equipa é mais do que talento, é coesão, cooperação, compromisso, muito mais, mas sempre com muita organização!
Fazer qualquer previsão com o que se vê pode ser prematuro, mas a verdade é que época após época os erros repetem-se e aí, já não é falar-se de especulação mas é falar da ausência de princípios de gestão desportiva.
Observar o Benfica no 2.º jogo da pré-época, independentemente do resultado, é quase como ter um pequeno pesadelo. A algumas semanas de iniciar a época logo com dois jogos que podem decidir e muito 2011/12 e verificar que da defesa que tem jogado e treinado, não estão lá os potenciais titulares. E se existem dois que estão e já sabíamos que iam estar na Copa América, verificar que Fábio Coentrão foi vendido - e já se sabia que ia ser vendido quase desde do início da época passada – e ainda andamos a ver qual será o melhor reforço ou então o discurso dos jogos de paciência para ver se conseguimos adquirir este ou aquele jogador por um preço menor…é um preço que não tem saído barato nas últimas épocas.
Muita aquisição, jogadores que regressaram com esperança mas que não irão ficar com quase toda a certeza, era preferível treinar um plantel mais curto e fomentar a coesão do que andar a dispersar em tiros para o lado.
Jorge Jesus tenta fazer o seu melhor e acredito na sua competência. Mas…a época começou agora no papel, porque na prática já devia estar a ser preparada há muito tempo! Meses ou um ano! Jogadores que podem chegar e que acrescentem talento, sim senhor. Mas…a equipa é mais do que talento, é coesão, cooperação, compromisso, muito mais, mas sempre com muita organização!
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