quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Liderança e Equipas no Empreendedorismo e Inovação
Onde a liderança e as equipas se inserem num processo de Empreendedorismo e Inovação? Que tipo de liderança, líder e liderados se adequam ao processo de criação de ideias, criação de valor, negócios, respostas ao mercado, etc?
Será este processo mais positivo se for em equipa? Ou mais complexo?
Que características têm as equipas ou as mesmas possibilitam alcançar, que nos faz afirmar que o processo em equipa neste caso torna seriamente uma conversa de brainstorming para criação de ideias inovadores 1 + 1 = 3 ou mais?
As equipas possibilitam:
- Ouvir outros;
- Encontrar alguém com os mesmos valores que eu;
- Melhorar a estratégia;
- Aperfeiçoar a liderança situacional;
- Aumentar os papéis diferentes existentes na equipa;
- Comprometer ou comprometer-me com algo;
- Partilhar e ajudar/ajudarem-me;
- Mais competências e exigências;
- Reconhecimento;
- Maior flexibilidade e adaptabilidade;
- Por fim...orgulho em pertencer a algo.
Não é um processo fácil, mas, com dedicação e motivadas para tal, pode ajudar!
Será este processo mais positivo se for em equipa? Ou mais complexo?
Que características têm as equipas ou as mesmas possibilitam alcançar, que nos faz afirmar que o processo em equipa neste caso torna seriamente uma conversa de brainstorming para criação de ideias inovadores 1 + 1 = 3 ou mais?
As equipas possibilitam:
- Ouvir outros;
- Encontrar alguém com os mesmos valores que eu;
- Melhorar a estratégia;
- Aperfeiçoar a liderança situacional;
- Aumentar os papéis diferentes existentes na equipa;
- Comprometer ou comprometer-me com algo;
- Partilhar e ajudar/ajudarem-me;
- Mais competências e exigências;
- Reconhecimento;
- Maior flexibilidade e adaptabilidade;
- Por fim...orgulho em pertencer a algo.
Não é um processo fácil, mas, com dedicação e motivadas para tal, pode ajudar!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Expert Teams
Um quadro retirado de: Burke, C.S.; Fiore, S.M.; Goodwin, G.F.; Rosen, M.A. & Salas, E. - The making of a dream team: when expert teams do best in The Crambridge handbook of expertises and experts performance.
Partilha dos modelos mentais
. Existem membros que antecipam as necessidades dos outros membros
. Conseguem comunicar entre eles sem comunicarem explicitamente
Optimizam recursos aprendendo e adaptando-se
. Capacidade de se corrigirem
. Conseguem compensar os outros elementos
. Modificam funções
Têm regras e responsabilidades claras
. Alguns membros conseguem entender os papéis dos outros membros e como melhorar as suas perfomances
. Entendem com clareza os papéis de cada elemento na equipas mas não acham que tal signifique que sejam estanques
Visão clara, valiosa e partilhada por todos
. Têm uma clara e comum finalidade
Encaixam num ciclo de disciplina de preparação – perfomance – reflexão
. Dão e recebem feedback regularmente, quer individualmente quer em equipa
. Regularmente analisam e revêem os planos e objectivos
. Diferenciam as altas e baixas prioridades
. Têm mecanismos processuais para antecipar eventuais problemas dos membros da equipa
. Periodicamente diagnosticam a eficiência da equipa através dos resultados, indicadores, processos e vitalidade da equipa
Têm uma liderança de equipa forte
. São liderados por alguém com boas competências de liderança e não apenas por alguém tecnicamente competente
. Têm elementos na equipa que acreditam que o líder se preocupa com eles
. Antecipam situações
. Promovem trabalho de equipa, coordenação e cooperação
. Corrigem-se sempre primeiro
Desenvolvem um forte sentimento colectivo, de confiança e de equipa
. Gerem bem os conflitos, colocando com eficiência os diversos membros em confronto
. Têm um sentimento forte de orientação colectiva
. Confiam nas intenções dos outros elementos
. Acreditam fortemente que a equipa é o meio mais eficaz para alcançarem o sucesso
. Desenvolvem a eficácia da equipa
Gerem e optimizam os resultados
. Fazem poucos erros
. Decidem quase sempre bem
. Têm grandes hipóteses de sucesso nas suas acções
Cooperam e coordenam
. Identificam o trabalho de equipa e as exigências do trabalho/funções
. Eles asseguram, que depois do desenvolvimento da equipa, a mesma possui o misto correcto de competências
. Inserem de forma consciente novos elementos na equipa
. Distribuem trabalho de forma criteriosa
. Examinam e reajustam o local de trabalho da equipa para optimizar a comunicação e coordenação
Partilha dos modelos mentais
. Existem membros que antecipam as necessidades dos outros membros
. Conseguem comunicar entre eles sem comunicarem explicitamente
Optimizam recursos aprendendo e adaptando-se
. Capacidade de se corrigirem
. Conseguem compensar os outros elementos
. Modificam funções
Têm regras e responsabilidades claras
. Alguns membros conseguem entender os papéis dos outros membros e como melhorar as suas perfomances
. Entendem com clareza os papéis de cada elemento na equipas mas não acham que tal signifique que sejam estanques
Visão clara, valiosa e partilhada por todos
. Têm uma clara e comum finalidade
Encaixam num ciclo de disciplina de preparação – perfomance – reflexão
. Dão e recebem feedback regularmente, quer individualmente quer em equipa
. Regularmente analisam e revêem os planos e objectivos
. Diferenciam as altas e baixas prioridades
. Têm mecanismos processuais para antecipar eventuais problemas dos membros da equipa
. Periodicamente diagnosticam a eficiência da equipa através dos resultados, indicadores, processos e vitalidade da equipa
Têm uma liderança de equipa forte
. São liderados por alguém com boas competências de liderança e não apenas por alguém tecnicamente competente
. Têm elementos na equipa que acreditam que o líder se preocupa com eles
. Antecipam situações
. Promovem trabalho de equipa, coordenação e cooperação
. Corrigem-se sempre primeiro
Desenvolvem um forte sentimento colectivo, de confiança e de equipa
. Gerem bem os conflitos, colocando com eficiência os diversos membros em confronto
. Têm um sentimento forte de orientação colectiva
. Confiam nas intenções dos outros elementos
. Acreditam fortemente que a equipa é o meio mais eficaz para alcançarem o sucesso
. Desenvolvem a eficácia da equipa
Gerem e optimizam os resultados
. Fazem poucos erros
. Decidem quase sempre bem
. Têm grandes hipóteses de sucesso nas suas acções
Cooperam e coordenam
. Identificam o trabalho de equipa e as exigências do trabalho/funções
. Eles asseguram, que depois do desenvolvimento da equipa, a mesma possui o misto correcto de competências
. Inserem de forma consciente novos elementos na equipa
. Distribuem trabalho de forma criteriosa
. Examinam e reajustam o local de trabalho da equipa para optimizar a comunicação e coordenação
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Equipa
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Inquérito: O que distingue as equipas de alto rendimento?
No âmbito de trabalhos desenvolvidos e que pretendo continuar a desenvolver, gostava de conhecer a vossa opinião sobre o que de facto distingue as equipas de alto rendimento? Podem sempre em dizer...os resultados. Sim, correcto. Mas o que as distingue para alcançar esses tais resultados? Obrigado pela vossa participação!
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Equipa
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Inteligência Emocional
Daniel Goleman defende que independentemente dos estilos de liderança, os líderes mais eficazes têm apresentado algo em comum: todos eles têm um alto grau do que se denomina inteligência emocional. Significa que possuem uma autoconsciência, autodisciplina, motivação, empatia e habilidades sociais que lhes permitem entender, primeiro, a sua própria constituição emocional, e em segundo, as outras pessoas para direccioná-las na direcção e na concretização dos objectivos dos seus projectos, equipas ou organizações.
Isto não significa que a inteligência emocional e o que a constitui é a única variante importante. As habilidades técnicas são relevantes, elas são o requisito para aceder a algumas posições de top. Quando se junta as temáticas de liderança e equipas (de trabalho) ainda ganha mais importância a inteligência emocional dado que esta permite a habilidade de trabalhar em equipa e a eficácia de liderar compromissos individuais e colectivos.
Este Sábado numa entrevista à 'Confidencial', Luís Paulo Salvado Presidente Executivo da Novabase afirma algo tão simples mas fantástico como isto - "Os bons líderes são aqueles cuja empresa vive sem eles" - muito ao encontro do que já afirmava Collins.
Ao nível da Inteligência Emocional "pode desenvolver-se muito, mesmo na idade adulta. Pode ser o factor de sucesso que distingue os grandes líderes. Trata-se de aprendermos a gerir emoções e a relacionar-nos com as emoções dos outros, de tentar perceber a razão de críticas que nos fazem, ou qual é o estado de espírito do outro para comunicar bem com ele". "O papel último de um líder é desenvolver novos líderes".
Isto não significa que a inteligência emocional e o que a constitui é a única variante importante. As habilidades técnicas são relevantes, elas são o requisito para aceder a algumas posições de top. Quando se junta as temáticas de liderança e equipas (de trabalho) ainda ganha mais importância a inteligência emocional dado que esta permite a habilidade de trabalhar em equipa e a eficácia de liderar compromissos individuais e colectivos.
Este Sábado numa entrevista à 'Confidencial', Luís Paulo Salvado Presidente Executivo da Novabase afirma algo tão simples mas fantástico como isto - "Os bons líderes são aqueles cuja empresa vive sem eles" - muito ao encontro do que já afirmava Collins.
Ao nível da Inteligência Emocional "pode desenvolver-se muito, mesmo na idade adulta. Pode ser o factor de sucesso que distingue os grandes líderes. Trata-se de aprendermos a gerir emoções e a relacionar-nos com as emoções dos outros, de tentar perceber a razão de críticas que nos fazem, ou qual é o estado de espírito do outro para comunicar bem com ele". "O papel último de um líder é desenvolver novos líderes".
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Inteligências,
Liderança
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Uma forma de perceber o que é Gestão!
Em mais uma aula do curso de GLAT da ESHTE, o aluno Manuel Bilro teve esta forma eficiente de explicar aos colegas o que pode ser encarada a Gestão, quando muitos tentam decorar a sua definição sem perceber bem o que na realidade a mesma possa ser:
Guia Estratégia Simplicidade Trabalho Acção Organização
Obrigado.
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Opinião
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Site sobre rh's, formação, etc
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Formação
terça-feira, 5 de abril de 2011
Artigo na revista do Núcleo de Futebol
O projecto do Núcleo de Futebol da 'minha' Faculdade MH tem tido uma dinâmica invulgar pela positiva, o que só por isso deve ser louvado. O n.º 2 da revista acabou de sair, ver aqui. Conta com diversos artigos, um deles sobre 'Gerir os Processos de Equipa'. Obrigado ao Núcleo e votos para continuarem com o excelente trabalho.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O País que merecemos no blog Colectividade
No outro blog onde participo "Temos ou não temos o País que merecemos?" Reforço com esta frase: "Antes de sermos mais a querer alterar isto, será necessário alinhar os que já existem. Para que os que se juntem à causa saibam para onde se vai."
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Ainda a decisão
Um outro artigo no site bsq360 denominado "O treinador tem de decidir". Sobre a tomada de decisão, escuta activa e a capacidade de decidir bem e (nem sempre) rápido. A acompanhar. Obrigado Edgar!
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Comunicação,
Imprensa
quinta-feira, 31 de março de 2011
O jogo, a dinâmica e a formação empresarial
Retirado do meu primeiro livro, abordava o jogo enquanto acção e processo mais complexo do que primariamente se afirma desta forma: "Tempos houve em que o jogo era encarado na sociedade como algo fácil, repousante e divertido. Algo que se oponha ao sério, sem qualquer consequência na vida real, sempre afastado da actividade produtiva e, como tal, que nada produzia, sendo mesmo uma actividade estéril (Callois, 1967). Actualmente a ideia alterou-se, embora ainda haja uma grande maioria que afirma que o jogo é algo sem grande importância, quer a nível individual, quer a nível colectivo. Mas o facto do jogo estar presente no desenvolvimento do indivíduo e intervir directamente na respectiva socialização, indica-nos que é parte integrante da cultura e uma das características indissociáveis da sociedade. A aceitação de uma classificação universal ainda não foi atingida, pelo que apresentamos algumas definições. Para Huizinga o jogo “é uma acção ou ocupação livre, que se desenvolve dentro de uns limites temporais e espaciais determinados, segundo regras absolutamente obrigatórias, assim como livremente aceites, acção que tem seu fim em si mesma e está acompanhada de um sentimento de tensão e alegria e de consciência de ‘se de outro modo’ que na vida corrente”. O autor Piaget distingue o jogo em duas categorias, o jogo de práticas sensório-motoras e o jogo simbólico, enquanto Erikson afirma que o jogo está intimamente ligado ao desenvolvimento social e emocional das crianças e que se divide em três atmosferas: auto, micro e macro." Mas Callois em 1967 assumia quatro variáveis: - “agon”: jogos que assumem a competição regulamentada; - “alea”: características pela escolha aleatória da sorte; - “mimicry”: inclui os jogos de simulação e ilusão; - “ilinx”: jogos que provocam emoção, vertigem e perigo. Onde isto se relaciona com a formação empresarial? Cada vez mais os jogos e as dinâmicas, criadas para o efeito, causam muito impacto no transfer para a vida real, a empresarial e organizacional. Tudo isto relacionado com a formação experiencial que tanto se defende. Eu incluído!
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Formação
terça-feira, 29 de março de 2011
Próxima formação
A minha próxima acção de formação 'aberta' será na ESHTE no dia 16 de Abril, sobre Liderança e Gestão de Equipas. Podem saber mais aqui! Obrigado.
segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Um olhar sobre Estocolmo e Oslo
No seguimento do artigo sobre a tolerância, aprendizagem e produtividade, deixo-vos um olhar sobre Estocolmo e Oslo (não se trata de um artigo turístico, mas recomendo vivamente juntarem - muitos - trocos e deslocarem-se até a essas duas cidades).Visitar estas duas cidades escandinavas é também uma lição social, comportamental e acima de tudo, cívica. As cidades, para além das estatísticas ou das matrizes que se utilizam para qualificar ou quantificar algo, vão ou não ao encontro das expectativas das pessoas. Ao encontro da forma de ser, quase que de uma forma empática como fossem duas ou mais pessoas.
Estocolmo e Oslo têm a particularidade de reunir um conjunto de faculdades que potenciam que os requisitos básicos sociais e em termos de respeito do outro estejam alcançados. São o resultado, não só dos processos educativos, formativos, sociais e laborais dos dois países, mas também da capacidade dos mesmos conseguirem criar condições para que a inclusão social se faça através da capacidade de resposta a questões essenciais.
Importa observar as pessoas a deslocarem-se. A inclusão da questão cultural, de como o mesmo espaço pode ir ao encontro das necessidades de diferentes pessoas com diversas culturas, oriundos de países e religiões (ou sem religião) tão diferentes.
Por último, não sei se são melhores que outras cidades, mas em termos culturais, comportamentais e sociais é sempre uma boa ‘aula’ de aprendizagem poder vivenciar e observá-las.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Motivação apenas intrínseca?
No jornal 'Sol' desta 6.ª feira (18 de Março) vem um artigo de opinião de José Bancaleiro sobre motivação, com o título "Ninguém motiva ninguém".
Não concordo, mas não é o principal. O que há a retirar é a forma com relaciona a motivação e a satisfação. Não consegui achá-lo na net para vos dar o link directo, mas para quem gosta das matérias, reforço que vale a pena ler (concordando ou não) e ficar atento.
O jornal destaca que "A motivação é um estado activo, que origina energia orientada para atingir um determinado objectivo, enquanto a satisfação é um estado passivo de bem-estar. É a diferença de 'ter a camisola suada' ou apenas 'ter a camisola vestida'." Aborda ainda a questão da confusão entre motivar, orientar, satisfação, etc. Um conjunto de temáticas interessantes.
Não concordo, mas não é o principal. O que há a retirar é a forma com relaciona a motivação e a satisfação. Não consegui achá-lo na net para vos dar o link directo, mas para quem gosta das matérias, reforço que vale a pena ler (concordando ou não) e ficar atento.
O jornal destaca que "A motivação é um estado activo, que origina energia orientada para atingir um determinado objectivo, enquanto a satisfação é um estado passivo de bem-estar. É a diferença de 'ter a camisola suada' ou apenas 'ter a camisola vestida'." Aborda ainda a questão da confusão entre motivar, orientar, satisfação, etc. Um conjunto de temáticas interessantes.
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Motivação
sexta-feira, 18 de março de 2011
O Basquetebol e o Coaching
A convite de Edgar Macedo, um dos criadores do site bsq360, escrevi um artigo denominado “O Basquetebol e o Coaching”. Para os mais interessados, o Basquetebol (tal como muitos outros desportos) ensina-nos diferentes e boas perspectivas de analisar o indivíduo e os processos de grupo, quer como treinador quer como líder.
A reter!
A reter!
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Coaching,
Imprensa,
Modalidades
quarta-feira, 9 de março de 2011
E agora Benfica?
Parece que esta semana o mundo voltou a cair no universo benfiquista (falo apenas do futebol sénior). De uma forma mais abrupta, aconteceu aquilo que já era quase certo, a Liga ficou 'entregue' (sem segundas intenções) ao Porto.
Digo de forma abrupta, porque com ou sem razão, ocorreu num jogo com casos, bolas de golfe, speakers a falar durante o jogo incentivando a algo, mas...conta o resultado final e esse ditou a derrota! E não esquecer que teve tantos casos durante o jogo bem como 'casos' que ditaram a escolha do onze inicial, bem como a gestão de esforço que Jorge Jesus decidiu iniciar logo num jogo em que a outra equipa iria fazer dele o jogo do ano.
Abordar o tema agora é mais fácil, mas de alguma forma, era uma preocupação geral dos benfiquistas, a gestão do esforço e do respectivo plantel, até porque em 3 jogos difíceis, jogámos quase mais de duas horas com menos 1 jogador. Apenas com a troca de Jara e Saviola e Martins com Aimar, os alas (que eram) os grandes potenciadores diferenciais do início da época...começaram a vacilar contra o Maritimo.
Amanhã há mais e a verdade, é que a praticar bom futebol, a equipa estava necessitada (muito) de 3 a 4 jogadores. É verdade que alguns jogadores que tiveram no Mundial e JJ passava o tempo todo a queixar-se, hoje estão numa grande forma como o Coentrão, Maxi e Luisão. Mas o tempo que levou a queixar-se das saídas do Di Maria e Ramires foi tempo de mais. Foi tempo em que desprezou os que lá estavam.
Ganhar 1 ou 2 competições é quase exigível. Mas não irá ser fácil. As finais são para se ganhar, mas uma final contra quem for, é sempre final. Não dá hipóteses para grandes erros. A meia-final da Taça de Portugal em casa contra o Porto ainda não está totalmente conquistada e na Liga Europa...há muita concorrência. Step-by-step. Ver para crer.
E concentrar forças em jogar e gerir e não tanto com outras questões, que por mais razões que possam ou pudessem existir, é dispersar energia.
Digo de forma abrupta, porque com ou sem razão, ocorreu num jogo com casos, bolas de golfe, speakers a falar durante o jogo incentivando a algo, mas...conta o resultado final e esse ditou a derrota! E não esquecer que teve tantos casos durante o jogo bem como 'casos' que ditaram a escolha do onze inicial, bem como a gestão de esforço que Jorge Jesus decidiu iniciar logo num jogo em que a outra equipa iria fazer dele o jogo do ano.
Abordar o tema agora é mais fácil, mas de alguma forma, era uma preocupação geral dos benfiquistas, a gestão do esforço e do respectivo plantel, até porque em 3 jogos difíceis, jogámos quase mais de duas horas com menos 1 jogador. Apenas com a troca de Jara e Saviola e Martins com Aimar, os alas (que eram) os grandes potenciadores diferenciais do início da época...começaram a vacilar contra o Maritimo.
Amanhã há mais e a verdade, é que a praticar bom futebol, a equipa estava necessitada (muito) de 3 a 4 jogadores. É verdade que alguns jogadores que tiveram no Mundial e JJ passava o tempo todo a queixar-se, hoje estão numa grande forma como o Coentrão, Maxi e Luisão. Mas o tempo que levou a queixar-se das saídas do Di Maria e Ramires foi tempo de mais. Foi tempo em que desprezou os que lá estavam.
Ganhar 1 ou 2 competições é quase exigível. Mas não irá ser fácil. As finais são para se ganhar, mas uma final contra quem for, é sempre final. Não dá hipóteses para grandes erros. A meia-final da Taça de Portugal em casa contra o Porto ainda não está totalmente conquistada e na Liga Europa...há muita concorrência. Step-by-step. Ver para crer.
E concentrar forças em jogar e gerir e não tanto com outras questões, que por mais razões que possam ou pudessem existir, é dispersar energia.
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Benfica
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