Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios.


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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

4G para as Equipas

Aconselho vivamente a consulta deste blog e artigo!

"A Four Groups desenvolveu uma nova abordagem chamada 4G para compreender o comportamento, relacionamentos e cultura organizacionais. O 4G fornece aos seus usuários introspecção ao nível das suas características pessoais, desenvolve relacionamentos dentro de equipas e grupos, e mostra como a cultura organizacional pode ser melhor definida e gerida.

O 4G permite às organizações obter informação sobre a melhor forma de implementar e optimizar o desempenho do capital intelectual. Oferece a capacidade de prever comportamentos, agir de acordo com critérios de produtividade e de interacção e dinâmica de grupo, identificando os pontos de maior fricção ao nível dos relacionamentos inter-pessoais.

O 4G representa uma abordagem sistemática para gerir os aspectos intangíveis da vida organizacional. A metodologia é facilmente reproduzível e pode ser implementado rapida e eficientemente."

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Prioridades


Como irá ser 2011? Não consigo responder. Apenas dizer aquilo que irei fazer para o alcançar sem saber se concretizar-se-á, mas com a plena consciência que ao não fazer nada...dificilmente alcançarei.

Dizem-me que é uma questão de gestão de prioridades. Será? Uma coisa é certa, sem prioridades, seja onde for e em que contexto acontecer, dificilmente conseguiremos uma boa gestão dos nossos recursos internos. Onde colocar mais a minha emoção, onde e quando batalhar mais, o que realizar e com quem!

Os tais famosos 6 'w' ou 2 'h' utilizados na gestão num modelo tipicamente 'americano' possibilitam definir prioridades. A experiência e a qualidade das mesmas dão-nos uma ferramenta fulcral na definição de prioridades.Muitas dúvidas subsistem, mas que uma má gestão de prioridades dificultam a gestão de recursos humanos, os valores dessa mesma gestão, cometem-se injustiças e mais do que tudo, confunde-se a orientação, tempos, coração, razão e com isto tudo, resultados menos equilibrados!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2010...

O ano que agora finda tornou-se num ano de grandes aprendizagens. Curiosamente, cada momento de formação, de coaching individual ou com grupos/equipas, foram momentos de aprendizagem individual e das pessoas com quem lido diária, semanal, mensal ou pontualmente.

Momentos excelentes de auto-conhecimento. Auto-avaliação. Auto-controlo. De perfomance. Superação. Esforços. Empatia. Escuta Activa.

A ferramenta da facilitação agrada-me. Fascina-me pelas capacidades que possui e acima de tudo, pelos resultados que alcança. Momentos de discussão. Reflexão individual e em grupo. Dinâmicas de grupo. De comunicação implícita e explícita.

Espaços de crescimento e de observação, que existem sempre hiatos de fiabilidade, zonas de conforto, equilíbrios ténues e espaços e oportunidades de crescimento enormes. Pontos fulcrais, momentos de viragem que devemos aproveitar.

Dinâmicas de equipa. Alinhamento constante entre uma pessoa e o grupo. Responsabilização sobre os resultados obtidos ou a falta deles. Respostas ou ausências de resposta aos sinais emitidos. Aprendizagem constante.

Por tudo e por muito mais, Muito Obrigado pelos momentos proporcionados ao longo de 2010, onde cada momento proporcionou-me também ele uma auto-formação. E os votos de um excelente 2011!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O mapa não é o território

Também aqui!

Escutei esta frase no âmbito de uma formação que abordava a gestão de conflitos, expectativas, aspectos relacionados com a liderança, gestão de pessoas, etc. Para além de um problema de visão e missão da grande maioria das entidades públicas e também privadas no nosso País, que acaba por alinhar o próprio País numa caminhada sem objectivos ou indicadores, observamos que a busca de uma posição de liderança ou coordenação altera quase sempre as bases identitárias das pessoas, que de alguma forma, buscam um mapa ou título que as torne 'mais importantes'.

Na verdade, sabemos que o mapa que é entregue às pessoas, independentemente do cargo ou posição hierárquica que possuem, quase nunca bate 100% com o real território em que essas pessoas lidam. A não percepção de da distinção do mapa e território continua a ser deturpada por questões de formação de base e bom senso.

Observamos o sistema desportivo com um conjunto de princípios bastante válidos ao nível da competição propriamente dita, formação, treino, interacção ao nível dos atletas, treinadores, etc., e tudo se esfuma quase por magia a partir do momento em que essas mesmas pessoas enveredam pela parte de gestão, administração, coordenação mais administrativa/avaliação das Federações, Institutos, Associações, etc.

Tal fenómeno contribuiu para uma decalage ao nível dos resultados, principalmente se os soubermos diferenciar e segmentar o mérito: o que pertence por trabalho 'apenas' da parte técnica do treino, competição, formação, etc.; e aquela que advém 'apenas' do trabalho desenvolvido pelos dirigentes dessas mesmas entidades.

Questionar porque um treinador apela à justiça, alinhamento dos seus atletas, repetição no treino, procura dos 'experts' para as suas tarefas, comunicação frontal, desenvolvimento das competências dos seus atletas e, transferido para uma posição mais fora do terreno, assume comportamentos que contrariam os que antes aplicava para a obtenção...dos melhores resultados.

A não obtenção dos melhores resultados por falta ou recusa de procedimentos que fomentam a concretização dos objectivos, propiciam o estado a que o desporto (e não só) português chegou. A recusa de existir uma estratégia comum, nem que fosse ao nível das associações de uma federação! De uma visão alinhada pelo Estado, descentralizada pelas autarquias, federações, associações, etc.

A necessidade da existência de muitos pequenos mapas para incluírem todos os favores, que na realidades se reflectem em territórios sobrepostos, mal definidos, funções repetidas por duas, três ou mais entidades, visões que são incoerentes com as suas práticas, fazem com que hoje (fenómeno que sempre foi existindo, mas hoje agrava-se) não se deva apenas falar de poucas verbas, mas de verbas mal atribuídas e para os mesmos acontecimentos e, pior do que tudo, potencia que entidades se repitam na sua natureza e sejam adversárias e estejam explicitamente numa competição.

sábado, 25 de setembro de 2010

Ter habilidade é bom mas...

Ter habilidade é algo de bom, mas ter habilidade para descobrir habilidade nos outros é, esse sim, um verdadeiro teste...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Walk the Talk!

Walk the Talk...uma expressão utilizada muito pelos americanos. Simples que traduz a necessidade de termos pessoas (onde quer que estejam e o quer que estejam a fazer) que consigam fazer aquilo que falam.

Na gestão e/ou no marketing apontamos para a característica que tanto se pretende nos produtos e serviços, a fiabilidade, a capacidade de ser aquilo que diz ser.

Nas pessoas, caso elas não seja o serviço, dou cada vez mais valor às pessoas que fazem o que dizem e não os que falam demais. Preferindo mesmo alguém que diz que faz pouco mas que o faz, do que alguém que fala mas faz uma percentagem reduzido. Saber-se com o que se conta...talvez seja essa decalage das expectativas vs realidade que me acalma.

A frase é tão simples, com um impacto vivencial de enorme dimensão que temo que nenhuma palavra minha possa acrescentar nada melhor.

sábado, 17 de julho de 2010

Visionário...

Gostei da imagem. Gostei da frase. Gostei....parece algo visionário, à base da confiança, algo que se tem chamado inteligência espiritual. Guiar ou ser guiado não à base da fé ou de espíritos, mas de empatia com alguém. Que podes ser tu! Giro não é?


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Confiança


Sem isto...nada feito! Venham de lá as técnicas, ferramentas, inteligências a ou b...Confiança é o catalisador do 'eu', as causas e os outros podem ser a motivação. Mas para passar do 'gostaria' ao 'quero e faço por isso' vai um voto de confiança. Como diz um colega de trabalho "Não basta ter força de vontade, é preciso ter vontade de fazer força!"

domingo, 11 de julho de 2010

O nível...

Que conhecemos nós das pessoas que nos rodeiam? Podemos falar de aspectos pessoais, sociais, profissionais, o que e onde quiserem, mas o que conhecemos realmente?

Algumas das acções de formação que participei, quer como formando quer como formador, tinham a capacidade de realizar algo que adoro: baixar o nível de água e trazer mais e melhor informação para cima.

O que fica 'escondido', podem ser aspectos voluntários ou involuntários. Pode ser consciente ou inconsciente. Mas existem e são muitos mais do que pensamos. Quando partilhamos algo com alguém, quer seja pessoal, social ou profissional, temos o dever de querer descobrir esse algo, desde que permitido. Ou ter de querer dever! É essa a empatia e cumplicidade que diferencia tudo.

Também considero que nem todos têm a capacidade de conhecerem o seu próprio iceberg e isso faz toda a diferença. Para o 'eu' e os 'outros', que querem conhecer o 'eu'. Quase que falaria de uma engenharia complexa...mas que na realidade se resume à dificuldade em conhecermos e compreendermos os outros quando não o queremos.

Começar de algum lado


quinta-feira, 8 de julho de 2010

Dois minutos de impacto

Aprender a fazer é de facto uma arma poderosa. Experienciar, reflectir, errar, são ferramentas que fazem a diferença.
O treino, misturado ou inserido na formação (ou a formação inserida no treino?) deve ser algo constante na grande maioria dos actos profissionais e não só, que queremos realizar.

Contudo não basta experimentar para que se presuma que a aprendizagem está a ser realizada à base da experiência ou do processo. A experiência é apenas uma das partes do processo de facilitação, mas os treinos assumem que se incluirmos activamente as pessoas no processo aumentamos a possibilidade de aprendizagem. Quando afirmo que aumenta a possibilidade, um dos grandes responsáveis pelo seu sucesso é a própria pessoa que terá de realizar uma reflexão e retirar as suas conclusões.



Experiência + Reflexão = Aprender


Este processo define-se como ‘aprendizagem experimental ou experiencial’. Uma das maiores vantagens deste processo é que os participantes aprendem muito através do seu processo de reflexão e concluem que têm de fazer parte do todo sendo também eles responsáveis pelo resultado final.

E o porquê de dois minutos? Um dos melhores treinos é ter de em dois minutos tentar dizer algo a uma pessoa, muitas vezes e sempre com pessoas diferentes e de forma seguida, sem pausa. O discurso é aperfeiçoado de forma 'automática' e o enfoque é esclarecedor de como se aprende rapidamente através do (não) impacto que se possa vir a (não) conseguir.

O impacto comunicacional através do aproximar da pessoa, adaptar a mensagem, a empatia, assertividade é fulcral nos dias de hoje (alguém ainda duvida disto? e que sempre o foi?)!

domingo, 4 de julho de 2010

Foi há seis anos que...


cheguei ao País mais novo geologicamente do Mundo.
Quando ia a meio do voo, fiquei também a saber que Portugal tinha perdido a final do Euro 2004 contra a Grécia 0-1.
Foi há seis anos...




domingo, 13 de junho de 2010

Ama a vida

Pode não ser o dia dos namorados. Pode ser para mais que uma pessoa. Para muitas. Pode ser para uma motivação-extra. Mas pela imagem, vale a pena!


quinta-feira, 3 de junho de 2010

Avatar, a estória que fez história também na liderança pessoal

Vi e gostei. Retirado daqui, focaria como mais importante estes três pontos:

Curiosidade é a coisa mais importante que temos, imaginação é uma força que pode manifestar uma realidade e o respeito da sua equipa, é mais importante do que qualquer prémio.



quarta-feira, 26 de maio de 2010

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Gostava de ter visto? Também eu!

- Laurentino Dias disse que gostava de ter visto neste fim-de-semana os críticos da nossa selecção de Atletismo em Leiria durante os Campeonatos Europeus da modalidade.

Eu se fosse a ele preferia ter visto pessoas, apenas isso, pessoas a ver os Campeonatos. Estádio construído em 2004, ainda por acabar, em que apenas possui três 'lados' e apenas um estava meio cheio. A isto se chama ter as prioridades trocadas.

PS (sem querer ser qualquer ironia ao seu partido) - Descemos de divisão, mas isso são...coisas para mais tarde abordar.

- Gostava de ter visto melhores árbitros hoje no segundo jogo da final de Futsal entre o Benfica e o Belenenses.

- Se for verdade que o gnomo Buonanotte vem para o Benfica pelos 10 ou 12 M € que dizem, gostava de saber de onde vem esse dinheiro.

- Gostava de ver o Sp. Braga a ser tratado como os outros e não como uma filial do Porto. Tal como foi o União de Leiria e a Ac. de Coimbra, ou seja, onde tem estado a futura marioneta do Porto, o Domingos Paciência.

- Luís Rodrigues da Silva? Sabem que é? Também não, dizem que é o advogado do sócio Adiolfo Peirea do Benfica que colocou uma providência cautelar por causa das eleições. Gostava que tivessem atentos às notícias do 24horas ou Correio da Manhã, pois provavelmente um ou os dois estarão em foco porque devem aparecer fotos dos mesmos com uns olhos negros ou sem uns dentes.

- Por falar em dentes, gostava de ter visto um dirigente do Porto a justificar à CMVM quanto dinheiro investem em dentes e não ter de vir o antigo Médico a justificar.

- Gostava de ter visto onde os dirigentes da 'bola' aprenderam o significado destas frases "Quando iniciarmos a época o plantel vai estar encerrado". Atenção, Sporting inicia a época já esta semana e o Benfica na próxima 2.ª feira.

Um bem haja!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Time-out proporcionado por um grande amigo!

Ontem fui surpreendido. Um recado num dos meus posts...sobre outra coisa. Fui ao site do meu amigo e constava lá que tinha sido premiado! O meu site estava lá numa pequena listagem de sites propostos! Bem...sigo aqui as regras!

"Associado a este selo vêm algumas regras, que passo a citar:

- Publicar o link da pessoa que o/a nomeou http://kmister.blogspot.com/;
- Escrever as regras no blog (já está);
- Contar 6 coisas aleatórias sobre si;
- Indicar mais seis pessoas e colocar os respectivos links no final do post;
- Avise as pessoas que indicou, deixando um comentário nos seus blogs;
- Deixe os indicados saberem quando publicar o seu post."

Seis coisas sobre mim:

1. Gosto de viajar, conhecer novas culturas, observar, faz de mim mais tolerante. Já lá vão muitos locais, cidades, 22 países...e posso sempre pensar que já faltaram mais para conhecer grande parte do mundo.
2. Gosto da dor do dia seguinte ao se fazer exercício, de algum desconforto é certo, mas que algo está lá.
3. Hagen-daz, estilo um waffle com um ou dois sabores e chocolate de leite quente por cima.
4. Choro facilmente nos filmes e documentários e essas coisas.
5. Momentos entre amigos não têm preço, são valiosos.
6. Não gosto de controlo, gosto de interdependência.

Mais seis blogs!


Agora falta avisar o pessoal, vamos lá!