Coach do Coach

Os melhores profissionais e as melhores equipas têm um denominador comum: serem peritos nas competências intra e inter que perfazem as relações interpessoais entre todos os objectivos, as ferramentas e os meios.


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terça-feira, 21 de julho de 2009

Liderança de Equipas - José Mourinho

O líder e a liderança na motivação das equipas, por José Guerra

As questões ligadas à liderança e o papel que os líderes têm na motivação das respectivas equipas. Uma reflexão onde se apresenta como exemplo o carismático José Mourinho.

A liderança e a motivação são dois aspectos interdependentes e essenciais no alcance do sucesso das organizações. Hoje em dia temos nas empresas bons gestores e por vezes maus líderes. Uma liderança eficaz condiciona e é determinante para motivar. Todavia, liderar eficazmente nos dias de hoje é complexo. Não se nasce propriamente líder, ainda que a predisposição genética condicione e seja importante. Um bom líder desenvolve as suas aptidões e aprende continuamente ao longo da sua vida adaptando-se às novas circunstâncias.

Motivar equipas pressupõe liderar com eficácia e eficiência um conjunto de pessoas no sentido de as conduzir numa determinada direcção ou num determinado rumo e alcançar objectivos previamente acordados e específicos. Trata-se pois de um processo de influência social, mobilizador e enérgico cujo 'locus', ou foco, deixa de estar cada vez menos na motivação extrínseca e nos estímulos externos. Passa estar no 'locus' controlo interno do sujeito, ou seja, na motivação intrínseca, nas suas verdadeiras necessidades, nas aspirações e nas expectativas e no alinhamento destas de uma forma estratégica com a visão colectiva da equipa e do negócio.

Na sequência do referido, podemos dizer que um líder competente conhece profundamente as pessoas com quem trabalha, as suas motivações e as suas aspirações. Reconhece também que uma equipa passa por diversas fases de evolução até atingir a sua maturidade e o seu pico de produtividade. Sabe também como intervir nessas fases, actuando como mecanismo regulador e catalisador dos processos comunicacionais. Adapta-se às circunstâncias do meio, da tarefa e do grupo e sabe exercer o estilo de liderança em conformidade.

Liderança e visão estratégica caminham de mãos dadas, sendo condição essencial para mobilizar pessoas nos processos de mudança e criar nestas confiança e determinação na conquista de objectivos e metas específicas. Cria também verdadeiros liderados sem os quais o líder também não teria expressão.

Estabelecer desafios, metas e objectivos ambiciosos, porém exequíveis, que permitam retorno principalmente ao nível do reconhecimento, parecem ser os principais factores responsáveis pela motivação de equipas. O líder reconhece igualmente que o todo é maior do que a soma das partes e aproveita as sinergias resultantes desta interacção no sentido da conquista de objectivos colectivos, o que de outra forma não seria possível.

Adicionalmente, responsabilizar as pessoas, dando-lhes autonomia funcional, atribuindo-lhes uma missão individual e colectiva, e criar mecanismos de suporte e retorno, será certamente uma das atribuições fundamentais do líder, algo também determinante para manter elevados os níveis motivacionais.

Entre outros, José Mourinho é um exemplo carismático que ilustra perfeitamente o que é liderar e manter os níveis de motivação elevados de uma equipa e dos seus associados. Não existem muitas pessoas com estas características. A pressão é elevada, mas é esta também o que o motiva e o que o faz motivar. É preciso agitar as águas e provocar estrategicamente, criando «inimigos» externos à equipa na óptica da construção de um espírito colectivo único e forte.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Líderes não devem mentir?

Existem diversas matérias na bibliografia que os melhores líderes não devem mentir, que não se segue quem mente, etc. Bem...se há coisas que em Portugal andam atrasadas ou que a tradição ainda é o que era, esta é uma delas.

«Posso garantir que Rodríguez não será jogador do F.C. Porto Pinto da Costa, negando a transferência do então jogador do Benfica, que acabaria por assinar pelo F.C. Porto em Junho

«Se pagarem 39,9 milhões eu ponho o euro que falta» Pinto da Costa, falando da transferência de Quaresma, que acabaria por rumar ao Inter num negócio de 18,6 milhões mais o passe de Pelé

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Porque não te calas?! Ficava-te tão bem

Agora, depois de o ex-seleccionador lhe ter "passado a perna" e assinado com um clube em pleno Mundial, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol achou por bem comentar o caso maior da "era" Scolari na Selecção. Em entrevista ao Porto Canal, Madaíl afirma não perceber essa e outras situações, referindo ter tido pena de Vítor Baía não ser chamado à Selecção.

Ora se o sr. Gilberto Madaíl estava tão inconformado com algumas situações e admirado por outras, tal como ele mesmo disse, não teria sido na altura, enquanto Scolari ainda comandava a Selecção Nacional, o momento de pôr esses assuntos na mesa?!

Pergunto eu...que liderança é esta? E se preocupasse mais com o estado actual da nossa Selecção? Mas tenho este defeito de perguntar muita coisa!

fonte: relvado

domingo, 2 de novembro de 2008

Só para quem esperava algo de ti, Cajuda!

Foi a decepção e o fracasso no acesso à Liga dos Campeões contra um adversário acessível como o Basileia (nem o golo mal anulado disfarça a incompetência do jogo na cidade berço), depois o falhanço à Taça UEFA em que faz 1 ponto em 6 possíveis, e agora isto!!

Hoje, 50 minutos com mais um homem (quem é que isto faz lembrar...?), com a equipa a beneficiar de uma má decisão pela grande penalidade não marcada contra si, dois dos seus jogadores a merecerem serem expulsos por agressões e a ficarem por lá a rir, pergunto...quem esperava algo de si estará assim tão decepcionado? Eu não! Como diziam de Bush..."shame of you, Mr. Cajuda, shame of you..."

domingo, 26 de outubro de 2008

Quem joga são os jogadores

José Mourinho, depois do empate entre a sua equipa Inter de Milão contra o Génova 0-0: "Sou sempre responsável pelos resultados da minha equipa".

Faz-me sempre recordar a frase de quem joga são os jogadores!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Comunicação ou a falta dela

O médio Vukcevic não se apresentou no treino desta sexta-feira do Sporting, depois representar a selecção do Montenegro frente à tália, em Lecce, informando o clube de que está doente.

Paulo Bento comentou o assunto na conferência de imprensa de antevisão do jogo com a U. Leiria."Não sou médico não trabalho no aeroporto para saber onde é que ele está. Não sou espião, sou treinador do Sporting".

Alguém tem dúvida que estas frases são um exemplo de não comunicação?

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A fisiologia e a água das pedras

«Ainda não digeri o empate com a Albânia, apesar de já ter bebido muita Águas das Pedras», disse o Presidente da Federação Gilberto Madaíl.

Será que alguém irá assumir a responsabilidade? Ficaremos todos a aguardar pela próxima vitória para vir ver o sol? Serão estes os líderes que só aparecem quando tudo corre bem? Gilberto Madaíl pode sempre juntar-se a Paulo de Andrade, ex-Presidente do Sporting que também teve de sair no célebre jogo na Mata Real há uns aninhos.

Enquanto isso...a caravana já passou. A ver vamos se o Mundial de Futebol na África do Sul também...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Lição de medo de Queiroz

Assistiu-se hoje em Braga a das maiores demonstrações de inoperacionalidade por parte de um seleccionador nacional, neste caso, o de Futebol. Frente a uma selecção que está mais de 70 lugares atrás de Portugal no Ranking FIFA, uma selecção da Albânia que jogou mais de 60' com 10 homens, a equipa orientada por Carlos Queiroz não conseguiu vencer.
- Mesmo com mais um homem, demorou 15' a deixar de jogar com 3 médios, com características mais defensivas que ofensivas.
- Demorou mais de 30' a colocar a equipa a jogar com 2 pontas-de-lança, sendo que a selecção apenas jogou 'assim' durante 15'.
- Demorou e hesitou sempre e demais nas substituições, com chamadas para os jogadores entrarem e hesitações se entrava 'já' ou 'daqui a pouco'.
- Portugal teve em campo uma equipa que precisava de 4 bolas: 1 para o Nani, 1 para o Quaresma, 1 para Ronaldo e outra para os restantes jogadores.
- Queiroz teve durante quase todo o jogo um comportamento que transparecia nervosismo, ansiedade, desconfiança, incerteza, maus sentimentos para um líder.
- Queiroz não se comporta durante os jogos com o que informa nas conferências de imprensa, onde se afirma como uma pessoa confiante e que não tem medo.

Hoje a selecção não teve um dos dois tipos de treinadores que podíamos ter tido: não tivémos ninguém que percebesse tecnicamente do assunto, nem comportamental. Para além do passo atrás na qualificação, demos muitos passos atrás naquilo que tinha sido conquistado. Pode ser que me engane, mas não estamos a preparar uma equipa para ser vencedora nem campeã, até porque para isso, é preciso...vencer.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Queiroz e os líderes


"Já disse que quero na selecção nacional uma equipa de líderes".

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O primeiro dos três P's: Protecção

José Mourinho sobre os seus jogadores e ele próprio:

«A última coisa que podem esperar de mim é criticar os meus jogadores após um jogo: não o faço. Não me escondo. Gosto que os jogadores se sintam protegidos. Eles estão tranquilos porque o alvo a abater sou eu, o antipático e arrogante sou eu, o treinador sem capacidade sou eu. Para nós isso é positivo».

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Jesualdo

Foi confrangedor ver a imagem de Jesualdo Ferreira durante o jogo Arsenal - FC Porto para a Liga dos Campeões onde podiam ter sido (mais) humilhados. Que pensaria um jogador ao olhar para o banco de suplentes e ver o seu líder naquela posição?

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

E agora Paulo Bento?


«Por que não jogava Vukcevic no Saturn?». A pergunta é de Derlei, numa entrevista à RTP. Agora é a vez do jogador do Sporting vir a público tomar posição no 'caso' de Vukcevic. Na conversa com a RTP, Derlei lembra que os problemas de Vukcevic «já aconteceram no Saturn». O avançado diz que o montenegrino podia ter as suas razões, «mas o treinador do Saturn também devia ter». Derlei diz que Vukcevic tem a sua favor «a qualidade e tudo o que já fez», mas, lembra Derlei, «o treinador do Sporting tem dito que o passado não vale».
O brasileiro diz que «compreende» a insatisfação do montenegrino, por «não poder fazer parte dos eleitos», mas lembrou que ele próprio, mesmo com um passado «rico em termos de títulos», já ficou muitas vezes no banco.
Derlei não tem dúvidas de que «o melhor era Vukcevic falar primeiro com os responsáveis do clube, para que a situação se resolvesse», até porque o esquerdino «com estas declarações complica a situação».
Uma tomada de posição de Derlei sobre o caso do momento no Sporting. Declarações tornadas públicas horas depois de Vukcevic ter dito que deseja deixar o Sporting em Dezembro. Foi eleito pelos treinadores da Liga como a revelação da época

No início da época apontava a qualidade do plantel do meio-campo do Sporting como um dos grandes desafios que iria colocar Paulo Bento sobre pressão. Como iria reagir um ou outro jogador que ficaria no banco? Depois de Moutinho dizer o que disse...e nada acontecer, a ver vamos o que irá acontecer a Vukcevic e/ou ao Derlei.

domingo, 14 de setembro de 2008

Perguntinhas...

Se és treinador, faço-te a seguinte pergunta: "De 0 a 10 como classificas a atitude da tua equipa?" Caso a resposta não seja um 10, pergunto-te "Que farias para atingir o 10?"

Não vale vir com respostas que para atingir o 10, necessitas de algo que não controlas. Não te deves focar no que não controlas, mas sim do que depende de ti e da tua equipa. Se te preocupas demasiado com o que não controlas, prepara a tua equipa para aceitar o 'novo'.

Lá no fundo, poucos treinadores diriam que a equipa atinge o 10. A questão que se levanta é: aperfeiçoar o 5, 6, 7, etc...que se tem, ou pretender alcançar a nota mais alta?

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Intromissão!


Conforme notícia do "Diário de Noticias", Diamantino está proibido de frequentar o balneário do Benfica. Parece que Diamantino Miranda “falou antes do jogo com o FC Porto sem informar a SAD, o que desagradou aos dirigentes e a Quique Flores, que já o havia afastado do trabalho de campo”. Nessas declarações, falava da obrigatoriedade de vitória sobre o FC Porto, ao mesmo tempo que admitia ser um sonho vir a treinar o Benfica. A partir desse momento, ficou proibido por Quique Flores, de entrar no balneário encarnado, o que terá acontecido pela primeira vez nas horas que antecederam o jogo com o FC Porto, embora a SAD não tenha aberto qualquer procedimento disciplinar.

Nesta situação, que deveria um treinador principal exigir?


quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Exemplo de Di Stefano

Sai hoje no jornal 'A Bola' uma história contada por Di Stefano, antiga glória do Real Madrid, sobre a situação dos jogadores insatisfeitos, por não jogarem ou serem substituídos. Conta assim:

Nos seus velhos tempos, quando sucedeu algo parecido que o treinador chamou esse jogador insatisfeito e fez uma reunião entre toda a equipa no balneário. Pedia ao jogador insatisfeito para se levantar e colocar-se em frente aos colegas e afirmava o seguinte: "Ok, reclamas por ter saído ou não jogar. Tudo bem, é a tua opinião. Mas, agora, vais ter de me ajudar a dizer, na frente de todos, qual o colega que deve sair para jogares tu!". Com esta atitude, diz Di Stefano, que o treinador devolvia ao jogador a responsabilidade de fundamentar perante todo o grupo.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Dar o exemplo!


Vicente Moura, Presidente do COP, aufere 2500 € por mês, mais do que a bolsa de medalhado, mais as ajudas de custos e despesas pagas, verba bem superior à auferida por um atleta que conquiste um medalha, como os casos de Nelson Évora, ouro no triplo salto, e Vanessa Fernandes, prata no triatlo em Pequim.

Esses dois campeões integram agora o estatuto de medalhado recebendo assim até Londres 2012, um subsídio de 1500 €. Para além de Vicente Moura, o secretário geral do COP recebe 2000 € e o tesoureiro 1500€. Segundo o artigo 13, ponto 3, dos estatutos do COP, "o exercício do mandato em qualquer orgão do COP é voluntário e gracioso não podendo os seus membros serem remunerado, sem prejuízo das despesas justificadas ou perda de proveitos do exercício das suas funções".

Lá está...a liderança é quando um Homem quiser!

Qual é o sentido desta estratégia?


Na primeira jornada da Liga de Futebol Profissional, assistiu-se logo no 2.º jogo um caso que tem sido usado ou arrastado para diversos meios. O que quero aqui colocar é a opinião de Rui Cartaxana do jornal 'Record' e não destaco se foi ou não penalty neste caso contra o Sporting e a favor do Trofense. Eu com as imagens que vi apitava para a marca de grande penalidade. Mas como referi, não é isso que quero aqui discutir.

O que quero aqui abordar , é que contra um adversário que vinha da 2.ª Liga e a ganhar 3-0 e a realizar um bela exibição, confrontado com aquela 'injustiça' o treinador do Sporting Paulo Bento decidiu disparar em várias frentes.

O que Rui Cartaxana aqui levanta através do seu artigo que o penaly existiu: "Trata-se, de resto, de uma conhecida recomendação do International Board, a que a FIFA deu seguimento, e que, pelo menos os senhores árbitros tinham obrigação de conhecer, a começar pelo sr. Paulo Baptista. Que diz a tal recomendação? Que os senhores árbitros, perante um jogador defensivo que inicie uma acção faltosa sobre um atacante fora da grande área (por ex., um agarrão), que venha a terminar dentro da grande área, devem assinalar grande penalidade! Precisamente o que aconteceu (o agarrão do texto da recomendação é apenas um exemplo) no jogo de sábado entre o Sporting e o assustador Trofense." Como disse eu marcava e por isso aqui nem quero entrar no tema se era ou não era.

Mas perante o disparo de várias balas por Paulo Bento, como se sentirão os jogadores quando perderem um jogo...porque o adversário jogou melhor ou apenas tiveram a sorte do jogo, sem existirem estes casos? Irão realizar de facto uma introspecção ou na grande maioria terão a 'cabeça feita' para estes casos?

Estes processos facilitam que os jogadores evitem pensar nos erros que fazem ou leva-os a procurar outras desculpas? E como será a postura do treinador quando o seu clube sair vitorioso por erros da equipa de arbitragem? Olhará para o lado como nada fosse? Perdeu-se a tranquilidade...

Será estranho que tão cedo se comece já a fazer 'joguinhos' paralelos, numa equipa que possivelmente não irá precisar tal a sua qualidade e perante um treinador com provas dadas. É de facto uma estratégia arriscada, para além de ser pouco legitima, mas isso, fica para cada um. Ao nível dos processos de treino, quem já foi alvo, condiciona. E não falo de treino de bolas paradas ou defensivos, etc., falo de treino comportamental. Fico por aqui. Se quiserem ler mais sobre a tal entrevista, ver aqui. http://www.record.pt/noticia.asp?id=802155&idCanal=3437

domingo, 24 de agosto de 2008

Paulo Bento


"O que disse ontem, tenho hoje ainda mais segurança e convicção. Alguns disseram que fui um mau exemplo, mas alertei para o que aí vinha". Para o futuro, o pessimismo de Paulo Bento é evidente: "Não vai mudar, não acredito que vá mudar".

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Mérito, se fosse sempre assim era bom.


Carlos Queiroz, seleccionador nacional de Futebol, deu a sua primeira conferência após a primeira convocatória da equipa técnica. Com respostas sintéticas e claras, com muita informação no entanto, respondeu assim a algumas questões.

"Mérito, atitude, forma, qualidade técnica e potencial", são as qualidades que o seleccionador dá preferência, fazendo questão de afirmar que não possui "compromisso ou cumplicidade com nenhum clube ou ninguém".

"A selecção não é uma casa nem um espectáculo com lugares marcados" e que a escolha não pode ser feita "com base nos jogadores que chegam primeiro ou que batem à porta". Parece claramente que quer colocar as suas regras e demonstrar num primeiro momento como se vão proceder alguns mecanismos de acção. Nota positiva até ver.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Jorge Jesus no seu melhor


Jorge Jesus a dar uma lição: "O Sp. Braga só terá uma grande equipa se os jogadores perceberem que, jogando ou não, fazem parte da equipa. Caso contrário, e para andarem todos contentes, só se contratava 11 e não era preciso dois por posição ou três em alguns casos.” E acrescentou: “Jogadores que só fazem parte da equipa quando jogam, comigo não têm hipótese.”