Sem saber anteriormente quais eram sequer os estilos de liderança (seis...diz Goleman), após a análise dos estilos...verifico que antes, durante e no futuro, será este o estilo com quem mais me identifico.
Aqui segue uma acção de formação sobre o Coaching e a Liderança e a ligação entre ambos.
10 de Abril, Coaching: Liderança
Local: Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal
Objectivo Geral Dotar os formandos com maiores competências e habilidades na arte de Liderança, assim como potenciar a capacidade de condução e incentivo individual e colectivo em função dos objectivos a atingir.
Objectivos EspecíficosNo final da formação, os formandos deverão ser capazes de:
- Conhecer os diferentes estilos de comunicação, o estilo predominante e formas eficazes de comunicar;
- Criar programas mentais que apoiem nas tarefas e momentos de maior exigência;
- Identificar os recursos mais fortes e os recursos a melhorar;
- Visualizar altos desempenhos.
Programa - Estilos de Liderança;
- Níveis de "Ouvir";
- Comunicação: Impacto e Desenvolvimento;
- Construção de Programas Mentais;
- Recursos Individuais vitais para o sucesso;
- Visualização com Linha de Tempo.
Local Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal
Avenida Coronel Eduardo Galhardo, 24 D
1199-007 Lisboa
Destinatários Dirigentes, Directores e Técnicos de Federações, Autarquias, Associações e Clubes
Directores e Técnicos de Academias e Ginásios
Treinadores
Estudantes de Educação Física
Outros Agentes ligados ao Desporto
Horário: 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (6 Horas)
Data Limite de Inscrição 28 de Março de 2010
Nº Mínimo de Formandos
por Módulo / Acção 15
Nº Máximo de Formandos
por Módulo / Acção 25
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domingo, 14 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Liderança e Formação
Quase todos nós já passámos pela experiência de participar numa formação sobre comportamentos, processos ou atitudes relacionadas com o nosso local ou equipas de trabalho, gostar, superar as expectativas, alterar alguns pensamentos pré-concebidos, voltar para a nossa organização, e mais dia, menos dia, tudo voltar ao que era.
As formações podem ser um motivo de preocupação mesmo quando correm bem. Parece contraditório, mas não o é! A expectativa que se cria nos colaboradores pode catapultar para níveis superiores de exigência e a posterior constatação que a incapacidade de mudança por parte da organização para outros patamares dificilmente se concretizará.
Das primeiras vezes que tive oportunidade de participar enquanto formando em acções relacionadas com a mudança, coaching de equipas, liderança visionária e reconhecida, facilitação de processos, etc., ouvia com alguma frequência no efeito ‘foguete’. A formação corria bem, o formando apercebia-se das vantagens de alterar as suas atitudes e comportamentos, determinava-se em mudar, chegava à sua organização e dava de ‘caras’ com chefias que não estavam receptivos a tais comportamentos ou alterações na forma de trabalho. O efeito passa rapidamente e apenas brilha por momentos.
De uma forma transversal, e não querendo colocar qualquer culpa ‘apenas’ nas directorias ou chefias de algo, reconhecidamente, existe por vezes um tampão de boas intenções na mudança de processos, proactividade, empreendorismo por parte dos seus colaboradores. Se por um lado proporcionará mais ideias, mais-valia, possivelmente mais produtividade, o outro lado ‘obrigará’ a um acompanhamento por parte de quem chefia em termos de capacidade de inovação, liderança, descentralização e o lidar com a falta de confiança quando se observa que alguém pode acrescentar mais valor numa determinada área técnica.
O mercado e o sistema das organizações desportivas não são excepção e se retirarmos uma percentagem muito mínima, são muitos os exemplos de organizações (federações, clubes, associações, autarquias, institutos, etc.) em que quem lidera não possui pelo menos a capacidade de reconhecer quem pode melhorar, escolher experts nas áreas sem que isso signifique que o seu papel deixou de ter a importância que ele necessita, rodear-se de espírito crítico e inovador e não apenas de ‘yes man’. Algo assim facilitava e muito o aparecimento de mais e melhores projectos para alterar a actual situação que o sistema desportivo apresenta.
Falta uma visão, faltam valores, falta liderança, exige-se sem se criar condições para tal, formam-se técnicos (mal?) mas não se dão oportunidades para actuarem. Dia após dia (e apenas naquilo que vai aparecendo na imprensa desportiva) consegue-se coleccionar casos atrás de casos. Nas federações, associações, autarquias ou institutos vemos um agarrar ao lugar independentemente da estratégia que apresentam (?) ou dos seus objectivos relacionados com a organização. Como se costuma dizer ‘apenas somos uma mais-valia quando nos desprendemos do nosso ego’. Ficamos a aguardar.
As formações podem ser um motivo de preocupação mesmo quando correm bem. Parece contraditório, mas não o é! A expectativa que se cria nos colaboradores pode catapultar para níveis superiores de exigência e a posterior constatação que a incapacidade de mudança por parte da organização para outros patamares dificilmente se concretizará.
Das primeiras vezes que tive oportunidade de participar enquanto formando em acções relacionadas com a mudança, coaching de equipas, liderança visionária e reconhecida, facilitação de processos, etc., ouvia com alguma frequência no efeito ‘foguete’. A formação corria bem, o formando apercebia-se das vantagens de alterar as suas atitudes e comportamentos, determinava-se em mudar, chegava à sua organização e dava de ‘caras’ com chefias que não estavam receptivos a tais comportamentos ou alterações na forma de trabalho. O efeito passa rapidamente e apenas brilha por momentos.
De uma forma transversal, e não querendo colocar qualquer culpa ‘apenas’ nas directorias ou chefias de algo, reconhecidamente, existe por vezes um tampão de boas intenções na mudança de processos, proactividade, empreendorismo por parte dos seus colaboradores. Se por um lado proporcionará mais ideias, mais-valia, possivelmente mais produtividade, o outro lado ‘obrigará’ a um acompanhamento por parte de quem chefia em termos de capacidade de inovação, liderança, descentralização e o lidar com a falta de confiança quando se observa que alguém pode acrescentar mais valor numa determinada área técnica.
O mercado e o sistema das organizações desportivas não são excepção e se retirarmos uma percentagem muito mínima, são muitos os exemplos de organizações (federações, clubes, associações, autarquias, institutos, etc.) em que quem lidera não possui pelo menos a capacidade de reconhecer quem pode melhorar, escolher experts nas áreas sem que isso signifique que o seu papel deixou de ter a importância que ele necessita, rodear-se de espírito crítico e inovador e não apenas de ‘yes man’. Algo assim facilitava e muito o aparecimento de mais e melhores projectos para alterar a actual situação que o sistema desportivo apresenta.
Falta uma visão, faltam valores, falta liderança, exige-se sem se criar condições para tal, formam-se técnicos (mal?) mas não se dão oportunidades para actuarem. Dia após dia (e apenas naquilo que vai aparecendo na imprensa desportiva) consegue-se coleccionar casos atrás de casos. Nas federações, associações, autarquias ou institutos vemos um agarrar ao lugar independentemente da estratégia que apresentam (?) ou dos seus objectivos relacionados com a organização. Como se costuma dizer ‘apenas somos uma mais-valia quando nos desprendemos do nosso ego’. Ficamos a aguardar.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Introdução ao Coaching - Acção de Formação
Dia 13 de Março lá estarei a dar formação! Na CDP...
Designação da Acção: Introdução ao Coaching
Objectivo Geral - Dotar os formandos dos conhecimentos básicos acerca da metodologia e processo de Coaching no âmbito desportivo, podendo utilizar as referidas técnicas no processo e contexto de treino individual e colectivo.
Objectivos Específicos: No final da formação, os formandos deverão ser capazes de:
- Aplicar eficazmente os princípios do Coaching;
- Identificar pontos de alavanca;
- Descobrir e conhecer o "interior" e as bases que constituem a personalidade;
- Criar mais rápida e facilmente empatia e capacidade de persuasão.
Programa - Definição de Coaching e os seus diferentes modelos;
- Aplicabilidade do Coaching no Desporto;
- Competências do Coach;
- "Roda do Desportista";
- Quadro de Referência Individual;
- Criação de Rapport / Confiança.
Local Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal
Avenida Coronel Eduardo Galhardo, 24 D
1199-007 Lisboa
Destinatários:
Dirigentes, Directores, Técnicos de Federações, Autarquias, Associações e Clubes Directores e Técnicos de Academias e Ginásios
Treinadores
Estudantes de Educação Física
Outros Agentes ligados ao Desporto
Data e Horário
13 de Março de 2010 das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Nº Mínimo de Formandos
por Módulo / Acção 15
Nº Máximo de Formandos
por Módulo / Acção 25
Designação da Acção: Introdução ao Coaching
Objectivo Geral - Dotar os formandos dos conhecimentos básicos acerca da metodologia e processo de Coaching no âmbito desportivo, podendo utilizar as referidas técnicas no processo e contexto de treino individual e colectivo.
Objectivos Específicos: No final da formação, os formandos deverão ser capazes de:
- Aplicar eficazmente os princípios do Coaching;
- Identificar pontos de alavanca;
- Descobrir e conhecer o "interior" e as bases que constituem a personalidade;
- Criar mais rápida e facilmente empatia e capacidade de persuasão.
Programa - Definição de Coaching e os seus diferentes modelos;
- Aplicabilidade do Coaching no Desporto;
- Competências do Coach;
- "Roda do Desportista";
- Quadro de Referência Individual;
- Criação de Rapport / Confiança.
Local Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal
Avenida Coronel Eduardo Galhardo, 24 D
1199-007 Lisboa
Destinatários:
Dirigentes, Directores, Técnicos de Federações, Autarquias, Associações e Clubes Directores e Técnicos de Academias e Ginásios
Treinadores
Estudantes de Educação Física
Outros Agentes ligados ao Desporto
Data e Horário
13 de Março de 2010 das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Nº Mínimo de Formandos
por Módulo / Acção 15
Nº Máximo de Formandos
por Módulo / Acção 25
sábado, 9 de janeiro de 2010
Decide!
'(...) Perante um público de dirigentes, chefias, coordenadores de equipas e projectos, coloca-se a seguinte questão:
- Imaginem que chegam a casa e os vossos dois filhos discutem porque apenas existe uma laranja em casa e ambos a desejam. Que fariam? Eles perguntam que vocês os ajudem a tomar a decisão de quem fica com a dita laranja. Que fazem?
Ainda não terminei a questão e chovem sugestões!
"- Corta ao meio!
- Ninguém a come!
- Fico eu com ela!
- Quem achou primeiro!
- Quem comeu a anterior não come esta!
(mais um conjunto delas)"
Questiona-se se há mais...e sai a pergunta: "O que ainda não fizeram para tomar essas decisões?". Algum silêncio...e alguém se lembra de dizer "Não perguntámos a razão, porque queriam a laranja". Podemos perguntar a um dos filhos e ele responde-nos "Preciso da casca para fazer um bolo". E o outro "Do conteúdo para um sumo". Muito mais se pode seguir e geralmente, a chegada a esta conclusão demora alguns segundos, ou minutos.'
Não passa de um conto utilizado para estimular esta competência, mas pretende-se fazer o transfer para a realidade que é:
- decide-se rapidamente sem termos as informações básicas para a tomada de decisão;
- as pessoas não querem saber da escuta activa;
- o cargo de chefia e a quem decide exige-se saber recolher informação;
- a partilha entre razões, interesses, vontades e fins, é uma das melhores formas de gestão e concretização de objectivos.
A verdade é que somos estimulados para decidir rápido. Na nossa vida, no nosso trabalho premeia-se quem aparece com a decisão mais rápida e no desporto, os atletas, treinadores, juízes e dirigentes têm de decidir rapidamente, face aos múltiplos acontecimentos que acontecem constantemente.
A decisão deve ser rápida, sim! Mas dentro do timing que possuímos para decidir. Se um árbitro pode decidir em 01'' não precisa de se precipitar em milésimos. Se um atleta verifica que tem 5'' para decidir o que faz, pode recolher mais informação do que se tivesse de decidir em 2''.
Mais uma vez, no dirigismo, não partilhamos informação, sabendo por vezes que a razão e o interesse é o mesmo, mas preferindo ter mais adversários do que parceiros. Duplicam-se esforços, recursos financeiros e outros, baixam-se os impactos das acções e projectos, para finalmente, mostrar-se algo inferior.
Precisa-se de uma visão e missão bem definida para o desporto. 'Apenas' uma certa desorganização de quem faz o quê, e o ainda excesso (ou seja, a existência) de recursos financeiros possibilita sustentar pequenas vontades e permite que os dirigentes desportivos não trabalhem também eles em equipa e em rede.
- Imaginem que chegam a casa e os vossos dois filhos discutem porque apenas existe uma laranja em casa e ambos a desejam. Que fariam? Eles perguntam que vocês os ajudem a tomar a decisão de quem fica com a dita laranja. Que fazem?
Ainda não terminei a questão e chovem sugestões!
"- Corta ao meio!
- Ninguém a come!
- Fico eu com ela!
- Quem achou primeiro!
- Quem comeu a anterior não come esta!
(mais um conjunto delas)"
Questiona-se se há mais...e sai a pergunta: "O que ainda não fizeram para tomar essas decisões?". Algum silêncio...e alguém se lembra de dizer "Não perguntámos a razão, porque queriam a laranja". Podemos perguntar a um dos filhos e ele responde-nos "Preciso da casca para fazer um bolo". E o outro "Do conteúdo para um sumo". Muito mais se pode seguir e geralmente, a chegada a esta conclusão demora alguns segundos, ou minutos.'
Não passa de um conto utilizado para estimular esta competência, mas pretende-se fazer o transfer para a realidade que é:
- decide-se rapidamente sem termos as informações básicas para a tomada de decisão;
- as pessoas não querem saber da escuta activa;
- o cargo de chefia e a quem decide exige-se saber recolher informação;
- a partilha entre razões, interesses, vontades e fins, é uma das melhores formas de gestão e concretização de objectivos.
A verdade é que somos estimulados para decidir rápido. Na nossa vida, no nosso trabalho premeia-se quem aparece com a decisão mais rápida e no desporto, os atletas, treinadores, juízes e dirigentes têm de decidir rapidamente, face aos múltiplos acontecimentos que acontecem constantemente.
A decisão deve ser rápida, sim! Mas dentro do timing que possuímos para decidir. Se um árbitro pode decidir em 01'' não precisa de se precipitar em milésimos. Se um atleta verifica que tem 5'' para decidir o que faz, pode recolher mais informação do que se tivesse de decidir em 2''.
Mais uma vez, no dirigismo, não partilhamos informação, sabendo por vezes que a razão e o interesse é o mesmo, mas preferindo ter mais adversários do que parceiros. Duplicam-se esforços, recursos financeiros e outros, baixam-se os impactos das acções e projectos, para finalmente, mostrar-se algo inferior.
Precisa-se de uma visão e missão bem definida para o desporto. 'Apenas' uma certa desorganização de quem faz o quê, e o ainda excesso (ou seja, a existência) de recursos financeiros possibilita sustentar pequenas vontades e permite que os dirigentes desportivos não trabalhem também eles em equipa e em rede.
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
João Alves de saída do Benfica
"Os quadros técnicos do departamento de formação vão ficar hoje a conhecer o seu futuro, sendo praticamente certo que João Alves não irá treinar mais a equipa júnior. O seu contrato terminou a 30 de Junho e o Benfica não renovou com a antiga glória do clube." Na Infordesporto...a ser verdade...
sábado, 27 de junho de 2009
Final de Juniores. Quem perdeu? Todos!
Parece uma daquelas notícias que vemos chegar da América do Sul..."jogo de juniores dá batalha campal", seria mais ou menos assim.
Mas não, foi em Portugal. Não interessa se foi em Alcochete, se fosse na Luz, Norte, Ilhas, etc. Foi cá! Não sei de quem foi a culpa, na tv dizem que os adeptos do Benfica foram agredidos com pedras ainda no parque de estacionamento, am alguns sites dizem que foram as duas claques, outros blogues dizem que viram tudo ou uma prima de um amigo que viu, mas hoje perdemos mais uma vez todos os que gostamos de Futebol.
É isto que temos, é isto que fazemos por acontecer, é isto que não contrariamos....por isso temos o resultado final para o qual (não) lutamos.
Entretanto parece-me claramente que a Academia de Alcochete é o melhor sítio para guardarmos os carros, onde a Polícia dá mais valor aos carros que às pessoas, vejam este depoimento:
De acordo com o jornalista Luis Viegas à TSF, afirmou: "Ao deixá-los (adeptos benfiquistas) cá fora, eles poderiam partir os carros, a polícia deixou-os entrar para ver o jogo porque havia um espaço dedicado para os adeptos benfiquistas que não estava ocupado. Começou a troca de palavras (??) entre os adeptos."
E pronto, hoje não, porque aquilo deve estar sujo, mas amanhã...já sei! Se Fernando Pessa fosse vivo diria "...e esta hem?!".
Mas não, foi em Portugal. Não interessa se foi em Alcochete, se fosse na Luz, Norte, Ilhas, etc. Foi cá! Não sei de quem foi a culpa, na tv dizem que os adeptos do Benfica foram agredidos com pedras ainda no parque de estacionamento, am alguns sites dizem que foram as duas claques, outros blogues dizem que viram tudo ou uma prima de um amigo que viu, mas hoje perdemos mais uma vez todos os que gostamos de Futebol.
É isto que temos, é isto que fazemos por acontecer, é isto que não contrariamos....por isso temos o resultado final para o qual (não) lutamos.
Entretanto parece-me claramente que a Academia de Alcochete é o melhor sítio para guardarmos os carros, onde a Polícia dá mais valor aos carros que às pessoas, vejam este depoimento:
De acordo com o jornalista Luis Viegas à TSF, afirmou: "Ao deixá-los (adeptos benfiquistas) cá fora, eles poderiam partir os carros, a polícia deixou-os entrar para ver o jogo porque havia um espaço dedicado para os adeptos benfiquistas que não estava ocupado. Começou a troca de palavras (??) entre os adeptos."
E pronto, hoje não, porque aquilo deve estar sujo, mas amanhã...já sei! Se Fernando Pessa fosse vivo diria "...e esta hem?!".
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Formação - Verdade ou coincidência?
Está quase terminado a época para os escalões de formação no Futebol. Porto conquistou mais um título de juvenis este fim-de-semana logo na casa do Benfica.Sendo assim, em iniciados o título foi para a Luz, em juvenis para o Porto e em juniores tudo leva a crer que será também para a Luz.
O Sporting curiosamente não aparece na lista mas acaba por ser aquele que maior partido tem tirado nos últimos anos de jogadores vindos da formação de Alcochete. Como os alemãos diziam na formação, não queriam saber quantos títulos tinham até chegar aos séniores, queriam era vencer aí, nos verdadeiros palcos. E a formação servia para formar...que chegassem e estivessem preparados. Nesse capítulo, o Sporting descobre, trabalha e prepara-os muito bem. Veja-se o caso de Daniel Carriço este ano.
Com o título quase assegurado em juniores, tenho alguma curiosidade em verificar quantos jogadores vão fazer parte do plantel ou pré-época do Benfica. Se João Alves faz um bom trabalho, o mesmo tem de ter seguimento. No plantel da Luz apenas fazem parte Miguel Vítor, Moreira com dois de junior vindo do Salgueiros, Ruben Amorim que foi potenciado noutro clube, e Jorge Ribeiro...
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sábado, 9 de maio de 2009
Dragon Force...deve ser isto que ensinam
O F.C. Porto entrou da melhor maneira na fase final do Campeonato Nacional de Juniores. Os dragões venceram por 1-2 em Alvalade, num encontro marcado pela polémica no segundo golo dos azuis e brancos.
Já no período de descontos, o central Pedro Mendes - do Sporting - lesionou-se e teve de ser substituído, numa altura em que a posse de bola estava do lado dos leões. No reatamento, através de um lançamento lateral, os jogadores do F.C. Porto não entregaram a bola ao adversário e acabaram mesmo por fazer o golo da vitória por Miguel Galeão.
Perante os protestos dos responsáveis leoninos, os jovens dragões foram celebrar diante do banco adversário e incendiaram ainda mais os ânimos.
Já no período de descontos, o central Pedro Mendes - do Sporting - lesionou-se e teve de ser substituído, numa altura em que a posse de bola estava do lado dos leões. No reatamento, através de um lançamento lateral, os jogadores do F.C. Porto não entregaram a bola ao adversário e acabaram mesmo por fazer o golo da vitória por Miguel Galeão.
Perante os protestos dos responsáveis leoninos, os jovens dragões foram celebrar diante do banco adversário e incendiaram ainda mais os ânimos.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Artigo de Jorge Araújo
Formar e preparar equipas vencedoras. Algo que pede capacidades extremamente exigentes, seja no desporto, seja nas empresas. Como consegui-lo?Liderar jogadores, para que trabalhem em equipa, constituiu sempre um desafio de enorme complexidade e exigência. Todo o ser humano tem como objectivo principal a sua afirmação individual e só depois – se o mobilizarem nesse sentido – será capaz de se concentrar nos interesses colectivos. O que ilustra como é difícil tentar aperfeiçoar interacções pessoais e técnicas entre indivíduos cujos objectivos particulares estão muitas vezes longe de ser compatíveis.
«O que ganho eu com isso?», perguntavam-me os jogadores. Questão central… Precisava de convencê-los de que, através da equipa e do respectivo sucesso colectivo, cada um deles teria algo de significativo a ganhar. Tinha de conseguir fazê-los interiorizar que, contribuindo individualmente para que o todo fosse maior do que a soma das partes, retirariam daí o retorno positivo que almejavam.
Como consegui-lo? Potenciando a mobilização das vontades individuais ao serviço do colectivo. Se nunca os abandona a motivação respectiva, na defesa dos interesses individuais, então teria de ser capaz de conseguir que, atingindo a equipa os seus objectivos, cada um dos jogadores ganhasse com isso algo de significativo.
Se cada jogador era tão sensível ao facto de ter de ganhar algo, sempre que se entregasse ao colectivo, cumpria-me ser capaz de me ajustar às diferenças que revelavam, ver a minha autoridade reconhecida mais do que imposta e possuir em cada momento da vida das equipas que dirigia uma visão clara do que pretendia alcançar a nível individual e colectivo.
Tinha forçosamente de me adaptar e de conseguir potenciar os constantes fluxos e refluxos motivacionais provocados pelos egoísmos dos jogadores, na busca de uma fundamental coesão de processos e de uma necessária relação social e também de uma identificação colectiva.
Uma sincronização dos movimentos colectivos e individuais e clareza na definição e na coordenação de tarefas de cada jogador.
Profundos laços sociais e afectivos, potenciando uma cooperação e uma entreajuda sem reservas de qualquer espécie. Um alinhamento claro de todos os jogadores ao serviço dos objectivos colectivos a atingir e fortes sentimentos de orgulho de pertença à equipa.
Todos os jogadores que conheci – naturalmente uns mais do que outros – debatiam-se entre afirmarem-se individualmente e o prazer de fazerem parte de uma equipa com a qual se sentissem envolvidos.
O que, em complemento do que já ficou dito para trás, permite concluir que reside nesta aparente contradição um dos mais apaixonantes aspectos de tudo o que diz respeito ao trabalho em equipa. Por um lado, somos uns inveterados egoístas; por outro, temos o desejo constante de fazer parte de um colectivo que nos complemente e que nos dê espaço quanto baste para, através dele, também nos afirmarmos individualmente. De entre os jogadores que comigo trabalharam, os que fizeram a diferença para melhor foram precisamente aqueles que sabiam utilizar a equipa e os seus resultados como uma oportunidade de afirmação e desenvolvimento pessoal.
As competências comportamentais desses jogadores e a forma como se relacionavam com os restantes foram atributos que os distinguiram no modo como contribuíam para a equipa sem nunca se deixarem diluir totalmente no interesse colectivo. Eram maduros, seguros, confiantes, preocupados com os outros, sempre capazes de estabelecer laços de confiança com todos os que os rodeavam.
Geriam bem as suas emoções sob pressão, contribuíam pela positiva para o desenvolvimento de dinâmicas na equipa ao serviço do aumento da respectiva eficácia. Tinham uma constante atitude positiva e influenciavam a equipa de modo marcante. Por sua vez, em termos colectivos, onde é que registei diferenças no que respeita às equipas com que alcancei sucesso?
As diferentes personalidades nelas existentes complementavam-se e completavam-se. Nelas existiam afinidades que lhes potenciavam as acções em comum, funcionando quase sempre numa simbiose perfeita entre estarem focadas nas tarefas e nos objectivos comuns a alcançar e, em simultâneo, estabelecerem fortes laços de inter-relação social. Demonstravam índices de coesão acima da média e davam respostas diversificadas às naturais dificuldades impostas pelo confronto com a realidade.
Formar e preparar equipas vencedoras foi naturalmente um dos meus objectivos ao longo dos anos. E para o conseguir fui percebendo a partir de uma certa altura que me eram pedidas capacidades extremamente exigentes. Para além de o facto de ser treinador me ter exigido uma mudança profunda do meu comportamento. Quem joga são os jogadores e não o treinador, razão pela qual tive de assumir como objectivo principal que os jogadores fossem autónomos e capazes de se auto-disciplinarem, auto-motivarem e auto-prepararem.
Tal como aprendi, com o passar dos anos, que não há qualquer aparente contradição entre a necessidade que o treinador tem de legitimar e valorizar a sua função e a percepção gradual que vai adquirindo ao longo do tempo; a de que o rendimento da sua equipa, num certo sentido, melhora quanto mais os jogadores menos dele precisem.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Novo sucesso da Sport Tv, de seu nome Pedro Henriques!
Nas habituais escolhas que a SportTv faz para comentar alguns dos jogos de Futebol que passa nas suas edições, surgem por vezes...algumas vedetas ou marretas!Hoje, nos últimos minutos do jogo D. Kiev - FC Porto, já depois do 2.º golo da equipa portista, Pedro Henriques (mais informações aqui ) apelava ao anti fairplay dos jogadores, para se mandarem para o chão, etc. Que serviço (público e não só) exerce uma estação de televisão quado apela a isso? Mesmo que fosse em prol do clube português, a ideia seria passar tempo, para que a equipa portuguesa ganhasse, mas...será correcto expressar isso dessa forma?
Quantos de nós estamos à espera de num jogo de Basquetebol ou Voleibol, ouvir o comentador a fomentar que os jogadores não estejam no verdadeiro espírito de fairplay? Será que não começa também aqui a educação desportiva e cultural do adepto?
Quanto à escolha das palavras...fico por aqui, quanto ao comentador...
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Formação ou falta dela!

Benfica só inscreveu 24 jogadores para a Taça UEFA porque não conseguiram cumprir o requisito de ter quatro jogadores de formação no plantel, o que lhes teria permitido a inscrição de um 25.º elemento.
Onde anda a formação?
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